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sábado, 28 de fevereiro de 2015

Romanos 2 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  dos  Apóstolos de Jesus

Leitura Bíblica- Romanos 2
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Privilégio gera responsabilidade, não irresponsabilidade. Conhecimento não é caráter, assim como obter informações teológicas/soteriológicas não significa estar salvo. O evangelho não visa tornar o ser humano intelectual, mas transformar-lhe o caráter. Teólogos poderão ir para o inferno!

Dos primeiros versículos deste capítulo Siegfried Schwantes comenta:

1. “Superioridade de conhecimento não confere ao homem tratamento preferencial”.

2. “Reconhecer a justiça da retribuição divina também não livrará o homem da condenação”.

3. “Não é o que arvora juiz de seus semelhantes que escapará do juízo divino”

4. “Glória, honra e imortalidade aguardam aqueles que se arrependem, e perseveram em sua fé em Cristo. Ira e indignação é unicamente o que podem esperar os impenitentes”.

A verdade é que, Deus é juiz. E, “o que pratica o pecado é culpável, afirma Paulo, seja judeu ou grego, seja ou não consciente de seus atos”, elucida o teólogo Raúl Quiroga.

Por isso, tanto judeus e gentios são inescusáveis perante Deus. Diante de Deus não têm vantagens ser descendente de Abraão, nem ser gentio devido à ignorância em relação à Lei – nem mesmo desvantagens em relação aos judeus (vs. 9-29).

“Quem não é circuncidado e vive nos caminhos de Deus é tão bom quanto o circuncidado, E ATÉ MELHOR” (v. 26).

Aquele que conhecer a Lei sem conhecer a Deus torna-se pedra de tropeço ao mundo! “É por causa de vocês, judeus, que os pagãos são hostis a Deus” (v. 24).

Paulo, embora judeu, alterou a teologia judaica – não a bíblica. O conceito de judeu que ele apresenta é bem diferente da comumente conhecida na época. “Acreditava-se que Deus, em toda circunstância, seria misericordioso com Seu povo e um castigador enfurecido aos gentios” (Quiroga).

Entretanto, Deus não tem filhos favoritos. Veja:

“Não é o corte feito com uma faca que o torna judeu. Você se torna judeu pelo que você é. A marca de Deus no coração, não a da faca na pele, é que faz de você um judeu. E a identificação vem de Deus, não de críticos legalistas” (vs. 28-29).

Práticas religiosas não salvam ninguém. Conhecimento teológico/teórico correto também não. Tudo sem conversão genuína não passa de verniz sobre madeira bichada.

A questão não é estar na religião verdadeira, mas ligar-se a Deus através de Jesus!

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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Romanos 2 Comentários de Norman McNulty

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Romanos 2
Comentários  de  Norman McNulty

No capítulo 1, depois de anunciar o poder do evangelho que é para todo aquele que crê, Paulo descreve a depravação total dos ímpios. Porém, aqueles de nós que têm um conhecimento de Deus podem ser tentados a dizer: “Senhor, eu Te agradeço porque não sou como esses pagãos perversos”.

No entanto, no capítulo 2 de Romanos, Paulo descreve o pecado dos que têm um conhecimento de Deus. No verso 1 ele mostra que nós, que estamos julgando a maldade dos outros, somos também culpados de pecar. E no verso 3 esclarece que assim como os ímpios serão julgados, aqueles que conhecem a verdade, mas transgridem em algum aspecto não escaparão do juízo de Deus.

Somos lembrados no verso 4 que é a bondade de Deus que nos leva ao arrependimento e é evidente que todos nós precisamos aceitar a Sua bondade.

Ao chegarmos aos versos 10 e 11 vemos que Paulo está a provar que Deus não desculpa os pecados de qualquer classe de pessoas. Não importa se você é judeu ou gentio, cristão ou um não-cristão, a sua profissão de fé não irá te poupar do julgamento.

Paulo então começa a demonstrar nos versículos 17-24 que o nome de Deus é desonrado entre as nações por crentes que pregam e ensinam a lei de Deus, enquanto a quebram ao mesmo tempo. Muitas vezes não percebemos, como cristãos, o quanto o nosso desrespeito pela lei de Deus leva à desonra do Seu nome entre os incrédulos.

Neste capítulo, Paulo mostra que tanto os professos crentes quanto os ímpios precisam do poder transformador do Evangelho. Não importa se alguém é um viciado em drogas sem-teto que vive nas ruas de alguma cidade ou um destacado ministro ordenado de uma igreja cristã todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus. E necessitam do poder transformador de Jesus Cristo.

Paulo encerra nos dizendo que a justiça de Deus não é meramente uma experiência legal exterior, mas uma conversão interior, a circuncisão do coração. Isso é o que significa ser um verdadeiro crente, um judeu espiritual da descendência de Abraão. Isso vai ficar mais claro em maiores detalhe em Romanos 4.

Norman McNulty
Neurologista, TN, EUA


sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Romanos 1 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  dos  Apóstolos de Jesus

Leitura Bíblica- Romanos 1
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

O amor de Deus pelos pecadores será substituído por Sua ira, caso eles preferirem o pecado antes que Sua graça revelada em Jesus Cristo. Ainda é bom saber que evangelhos falsos levam a arrependimentos falsos; e, conversão superficial não resulta em transformação radical...

1. Deus chamou Paulo para o Evangelho e nos chama também; nossa resposta deve resultar em obediência da fé com a finalidade de alcançarmos santidade (vs. 1-7);

2. Deus liberta-nos gratuitamente, contudo, tornamo-nos devedores para com outros pecadores; portanto, devemos fazer tudo para anunciar-lhes o evangelho (vs. 8-15);

3. Podemos ter vergonha do evangelho ou não, ou mesmo ser a vergonha do evangelho vivendo um padrão que não condiz com a conversão – e ainda se dizer cristão (vs. 16-17).

4. Deus aplicará Sua ira a todos os que não optarem pelo único caminho da salvação, pois Ele não tolera o pecado e não passará a mão na cabeça dos que ignoram Sua graça salvadora por preferir o pecado (vs. 18-32).

O desprezo a Deus embota a mente, sufoca o discernimento e mata a razão; os perversos agem piores que animais irracionais, ao ponto de praticarem todo tipo de perversidades, imoralidades e impiedades:

• Substituir verdades por mentiras;
• Trocar Deus por imagens baratas vendidas na feira;
• Mulheres deixarem de ser femininas;
• Homens deixarem de ser másculos;
• Sexualidade confusa: homens com homens e mulheres com mulheres;
• Desprezo ao amor por amar a libertinagem;
• Roubos;
• Ambição;
• Calúnia;
• Inveja;
• Violência;
• Brigas;
• Trapaças;
• Malícias;
• Críticas;
• Arrogância;
• Desobediência aos pais, etc.

Ao afastarem-se de Deus “não demorou muito” para que seres humanos, no dizer de Paulo, “fossem viver num chiqueiro, enlameados, sujos por dentro e por fora... Loucura total” (vs. 24-25, AM).

O preço cobrado pelo pecado é altíssimo: Os que desprezam Deus “são vazios de Deus e do amor divino, perversos infelizes e sem amor humano” (vs. 26-27). Paulo explica: “Uma vez que eles não se importaram em conhecer Deus, Deus desistiu deles e os deixou por conta própria [...] fizeram da vida um inferno [...] estão cuspindo no rosto de Deus – e não se importam”.

“Pior ainda” – continua Paulo – “premiam quem faz as piores coisas com eficiência” (vs. 28-32). A parte positiva? O evangelho tem poder de reverter esse quadro (v. 16).
Tenha fé! – Heber Toth Armí

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Romanos 1 Comentários de Norman McNulty

Reavivados por Sua Palavra
 Bíblica  - Romanos 1

Comentários  de  Norman McNulty

O livro de Romanos é uma poderosa explicação do evangelho de Jesus Cristo. Ellen White oferece uma melhor visão sobre a grande luz que a epístola de Paulo aos Romanos nos traz: “Com grande clareza e poder ele [Paulo] apresentou a doutrina da justificação pela fé em Cristo. … A grande verdade da justificação pela fé, como exposta nesta epístola, tem permanecido através de todas as épocas como um poderoso farol a guiar o pecador arrependido pelo caminho da vida. … Ele tem orientado milhares de almas sobrecarregadas pelo pecado à mesma fonte de perdão e paz. Todo cristão tem motivos para agradecer a Deus por essa epístola à igreja de Roma.” (Sketches from the Life of Paul [Lições da Vida de Paulo], pp 187, 188).

Nos primeiros seis versos, Paulo oferece uma breve ideia do que ele irá compartilhar nos primeiros oito capítulos. Ele é um apóstolo, chamado por Deus para pregar o evangelho, que também havia sido compartilhado com Israel nas Escrituras do Antigo Testamento. Esta boa notícia é sobre Jesus Cristo, que, “como homem, era descendente de Davi” (v. 3, NVI). Assim, Jesus veio como um ser humano, o que O qualificou a morrer como sacrifício pelos pecados, para que possamos receber a Sua graça . Além disso, a Sua vida nos capacita a sermos libertos do pecado quando nós O aceitamos como nosso Salvador. Esta é certamente uma ótima notícia!

Após salientar que Deus é contra toda a impiedade, Paulo mostra porque o mundo necessita tanto do evangelho e identifica a maldade dos que não têm parte com Deus (vs. 18-32). No próximo capítulo, ele descreve o pecado dos que afirmam conhecer a Deus e carecem do evangelho tanto quanto os do mundo.

Entretanto, o mais importante do capítulo se encontra nos versículos 16 e 17, onde Paulo descreve o poder do evangelho. A palavra grega para poder é dunamis, de onde veio o substantivo dinamite. O evangelho é poderoso porque nele a justiça de Deus se revela na vida daqueles que creem, o que é evidência da justificação pela fé. Observe como Ellen White conecta a justificação pela fé com a última mensagem ao mundo. Ela diz: “Várias pessoas me escreveram, indagando se a mensagem da justificação pela fé é a mensagem do terceiro anjo, e eu respondi: ‘É a mensagem do terceiro anjo, em verdade.’ O profeta declara: ‘E depois destas coisas, vi outro anjo que desceu do céu com grande poder; e a terra foi iluminada com a sua glória’ “(Review and Herald, 1º de abril de 1890).

Em outras palavras, aqueles que experimentam a justificação pela fé revelarão a justiça de Deus e receberão poder e destemor para dar a mensagem do alto clamor ao mundo.

Norman McNulty
Neurologista, EUA


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Atos 28 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  dos  Apóstolos de Jesus

Leitura Bíblica- Atos 28
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Neste último capítulo percebe-se ausência de conclusão: O doutor Lucas não concluiu o livro de Atos. Pois, a história da Igreja não terminou. Ela continua na vida dos cristãos e na disposição de proclamar as coisas pertencentes ao Senhor Jesus.

Cada mensagem de cada capítulo visa nossa motivação para a missão. Portanto, se nada mudou em nós após lermos estes 28 capítulos, tem alguma coisa errada – certamente não com a Bíblia.

Avalie! Mudou alguma coisa? O que aprendemos do legado de Estevão, Pedro, Paulo, Filipe, Ananias, Lucas, Príscila, Áquila, etc.?

Acontecimentos do início do cristianismo devem moldar nosso cristianismo atual. Lemos sobre homens consagrados que ergueram a bandeira da verdadeira religião em um mundo pagão. Todavia, não devemos viver das vitórias de pessoas cristãs piedosas que já fizeram sua parte na história.
Deus nos fez, deu-nos vida e oportunidade neste tempo, nesta geração, para que empenhemos no avanço da evangelização. Evangelismo é o coração do cristianismo.

Atente para estas verdades:

1. Onde quer que estejamos, ainda que seja onde não queiramos estar, todo tempo é tempo de promover o reino de Deus. Paulo, salvo do naufrágio, permaneceu durante três meses na ilha de Malta (vs. 1-11); ele honrou a Deus e Deus o honrou.

2. Por mais difícil que seja viver os planos divinos é melhor que viver os ambiciosos, mas miseráveis planos do corrupto coração humano. Demorou, foi difícil, mas Paulo chegou a Roma. As hostes satânicas podem fazer de tudo para atrapalhar os planos de Deus, mas certamente Deus vence na vida dos crentes (vs. 11-31).

3. Deus abençoa-nos para abençoarmos aos outros, e, assim ganhamos o respeito de gente importante e autoridades políticas. Foi permitido a Paulo morar à parte (v. 16), na companhia de um soldado. Por dois anos morou numa casa, evangelizando a todo aquele que se aproximasse (v. 30).

Velho, cansado, doente, fraco, contudo até o último dia de vida, Paulo evangelizou. O que estamos fazendo com a vida e o tempo que Deus nos dá?

Precisamos ser mais poderosos que a influência secular (mundana), para que a igreja não seja abalada pelo mundo; se clamarmos pelo poder que Paulo recebeu, poderemos ser uma igreja que conquiste o mundo para Cristo.
E, então, vamos ousar mais?

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Atos 28 Comentários de Ron E. M. Clouzet

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Atos 28
Comentários  de  Ron E. M. Clouzet

Paulo e seus companheiros passaram os três meses de inverno em Malta. Durante esse tempo, Lucas menciona três milagres pelas mãos de Paulo: sacudindo uma cobra venenosa, curando o pai do homem mais influente na ilha, e curando os demais doentes (vv.1-9). Paulo era um homem cheio do Espírito Santo. Somente podemos imaginar o que deve ter passado pela mente de Lucas, o médico, vendo tantos serem curados por Paulo!

Finalmente, eles embarcaram num outro navio que passava por lá e navegaram para Puteoli, o porto próximo de Roma. O centurião, profundamente impressionado com este homem de Deus, permitiu que Paulo e seus amigos se encontrassem  com os cristãos daquele lugar por uma semana. A notícia de que Paulo estava para chegar a Roma certamente alcançou os cristãos que moravam em Roma e na região e os crentes vieram até um lugar chamado Três Pousadas (ou Três Vendas), e ao mercado de Ápio, situados na Via Ápia, para recebê-lo e a seus amigos ( v.15). Esses lugares estavam a 33 e 43 quilômetros de Roma, respectivamente.

Ellen White conta-nos mais deste encontro. Paulo, Lucas e Aristarco caminhavam para Roma, guardados por soldados: “De súbito ouve-se um grito de alegria e um homem se destaca da turba que passa, e lança-se ao pescoço do prisioneiro, abraçando-o e chorando de alegria, como um filho que saudasse o pai por muito tempo ausente. A cena se repete muitas vezes à medida que, com a vista aguçada por expectante amor, muitos reconhecem no preso acorrentado aquele que em Corinto, Filipos e Éfeso, lhes havia pregado as palavras da vida … Os soldados impacientam-se com a demora, mas não têm coragem de interromper essa feliz reunião; pois também eles aprenderam a respeitar e estimar seu prisioneiro. Nessa face macerada e batida pela dor, os discípulos veem refletida a imagem de Cristo. Asseguram a Paulo que nunca o esqueceram nem deixaram de amá-lo; que lhe são devedores pela feliz esperança que lhes anima a vida, e dá-lhes paz para com Deus “(Atos dos Apóstolos, pp.448, 449).

Que recepção! A cidade que Paulo tanto almejava impactar com o evangelho de Jesus, lhe mostra sinais de que Deus tinha ido à frente dele para preparar-lhe o terreno e dar-lhe sucesso, mesmo em cadeias! Assim, o livro de Atos termina dizendo-nos que Paulo ficou “em sua própria sede alugada” (v. 30), desfrutando de uma relativa liberdade, por dois anos. Durante este tempo, embora acorrentado a um soldado, ele se manteve “pregando o reino de Deus e ensinando a respeito do Senhor Jesus Cristo, com toda a confiança” (v. 31). De lá, ele enviou trabalhadores para fortalecer as igrejas e plantar novas.

A obra de Deus não pode e não será interrompida. O mundo ouvirá as boas novas de Jesus Cristo. A questão é: você fará parte deste grande empreendimento? Que Deus nos use para a Sua glória!

Ron E. M. Clouzet
Diretor do Instituto de Evangelismo NAD
Professor de Ministério e Teologia
Seminário da Universidade Andrews


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Atos 27 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  dos  Apóstolos de Jesus

Leitura Bíblica- Atos 27
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Não só a igreja deve ser reavivada e reformada; a sociedade, o lar e, principalmente nossa vida pessoal. Observe pausadamente cada uma destas palavras:

• Deus;
• Igreja;
• Bíblia;
• Jesus;
• Oração.

Note que, geralmente, indagamos sobre a primeira. Desgostamo-nos com a segunda. Não conseguimos entender a terceira. Usamos a quarta de qualquer jeito. Depois, arruinados e desesperadamente, intentamos a última. Precisamos reavivarmos e reformarmos urgentissimamente...

Dificuldades sempre existiram e ainda existirão, tanto aos cristãos como aos pagãos, assim também aos servos de Deus e aos ateus. Isso é visível na viajem de Paulo, de Cesaréia com destino a Roma (vs. 1-12).

A vida é uma viagem, às vezes vamos por terra, outras vezes por mar – algumas vezes pelo ar. Quando no mar, ora parece calmo, ora tormentoso. E, certa altura, experimentamos um naufrágio – onde só nos restará a vida (vs. 13-44).
Ao comentar sobre este capítulo, Charles Swindoll apresenta, didaticamente, lições sobre lidar com os naufrágios da vida: Lance quatro âncoras ao mar:

1. Âncora da estabilidade (vs. 20-26);
2. Âncora da unidade (vs. 27-32);
3. Âncora da renovação (vs. 33-36);
4. Âncora da realidade (vs. 41-44).

O navio tinha 276 almas, nenhuma se perdeu. Mas o resto, inclusive o navio, tudo se perdeu. A despeito de todas as perdas, a preservação das 276 almas foi um milagre. Note no texto que, em meio às adversidades da vida faz diferença a confiança em Deus, estar ligado à Igreja verdadeira, ser praticante da Bíblia, depender de Jesus e recorrer à oração.

Catorze dias tempestuosos. Sem fogo, sem cozinhar, sem comer, sem parar. “No meio daquele terrível cenário, o apóstolo mantinha a calma e a coragem. Não obstante estivesse ele sofrendo fisicamente mais do que todos, tinha palavras de esperança para o momento mais crítico... Nesse tempo de provação, Paulo agarrou-se pela fé ao braço do poder infinito, apoiando seu coração em Deus e, no meio do desânimo circundante, sua coragem e nobreza de alma brilharam com o mais claro fulgor. Enquanto todos ao redor aguardavam apenas rápida destruição, esse homem de Deus, na serenidade de uma consciência irrepreensível, estava derramando suas ardentes súplicas em favor de todos” (EGW, Paulo, 270-271).

Quem dera dependêssemos de Deus assim como Paulo! Aprendamos!

Lance tuas âncoras em Jesus! Confie!

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Atos 27 Comentários de Ron E. M. Clouzet

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Atos 27
Comentários  de  Ron E. M. Clouzet

Poderíamos nos perguntar do porquê de Lucas ter inserido tantos detalhes desta viagem de navio e seu naufrágio, em detrimento aos demais incidentes, presumivelmente mais significativos na vida de Paulo. Lucas utilizou 44 versos para contar esta história – fascinante, com certeza – enquanto que para o ministério em Icônio, Listra e Derbe foram apenas 28 versos, e para o ministério de 18 meses em Corinto foram apenas 17 versos.

Ellen White sugere que a razão para a longa descrição foi registrar como a tripulação e os presos do navio foram capazes de “testemunhar o poder de Deus através de Paulo e que os pagãos também pudessem ouvir do nome de Jesus” (Primeiros Escritos, p. 207). Paulo não estava indo para Roma da maneira que planejara inicialmente, mas Deus esteve com ele por todo o caminho, e isto se tornou claro para os incrédulos. Lucas, o médico amado, acompanhou o homem de Deus, porque a saúde de Paulo havia se deteriorado. No caso de Aristarco, estudiosos sugerem que a única maneira dele poder ter acompanhado Paulo em sua viagem a Roma, foi se houvesse se tornado um escravo de Paulo por sua própria escolha. Uma vez em Roma, Paulo refere-se a este amigo da Macedônia como seu companheiro de prisão (Col 4:10).

Paulo interveio quatro vezes durante a viagem. Sua primeira intervenção foi enquanto estavam ancorados em Bons Portos, na ilha de Creta. Ele foi contrário a navegar para Roma nas condições climáticas do inverno que havia começado. O problema era que o porto não era adequado para se atracar por lá durante o inverno. Uma vez que o navio transportava prisioneiros, o centurião que era o responsável pela viagem, mais do que inclusive o capitão ou o proprietário do barco, decidiu ir em frente. Isto se provou ser um grande erro. Os ventos eram contrários e o medo de naufrágio era tão grande real que tiveram que amarrar cordas em torno do navio para que não se despedaçasse (v.17). As coisas estavam muito ruins e todos perderam a esperança.

Depois veio uma segunda intervenção de Paulo. Ele disse a todos que um anjo de Deus lhe tinha assegurado de que iriam chegar a Roma e não haveria nenhuma perda de vida (vv.21-24). Isto deve ter sido um real encorajamento tanto para a tripulação quanto para os soldados. Isso também mostra que Paulo estivera orando pelas vidas dos que estavam a bordo do navio.

Duas semanas depois, porém, ainda sob tempestade, pareceu que a viagem iria chegar a um fim trágico. Os marinheiros estavam tentando escapar. Então, Paulo interveio novamente. E disse ao centurião que eles precisavam manter os marinheiros a bordo. E que todos deveriam comer para recuperar as forças. Devido à preocupação ou enjoo, ninguém tinha se alimentado adequadamente durante duas semanas. Comer novamente deu-lhes força para aliviar a carga do navio.

A última intervenção de Paulo não foi com palavras. Quando o navio atingiu a costa da ilha de Malta e começou a quebrar-se, os soldados estavam prontos para matar os prisioneiros para que nenhum escapasse, porque eles teriam que pagar por isso com suas vidas. Mas o centurião encarregado determinou-se a salvar a Paulo e, assim, todos os presos foram salvos. A vida de uma pessoa verdadeiramente piedosa pode fazer a diferença de vida ou morte para todos aqueles ao seu redor.

Ron E. M. Clouzet

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Atos 26 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  dos  Apóstolos de Jesus

Leitura Bíblica- Atos 26
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Como você amanheceu hoje? Como está tua fé em Cristo?

Reflita nesta música de Luiz Cláudio:
Como é bom ser cristão
Quando tudo está bem pro seu lado,
Os amigos sorrindo lhe abraçam
E estão com você
[...]
Mas se tudo se vai para sempre
Inclusive os amigos
E doenças lhe afligem
E a fama já não mais existe
[...]
Fique junto de Deus
E não deixe passar essa chance, de sofrer
O que preciso for, mas ao lado de Cristo
Busque a Deus, meu irmão,
E abra o teu coração
Peça a Ele o poder pra vencer
Só assim a vitória e a paz
Você vai encontrar.

Paulo sofreu, porém perseverou. Ficou preso, enfermo, fragilizado, solitário; contudo, jamais negou sua fé ou enfraqueceu-se espiritualmente. Isso nos é possível se sofrermos o que preciso for, sempre ao lado de Cristo. Aleluia!

O capítulo para meditação mundial de hoje ensina-nos as seguintes verdades:

• Viver no pecado é viver escravizado; viver ligado a Cristo é viver entronizado, ainda que encarcerado na masmorra de uma prisão. Independentemente da situação, é livre quem está em Cristo; distante de Cristo, até mesmo ocupando altos cargos no governo, é um escravo (vs. 1-3);

• Ao converter-se a Cristo alcança-se um nível elevado de vida, por mais culta, rica e famosa que a pessoa seja (vs. 4-6);

• Um encontro com Cristo transforma até aquele que transtornava cristãos: Toma-se uma decisão de sofrer por Cristo a fim de promover Sua causa entre grandes pecadores (vs. 7-23);

• Quem experimenta o poder de transformação do evangelho não teme aos riscos, enfrenta qualquer desafio e usa toda estratégia para alcançar o mundo para Cristo (vs. 24-27);

• O verdadeiro cristão não tem do que envergonhar-se, sempre será inocente ainda que complexas e duras acusações sejam proferidas contra ele (vs. 29-32).

Maravilhoso Evangelho! No verso 18, encontram-se estes cinco pontos sobre o Evangelho:

1. Abre olhos dos iludidos;
2. Converte das trevas à luz;
3. Retira do poder de Satanás para Deus;
4. Oferece remissão dos pecados;
5. Concede esperança de uma herança.

Contudo, muitos que ouvem este Evangelho, dizem como Agripa: “Por pouco me persuades a ser cristão” (v. 29).

Entretanto, como Paulo, perseveremos na missão. Peçamos a Deus poder pra vencer! Assim alcançaremos vitórias!

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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Atos 26 Comentários de Ron E. M. Clouzet

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Atos 26
Comentários  de  Ron E. M. Clouzet

Paulo nunca poderia arranjar um encontro com o governador e o rei para lhes apresentar o evangelho. Mas Deus pode qualquer coisa. O rei Agripa estava bem informado sobre todas as questões judaicas, então Paulo poderia ter falado aberta e diretamente sobre as questões jurídicas que supostamente o trouxeram a julgamento. Mas em vez disso, Paulo contou sua história de conversão desde que era um membro do Sinédrio, enviado para caçar e destruir os cristãos, até se tornar um apóstolo de Jesus, comissionado a buscar e salvar o que estava perdido.

Paulo procurou impressionar o rei e os presentes mostrando a mudança radical de um homem que uma vez estava cheio de ódio hipócrita para alguém cujos olhos se abriram ao vasto oceano do amor de Deus. Os presentes tinham ouvido falar de Jesus e de Seus seguidores, mas nunca tinha ouvido uma história que os deixasse extasiados como esta, da mudança radical na vida de um homem. Uma luz mais brilhante que o sol? Uma Voz se dirigindo a ele pelo nome? Uma ordem para alcançar os gentios, “para abrir-lhes os olhos e convertê-los das trevas para a luz, e do poder de Satanás para Deus, a fim de que recebam o perdão dos pecados e herança entre os que são santificados pela fé” em Cristo? (v. 18 NVI) Que história notável!

Então, Paulo chegou ao ápice do seu discurso. “Assim, rei Agripa, não fui desobediente à visão celestial” (v. 19 NVI), disse ele. Após receber a visão, Paulo começou a compartilhar Jesus imediatamente, onde quer que fosse. É por isso que os judeus queriam vê-lo morto. Mas tudo o que ele fez foi ajudar a cumprir aquilo que “o Cristo haveria de sofrer e, sendo o primeiro a ressuscitar dentre os mortos, proclamaria luz para o seu próprio povo e para os gentios” (v 23 NVI). Em outras palavras, Paulo não havia inventado tudo aquilo. Séculos antes Deus já tinha planejado que a história de Cristo fosse contada ao redor do mundo, para que todas as pessoas “se arrependessem e se voltassem para Deus” (v.20 NVI).

No crescente da oratória e apelo de Paulo, Festo interrompeu, provavelmente um pouco envergonhado pelo poder deste prisioneiro de dominar a atenção de todos. Paulo educadamente disse ao governador que o que estava dizendo era “verdadeiro e de bom senso” (v.25). Então, Paulo, voltando-se para o rei, fez seu último apelo: “Rei Agripa, crês nos profetas? Eu sei que sim”(v. 27 NVI). Quando o rei disse que Paulo quase o fizera um crente em Jesus, o apóstolo, com genuína paixão, articulou seu desejo de que todos dentre seus ouvintes daquele dia, se tornassem tão livres e alegres em Cristo como ele era, apesar de suas correntes.

O rei Agripa II foi o último da dinastia dos Herodes [e aparentemente não aceitou a Cristo como seu salvador pessoal]. Nunca mais um rei judeu teve a grande chance de se arrepender.

Jesus certa vez disse: “vocês serão levados à presença de governadores e reis como testemunhas a eles e aos gentios. Mas quando os prenderem, não se preocupem quanto ao que dizer, ou como dizê-lo. Naquela hora lhes será dado o que dizer, pois não serão vocês que estarão falando, mas o Espírito do Pai de vocês falará por intermédio de vocês”(Mt 10:18-20 NVI). Isto é o que aconteceu naquele dia.
Ron E. M. Clouzet


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Atos 25 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  dos  Apóstolos de Jesus

Leitura Bíblica- Atos 25
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Um mar de rosas não classifica a vida cristã aqui neste mundo, mas certamente no fim será melhor que mar de rosas; pois, o Céu é o destino de todo crente fiel em Jesus.

“Dois anos se passaram e Paulo ainda estava preso em Cesareia. Félix foi substituído por Festo e, agora, Paulo enfrentaria um novo julgamento diante de um novo magistrado. Esses dois anos não foram suficientes para aplacar a ira dos judeus. Ao contrário, as coisas só agravaram” (Hernandes Dias Lopes).

O resumo do capítulo:
1. Paulo perante Festo (vs. 1-12)
2. Paulo perante Agripa (vs. 13-27).

Walter Scraag, ao comentar este capítulo diz: “Conquanto, à primeira vista, pareça que o assunto do capítulo 25 constitui uma repetição dos capítulos precedentes – acusações dos judeus, refutações de Paulo, indecisão romana – há um avanço importante. ‘Você apelou para César, e para César irá!’ – declarou festo (verso 12, NTV). Assim, tornou-se adequada a promessa de Atos 23:11: ‘Do modo por que me deste testemunho a Meu respeito em Jerusalém [foi-lhe dito numa visão], assim importa que também o faças em Roma”.

Apelar para César foi mais seguro que ser julgado pelo Sinédrio. Quando a religião não se rende humildemente a Deus e a Sua Palavra, torna-se pior que o paganismo, mesmo usando a Bíblia e tendo aparência de piedade.

E. M. Blaiklock amplia o significado do apelo de Paulo a César: “Appelatio, o processo a que Paulo recorreu nesse caso, era o ato pelo qual um litigante contestava um julgamento, e o efeito era que o caso acabava sendo levado a um magistrado superior, normalmente aquele que a princípio nomeara o magistrado do tribunal inferior”.

Lições de vida:
1. Servir a Deus pode incitar o ódio daqueles que pensam que servem a Deus, mas estão iludidos em suas falsas crendices religiosas.
2. Servir a Deus pode parecer um túnel sem saída, mas Deus está no controle quando tudo parece ter saído de nosso controle.

3. Servir a Deus pode não ser fácil, mas o resultado final é gratificante; pois, Deus conforta, orienta e guia a lugares inimagináveis para ali proclamar a verdade, que de outra forma não chegaria.

Deus conta contigo! Você está se preparando? Que Deus te abençoe em tua jornada cristã!

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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Atos 24 Comentários de Ron E. M. Clouzet

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Atos 24
Comentários  de  Ron E. M. Clouzet

Este capítulo nos prepara para o próximo, quando Paulo fala a Festo, na sua primeira semana como governador. Paulo tinha sido mantido sob custódia por dois anos. Tendo Festo percebido que algo não estava certo na insistência dos judeus em querer que Paulo fosse julgado em Jerusalém, ele lhes disse que Paulo ficaria em Cesaréia, e se eles quisessem prestar queixa, eles poderiam vir até ele nesta cidade (v. 4, 5).

As acusações eram falsas, Festo percebeu isto e viu nelas o ódio veemente que os judeus tinham por Paulo. Mas tentou um acordo, perguntando a Paulo se ele estaria disposto a ser julgado pelo Sinédrio. Paulo sabia que esta seria sua sentença de morte, pois eles já haviam conspirado para matá-lo antes, quando ele estava em Jerusalém.

Então, como um cidadão romano, Paulo apelou para César. Se um cidadão romano sentisse que não estava recebendo justiça em um tribunal provincial, ele poderia apelar para que o próprio imperador ouvisse o seu caso. E Festo acatou o pedido de Paulo. Isso deve ter frustrado profundamente os inimigos de Paulo. Eles não conseguiam entender por que eles não conseguiam matar este homem. Eles falharam em Jerusalém e diante do governador anterior. Agora falharam novamente. Obviamente, Deus ainda tinha trabalho para Paulo fazer.

Quando o rei Agripa II – rei da Galiléia e da Pereia, veio apresentar seus respeitos ao novo governador, Festo lhe contou sobre o caso de Paulo.

Enviar Paulo a Roma não era tão simples: as acusações contra um cidadão romano tinham que ser acompanhadas de uma carta claramente escrita descrevendo as acusações, e Festo estava com dificuldades em acusar Paulo! Agripa tornou-se interessado em ouvir o próprio Paulo, que havia se tornado famoso por seus feitos em nome de Cristo e pelo ódio intenso que seus inimigos judeus nutriam contra ele.

Preste atenção nos contrastes! Entra em cena o rei, vestido de púrpura, e sua esposa Berenice, com toda a pompa de apresentação real e acompanhantes. Em seguida, vem Festo, vestido com a cor escarlate do governador, e a comitiva de comandantes da cidade seguem atrás dele, com suas armaduras reluzentes. Por último vem Paulo, um despretensioso seguidor de Cristo, algemado. Entretanto, toda a atenção estava dirigida para este último homem.

Ron E. M. Clouzet

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Atos 24 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  dos  Apóstolos de Jesus

Leitura Bíblica- Atos 24
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Precisamos cuidar com alguns líderes religiosos. Muitos deles são espertos, mas não convertidos; falam bem, são charlatães, parecem bem consagrados. Contudo, parecer não é ser nem na religião nem fora dela. Qualquer coisa que parece, é falso.

O principal sacerdote da religião judaica contratou um advogado, Tértulo, para acusar o apóstolo Paulo diante de Felix; suas primeiras palavras foram:
“Honorável Félix, somos muitos gratos sempre e em todo lugar por seu governo sábio e pacífico. Estamos conscientes de que é por sua causa que desfrutamos essa paz e as benesses de suas reformas. Não vou cansar o senhor com um discurso longo. Peço sua gentil benignidade em me ouvir. Serei breve” (vs. 1-4).

Estas palavras revelam bajulação ao governador Felix. Após introduzir, imediatamente veio a acusação contra o prisioneiro Paulo: “Apanhamos esse homem várias vezes perturbando nossa paz, incitando motins contra os judeus em todo o mundo. Ele é líder de uma seita sediciosa...muito perigosa” (vs. 5-8).
Os judeus presentes apoiaram dizendo: “É isso mesmo! Ele tem toda razão” (v. 9).

Na sequência, foi a vez de Paulo falar. Primeiro, introduziu alegando inocência, contando o que ele realmente estava fazendo no templo e que nenhuma das acusações poderiam ser comprovadas, mas o que ele declarava, qualquer judeu ali presente poderia confirmar. Logo depois, declarou:

“Mas devo confessar o seguinte: Sou seguidor do Caminho, que eles caluniosamente chamam de seita...” A defesa de Paulo vãi até o versículo 21, onde encurrala Félix, argumentando:

“Meus acusadores deveriam dizer em que crime me flagraram... A única coisa que eles tem contra mim é a declaração que fiz no Concílio: ‘É por que creio na ressurreição que fui trazido a esse tribunal!’. Pergunto se isso parece ao senhor um ato criminoso?”.

Sem tomar nenhuma atitude, Félix deixou Paulo preso dois anos (vs. 22-27).
Lições:

1. No início o cristianismo foi chamado de o Caminho, por Cristo ser o único caminho de acesso a Deus, o qual é o único ainda hoje.

2. A verdadeira religião foi chamada de seita logo no início, e hoje não é diferente. Portanto, se você está na igreja verdadeira e alegam que é uma seita, não se assuste, sempre foi assim.

Não te envergonhe do evangelho por mais que te caluniem!

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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”
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