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quinta-feira, 5 de março de 2015

Romanos 7 Comentários de Norman McNulty

Reavivados por sua Palavra

Leitura Bíblica  - Romanos  7
Comentários  de  Norman McNulty

Este capítulo é uma continuação das declarações anteriores de Paulo, onde ele concluiu que nós somos ou escravos do pecado ou escravos da justiça. Suas intenções neste capítulo são muitas vezes mal compreendidas e mal aplicadas por causa de sua descrição do que é ser um escravo do pecado.
Paulo usa a lei do casamento para explicar a nossa união espiritual com Cristo. Sem Cristo, somos casados com o velho homem do pecado, que é o senhor de nossa escravidão. A fim de entrarmos em uma união espiritual com Cristo, o velho homem do pecado deve ser crucificado (vv 1-4). Porém Cristo não cometerá adultério espiritual. Muitos cristãos não conseguem entrar em uma verdadeira união espiritual com Cristo, porque o velho homem do pecado está parcialmente vivo, mas eles pensam que estão espiritualmente unidos com o Senhor. Ele não irá nos forçar. Mas se nos submetemos a Ele através da entrega completa, Ele vai entrar em uma união espiritual de total transformação de vida conosco.

A chave para a compreensão deste capítulo é encontrado no verso 14. Paulo diz: “Sabemos que a Lei é espiritual; eu, contudo, não o sou, pois fui vendido como escravo ao pecado” (NVI). O restante de Romanos 7 descreve o que é ser um escravo do pecado e sob a condenação da lei. A vida de Paulo é uma ilustração disso: “Não entendo o que faço. Pois não faço o que desejo, mas o que odeio”(v. 15 NVI). A natureza pecaminosa de Paulo ainda está casada com o pecado. Ele quer observar corretamente a lei, mas sua natureza pecaminosa o domina, de forma que ele faz coisas que ele não quer fazer, e ele não consegue fazer as coisas que ele quer fazer (justiça). Quando ele diz: “Neste caso, não sou mais eu quem o faz, mas o pecado que habita em mim” (v 17 NVI), ele está dizendo que o velho homem do pecado continua sendo parte de sua vida, mesmo que ele não queira.

Nos versículos seguintes, ele descreve a luta de saber o que é certo e ainda assim permanecer cativo às seduções do pecado (vs. 19-23). Então Paulo faz seu grito desesperado: “Miserável homem que eu sou! Quem me libertará do corpo sujeito a esta morte?”(vs. 24 NVI). A palavra “miserável” é a palavra grega talaiporos e só é encontrada em outro lugar no Novo Testamento em Ap 3:17, na mensagem à igreja de Laodicéia. Nós somos a igreja de Laodicéia em que muitos estão cegamente seguindo ao pecado. Cristo quer nos libertar desta escravidão, e veremos como ele faz isso no próximo capítulo.  Graças a Deus pela libertação do pecado que Cristo quer e pode fazer por nós (v. 25)!

Norman McNulty
Neurologista, TN, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rom/7/



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