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domingo, 14 de dezembro de 2014

Marcos 15 Comentários de Jim Ayer

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Marcos 15
Comentários  de  Jim Ayer

Pilatos mal podia acreditar no que ouvia: o povo gritava pela libertação de Barrabás – um criminoso da pior espécie! Ao considerarmos esse evento e o significado do nome desse rebelde descobrimos que esse foi um momento profético no tempo. Barrabás significa “filho do pai”. E Jesus era “o Filho do Pai.” É quase providencial que Jesus e este homem devessem ser julgados por Pilatos.

Jesus havia rendido Sua vontade ao Pai no Jardim do Getsêmani para que todos os filhos e filhas sob a maldição do pecado pudessem ser postos em liberdade! Isto significa que você e eu somos culpados, mas providências foram tomadas para nos tornarmos completamente livres.

João expande este capítulo de Marcos ao descrever o momento em que Jesus estava em pé diante da multidão que gritava, enquanto Pilatos falava:  “Eis o homem!”(João 19: 5). Isso foi como um toque de clarim para um universo que assistia. Olhe para Deus diante de Sua criação, indefeso e sem quem o ajudasse!

Judas não conseguia entender por que o Filho de Deus permitira ser levado pela multidão – os próprios anjos permaneceram silentes enquanto “Seu povo” gritava pela Sua morte.

Quando os romanos posicionaram suas vítimas nas 3 cruzes, apenas Um não lutava ou amaldiçoava aqueles que cravavam os pregos em sua carne. Apenas Um estava centrado no objetivo de salvar os habitantes da Terra. Se Jesus tivesse seguido a sugestão do diabo naquele dia para que descesse da cruz, estaríamos perdidos – não haveria esperança para os filhos e filhas de Deus.
Pouco tempo antes, de pé na sala de julgamento principal, Jesus declarara: “Quando eu for levantado da terra, atrairei todos a mim” (João 12:32). Muitas pessoas estavam junto à cruz naquele dia – dois deles pendurados ao lado de Jesus em suas próprias cruzes. O coração de um deles foi transformado ao contemplar Jesus – ele se tornou um crente.

Marcos fala de um outro homem que viu Jesus naquele dia, possivelmente durante todo o dia. Era o centurião romano encarregado de manter a ordem e executar as ordens de Pilatos. Quando Cristo emitiu Seu último sopro, este soldado endurecido pelas batalhas, exclamou, baixinho: “Verdadeiramente este homem era o Filho de Deus”. (Marcos 15:39).

As pessoas que contemplaram Jesus naquele dia fizeram a sua escolha. É a mesma escolha que você e eu faremos. Ao contemplá-Lo, a pergunta que devemos responder é: “O que farei então com Jesus, que se chama Cristo (Mateus 27:22)?”
Jim Ayer


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