sexta-feira, 24 de abril de 2015

Efésios 6 Comentários de John McVay

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Efésios 6
Comentários  de  John McVay

Em Efésios Paulo descreve a igreja como o corpo de Cristo (1:22-23; 4:11-16), como o templo de Deus (2:19-22), e como a noiva/esposa de Cristo (5:21-33). Em Efésios 6:10-20, Paulo retrata a igreja como o exército de Deus e oferece um vigoroso convite às armas. É uma passagem que oferece muitos benefícios e corre o risco de ser mal interpretada.

Poderíamos interpretar mal as palavras de Paulo como se fossem uma convocação para utilizar armas militares contra nossos inimigos ou para sermos combativos em nossas relações com os outros. Mas Paulo vem enfatizando a unidade, palavras edificantes e ternura (ver especialmente 4:25-5:2). E ele descreve as boas novas de Deus como “o evangelho da paz” (v. 15). Através desta vívida metáfora militar, a igreja não é chamada à guerra no sentido tradicional. Pelo contrário, somos chamados a lutar pela paz na batalha espiritual contra o mal. Paulo está pensando no campo de batalha do grande conflito e nos chama para nos alistarmos no exército de Deus.

Devemos fazê-lo com uma avaliação realista do inimigo, nunca subestimando as forças dispostas contra nós. Nós não apenas enfrentamos inimigos humanos, mas “as forças espirituais do mal nas regiões celestiais” (v. 12, NVI), liderados por um general astuto, o diabo (v. 11). No entanto, não precisamos ser intimidados por nossos inimigos, pois Deus está presente conosco na batalha (v. 10) e forneceu-nos a melhor das armas, a Sua própria armadura, a “armadura de Deus” (v 11; cf. Is. 59:15b-17). Ele colocou à nossa disposição a verdade, a justiça, a paz, a fé, a salvação e o Espírito (vs. 13-17). Deus vai adiante de nós e equipados da cabeça aos pés com a armadura que Ele forneceu, não podemos falhar. A vitória está garantida.

Que Deus abençoe a você, membro do Seu exército, que luta pela paz no poder do Seu nome!

John McVay

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Efésios 5 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  
 Leitura Bíblica- Efésios 5

Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Ainda que haja quem ame o espelho, tem quem não gosta de olhar nele, não pelo espelho, mas por causa da feiura. Alguns podem não gostar da Bíblia pelo mesmo motivo; por exemplo, o capítulo em apreço revela quem é cristão verdadeiro, evidenciando o falso.

A verdadeira religião não é baseada no legalismo, ou no frio formalismo das regras exigentes que inibem a muita gente. Ela é baseada no amor; não qualquer amor, um amor altruísta que sacrificou-se até a morte por quem não merece.

Quem aceita esse amor, tem amor suficiente para compartilhar com o cônjuge e demais pessoas.

Warren W. Wiersbe destaca que a conversão que resulta na transformação sobrenatural do cristão leva o ex-escravo do pecado a andar...

1. ...em amor (vs. 1-6);
2. ...na luz (vs. 7-14);
3. ...em prudência (vs. 15-17);
4. ...em harmonia (vs. 18-32).

O amor no coração faz a pessoa entregar-se totalmente ao Senhor que demonstrou tanto amor. Namorados não precisam de regras, porém as atitudes revelam a qualidade do amor. O mesmo se dá no relacionamento com Deus. O amor é a base, que impulsiona a nobres atitudes amorosas (vs. 1-21).

Amar aos outros pode ser mais fácil que amar ao cônjuge. Os másculos exigem da esposa submissão com a Bíblia na mão (vs. 22-24), mas seu orgulho os impedem de ver que a submissão maior deve ser deles: Morrer pela esposa, se for preciso – imperativo apenas aos homens (vs. 25-33).

O marido deve amar sua esposa da mesma forma que Cristo amou Sua Igreja, entregando-se por ela pelo bem dela. Que mulher não seria submissa a um homem que é mais submisso que ela é em relação a ele? – Você viu como o orgulho, vaidade e preconceito atrapalham na correta interpretação bíblica?
Enfim, o verdadeiro cristão é...

1. ...Imitador de Deus, banindo as velhas atitudes;
2. ...Anda no amor, agindo baseado nele;
3. ...Depreciador das trevas, para andar na luz;
4. ...Anda em sabedoria, em busca da verdadeira alegria.

A submissão é um assunto importante na Bíblia, não na sociedade. A esposa submete-se ao marido que se submete a ela, e, ambos se submetem a Cristo e a Sua igreja – Isto é verdadeira união, forte, que não se abala com nada!

Reavivemo-nos!

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Efésios 5 Comentários de John McVay

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Efésios 5
Comentários  de  John McVay

O apelo de Paulo é que façamos “todo o esforço para conservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz” (v. 3, NVI). Uma maneira de contribuirmos para isso é nos tornarmos partes ativas do corpo de Cristo (vs. 7-16). Cada membro é uma parte do corpo e deve contribuir para sua saúde (vs. 7, 16). E todos devem  beneficiar-se do trabalho dos apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres (v. 11). Estes, como ligamentos e tendões do corpo, têm uma função unificadora, ajudando-nos a crescer à semelhança de Cristo, que é a cabeça do corpo (vs. 13, 15).

Ao encaminhar-se para o apelo final para que os efésios “sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente” (v. 32, NVI), Paulo tem alguns pedidos bem específicos. Ele pede aos crentes que evitem a dureza de coração de quando ainda não eram cristãos (vs. 17-24) e que, em lugar da raiva e da linguagem grosseira, utilizem palavras que edifiquem as pessoas e comuniquem graça (vs. 25-31).

Este capítulo sobre a unidade é bastante fácil de se ler quando as coisas estão tranquilas. Porém é muito mais desafiador lê-lo quando estamos envolvidos em algum conflito. Mais importante ainda do que ler é praticar estes conselhos. Você está contribuindo para a unidade do corpo de Cristo?

John McVay
Universidade Walla Walla
Estados Unidos


quarta-feira, 22 de abril de 2015

Efésios 4 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  

Leitura Bíblica- Efésios 4
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Nunca foi plano do Céu que houvesse inúmeras denominações diferentes na Terra. Cristo nunca quis que o cristianismo fosse fragmentado. O Espírito Santo não guia crentes em diversas direções contrastantes. O plano da Trindade é a unidade firmada na verdade!

O apelo bíblico à unidade eclesiástica está fundamentado em sete pontos (vs. 1-6):

1. Um corpo verdadeiro, a igreja de Cristo;
2. Um Espírito verdadeiro, o Espírito Santo;
3. Uma esperança verdadeira, a vida eterna;
4. Um Senhor verdadeiro, Cristo;
5. Uma fé verdadeira, a cristã;
6. Um batismo verdadeiro, imersão;
7. Um Deus Pai verdadeiro, o Celestial.

A diversidade de dons espirituais sobrenaturais dados graciosamente aos crentes desde a ascensão de Cristo, deve promover a unidade da Igreja tão almejada pela Trindade. Estes dons são apostolado, profecia, evangelismo, pastoreio e ensino os quais (vs. 7-16):

• Equipam os crentes;
• Amadurecem os crentes;
• Firmam os crentes na verdade.

“Os obreiros que servem no desenvolvimento das capacidades dos membros são técnicos, treinando seus irmãos para servir” (Dewey Mullholland). Na igreja, o lema não é cada um por si, Deus por todos; mas, cada um por todos, juntos/unidos na mesma missão. Aquele que edifica o corpo de Cristo é o que investe na vida dos outros.

Assim, com todo esse trabalho sobrenatural na vida dos crentes, uma mudança radical caracteriza o novo estilo de vida deles, o que promove unidade (vs. 17-32):

• Recusa-se à vida imoral;
• Adota-se estilo de vida espiritual.

Antes da ação da Trindade na vida do pecador, este era dominado por pensamentos ambíguos, tinha a mente obscurecida, coração empedrado com pecado, e era regido por impulsos impuros e vaidades. Na conversão, os pensamentos, sentimentos e comportamentos mudam radicalmente.
Há evidente abandono:

• Da falsidade;
• Da ira temperamental;
• Do furto;
• Dos desejos depravados;
• De atitudes deprimentes ao Espírito Santo.
(Obs.: Gritaria não é obra do Espírito Santo!)

Há evidente adesão:
• À sinceridade;
• À integridade;
• Ao auxílio ao próximo;
• À edificação de outros;
• À amabilidade e piedade;
• À prática do perdão.

Mais que conhecer o conteúdo deste capítulo é necessário aplicar seus princípios à vida diária: Experimentemos a unidade cristã baseada na revelação, não no bel-prazer pessoal ou governados pelos interesses egoístas.

O cristão não vive como pagão, pois a conversão resulta em total transformação!

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Efésios 4 Comentários de John McVay

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Efésios 4
Comentários  de  John McVay

O apelo de Paulo é que façamos “todo o esforço para conservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz” (v. 3, NVI). Uma maneira de contribuirmos para isso é nos tornarmos partes ativas do corpo de Cristo (vs. 7-16). Cada membro é uma parte do corpo e deve contribuir para sua saúde (vs. 7, 16). E todos devem  beneficiar-se do trabalho dos apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres (v. 11). Estes, como ligamentos e tendões do corpo, têm uma função unificadora, ajudando-nos a crescer à semelhança de Cristo, que é a cabeça do corpo (vs. 13, 15).

Ao encaminhar-se para o apelo final para que os efésios “sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente” (v. 32, NVI), Paulo tem alguns pedidos bem específicos. Ele pede aos crentes que evitem a dureza de coração de quando ainda não eram cristãos (vs. 17-24) e que, em lugar da raiva e da linguagem grosseira, utilizem palavras que edifiquem as pessoas e comuniquem graça (vs. 25-31).

Este capítulo sobre a unidade é bastante fácil de se ler quando as coisas estão tranquilas. Porém é muito mais desafiador lê-lo quando estamos envolvidos em algum conflito. Mais importante ainda do que ler é praticar estes conselhos. Você está contribuindo para a unidade do corpo de Cristo?

John McVay
Universidade Walla Walla
Estados Unidos


terça-feira, 21 de abril de 2015

Efésios 3 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  

Leitura Bíblica- Efésios 3
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

O apóstolo Paulo desvenda, ou melhor, revela mistérios. Quer conhecê-los? Sim? Então, leia Efésios 3 inteiro; depois, reflita nas seguintes observações:

• Por mais inteligente que sejas, jamais alcançarás conhecer o que acontece no Céu, muito menos na mente de Deus; contudo, aqueles que reconhecem suas limitações encontram acessibilidade a estes mistérios na revelação de Deus (vs. 1-3). A Bíblia é o segredo/mistério de Deus revelado.

• Por mais sábio que seja o ser humano, o mais simples e humilde cristão terá compreensão de mistérios que aqueles que ignoram Deus e a Bíblia jamais obterão (vs. 4-6). Este mistério é: Pessoas do mundo inteiro podem participar ativamente do plano de salvação desenvolvido por Deus.

• Por mais cultas que sejam as pessoas, o evangelho só pode ser conhecido mediante instrumentos (profetas/apóstolos) usados por Deus para transmiti-lo; do contrário, teria permanecido oculto a nós (vs. 7-12). Agora o evangelho descortinado por estes instrumentos deve ser anunciado/proclamado pela Igreja Cristã espalhada pelo mundo.

• Por mais espiritual que seja o cristão, revelar/proclamar os mistérios de Deus nunca será tarefa fácil; contudo, com Deus jamais será impossível. Nenhuma tribulação deve desfalecer o cristão, por conseguinte, deve levá-lo à oração, ou melhor, à intercessão (vs. 13-14). Intercessão é o meio de transmitir poder divino a outros para superar desafios.

• Aqueles que aceitam o mistério de Deus devem passar da imaturidade à maturidade. Cristãos verdadeiros se recusam viver a fé superficialmente (vs. 14-21). Como Paulo, cristãos maduros anseiam o amadurecimento de outros na pura essência do Evangelho: Cheios da plenitude de Deus!

Os versículos 14-21 são considerados por Peter T. O’Brien “a intercessão de Paulo por poder, amor e maturidade espiritual”. Dividindo-a em duas partes:

1. Oração pedindo poder, amor e maturidade (vs. 14-19);
2. Doxologia a Deus que pode fazer mais do que pedimos ou imaginamos (vs. 20-21).

William Hendriksen observa: “O apóstolo ora para que os leitores possam concentrar-se tão intensamente e de maneira tão exaustiva na intensidade e glória do amor de Cristo, que cheguem à compreensão de que este amor sempre excede o conhecimento”.
Devemos aprofundar-nos na revelação divina!

Crentes devem deixar assuntos periféricos, focar no amor que excede todo entendimento, e proclamá-lo a tantos carentes espalhados pelo mundo!

Desafio: Procuremos ser cheios da plenitude de Deus!

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Efésios 3 Comentários de John McVay

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Efésios 3
Comentários  de  John McVay

Eu sempre me sinto incentivado quando ouço crentes dizerem coisas positivas a respeito da igreja. No entanto, os mais entusiastas entre nós certamente estão aquém do testemunho exuberante de Paulo sobre a igreja em Efésios 3.

Paulo começa falando acerca de suas orações em favor dos crentes em Éfeso (v 1; cf. 1:15-23), mas interrompe para discutir a maravilha da criação da igreja por Deus (vv 2-13.). Ao longo de seu texto chegamos a entender coisas importantes sobre o “plano” ou o “mistério” de Deus, antes que ele encerre seus pensamento sobre a oração:

    • Na eternidade, Deus concebeu o “mistério” ou o Seu “plano” para a igreja (vs. 3-5, 9, 11).
    • Através da vida e morte de Jesus, o Seu plano, oculto há tanto tempo, é “realizado” (v. 11, NVI; cf. 2:. 11-22).
    • Através da revelação, Paulo compreende “o mistério” da igreja e o fato surpreendente de que os gentios tem o pleno direito de participarem dela (vs. 3-6).
    • Paulo participa na ampla divulgação dessa boa notícia como pregador aos gentios das “insondáveis riquezas de Cristo” (vs. 8-9, NVI).
    • Com muitas pessoas ganhas para Cristo, a igreja, composta de judeus e gentios, exibe “a multiforme sabedoria de Deus” aos “poderes e autoridades nas regiões celestiais,” (v. 10, NVI), anunciando sua futura condenação ( cf. 6:10-20). O plano de unir todas as coisas em Cristo (1:10) está em curso e acontecerá sem demora.

Esta compreensão da Igreja motiva Paulo a orar pelos crentes em Éfeso. Imagine-o, agora, fazendo a oração sincera dos versos 14-21 em favor de você. Imagine-o orando para que você seja cheio de “toda a plenitude de Deus” (v. 19. NVI) e participe plenamente no mistério incrível de uma igreja unificada.

John McVay

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Efésios 2 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  
 Leitura Bíblica- Efésios 2

Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Ressurreição é tornar à vida algo que estava morto. A ressurreição espiritual visa tornar à vida àqueles que estão mortos em seus pecados. Alguém com vida espiritual vive diferentemente daqueles que estão espiritualmente mortos.

Neste capítulo Deus revela por meio de Paulo a realidade de cada pessoa sem Deus: Morta. Depois, apresenta o que acontece com quem aceita verdadeiramente o plano da salvação: Ressurreição espiritual, elevação, posição especial diante de Deus. Além disso, ainda o apóstolo revela o aspecto social da vida espiritual.

Destacamos os seguintes pontos:

1. O que o pecado (orgulho, vaidade, depravação, iniquidade) faz conosco: Mata (vs. 1-3);
2. O que Deus faz conosco: Por nos amar, nos ressuscita, nos exalta e nos guarda (vs. 4-9);
3. O que Deus faz em nós quando aceitamos Seu plano de salvação: Restaura e reescreve nossa história (v. 10);
4. O que Deus faz através de nós: Boas obras preparadas por Ele mesmo (v. 10).

Com isso, algumas coisas extraordinárias se tornam evidentes:

1. A reconciliação com Deus restaura relacionamentos com nosso próximo (fim do racismo, preconceitos, discriminação, humilhação, etc.); a falta de união com Deus resulta em problemas de relacionamento (vs. 11-12);

2. Restaurada a inimizade do pecador com Deus, a inimizade com os semelhantes desaparece (fim das guerras, conflitos, brigas e divisões). Reina a paz (vs. 13-18);

3. Unifica um povo, formando no mundo uma família: Os cristãos. Isso é ecumenismo, não firmado em qualquer ponto, mas baseado no Antigo e Novo Testamento. Unidade que calca a verdade não tem apoio da Trindade (vs. 19-22).

O plano de Deus é sublime, com resultado eficiente e evidente. Deus opera na libertação, restauração e reconciliação do pecador através de Cristo. Cristo opera por nós, em nós e, através de nós. Desde a justificação, passando pela santificação e culminando na glorificação, não temos nenhuma participação, é tudo ação divina.

Não nos salvamos com base no que fazemos. “Se fosse o caso, andaríamos por aí nos vangloriando do que fizemos. Não! Nada fizemos, nem nos salvamos. Deus faz tudo e nos salva” diz Paulo; e, imediatamente apela: “Não menosprezem esse presente”.

Do começo ao fim, a obra de salvar é um dom/presente unicamente de Deus. Nossa parte é não fazer nada, senão permitir/aceitar. Reavivemo-nos!

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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos do Antigo e Novo Testamento você encontra em:


Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Efésios 1
Comentários  de  John McVay

“Mas Deus …” (v. 4 ARA). Essas duas palavras devem ser as palavras mais cheias de esperança que a humanidade conhece. Nos versos 1-10 Paulo descreve o passado sombrio de sua audiência.

Compartilhando o infortúnio de toda a humanidade que se pôs num caminho de rebelião contra Deus e teve suas vidas dominadas pelo pecado e por Satanás (vs. 1-3). “Mas Deus…” interveio. E o que Deus fez por eles e por nós? 1) Ele nos ressuscitou com Cristo – a ressurreição de Cristo é a nossa ressurreição; 2) Ele nos fez ascender com Cristo – a ascensão de Cristo é a nossa ascensão; 3) No céu, ele nos fez assentar com Cristo – a coroação de Cristo é a nossa própria coroação (vs. 4-7). Nós não somos meros espectadores dos eventos palpitantes ​​da vida de Cristo! Deus realiza essas fabulosas ações ​​não por causa de qualquer mérito nosso, mas por causa do Seu amor (vs. 8-9) que nos habilita a vivermos em solidariedade com Jesus e praticar “boas obras” (v. 10).

Enquanto os versos 1-10 ensinam a nós que devemos viver em solidariedade com Jesus, os versos 11-22 ensinam que devemos viver em solidariedade uns com os outros, pois compomos Sua Igreja. A morte de Jesus tem benefícios verticais em estabelecer o relacionamento do crente com Deus (vs. 1-10) e horizontais em cimentar nossas relações com os outros (vs. 11-22). Através da Sua cruz, Jesus derruba o muro de separação entre os crentes gentios e os crentes judeus, incluindo o uso indevido da lei para aumentar o fosso (vs. 11-18). Porém Jesus também constrói algo ainda mais incrível, um novo templo, composto por crentes. Os gentios, que no passado eram impedidos de participar do culto nos lugares sagrados do templo, agora juntam-se aos crentes judeus formando um só povo. Nós também passamos a fazer parte da igreja de Deus como “um santuário santo no Senhor” (v. 21 NVI).
John McVay
Universidade Walla Walla
Estados Unidos


domingo, 19 de abril de 2015

Efésios 1 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  

Leitura Bíblica- Efésios 1
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Este livro pequeno nos leva à tranquilidade e solenidade do santuário, à presença Divina. Quem se empenhar em aprofundar-se em seus ensinos e orientações encontrará descanso para o coração, desafio para mergulhar numa verdadeira meditação e motivos para expressar sublime adoração ao soberano Criador.

A igreja, que muitos rejeitam, é o grupo de crentes, idealizado e formado pela Trindade, tendo por base o plano de salvação. Paulo compara à igreja ao corpo:

1. Toda a Trindade está envolvida na formação deste “corpo”: Foi esquematizado pelo Pai (vs. 1-6); adquirido pelo Filho (vs. 7-12); e, conservado pelo Espírito Santo (vs. 13-14).

2. Toda a Igreja de Cristo – a verdadeira, obviamente – deve compreender seus grandes privilégios: Deus dá o espírito de sabedoria e de revelação a fim de obter pleno conhecimento da divindade (vs. 15-17); discernimento a fim de saber qual a esperança (promessas) e as gloriosas riquezas de sua herança (v. 18); compreender “a grandiosidade absoluta" da obra celestial aos que confiam nEle: força e poder (vs. 19-20); e, e a posição que ela ocupa na Terra e no Céu estando aos estar firmada em Cristo (vs. 20-23).

Paulo escreve esta carta objetivando apresentar resultados da morte de Cristo na vida do crente. O plano de salvação é demasiadamente glorioso para que o cristianismo se torne apenas mais uma religião mística, ética e moral como muitas religiões do oriente sem a revelação de Deus, alheias ao verdadeiro plano da salvação.

1. Deus nos abençoou e nos escolheu para nos adotar (vs. 1-6);

2. Jesus deu Sua vida, derramou Seu precioso sangue, a fim de louvarmos a Deus (vs. 7-12);

3. O Espírito Santo nos sela o coração a fim de assegurar nossa segurança eterna (vs. 13-14).

4. A Trindade – Pai, Filho e Espírito Santo – quer consagrar o grupo de crentes, não apenas para uma obra especial no mundo, mas principalmente para adentrar às pelas portas do Céu (vs. 15-23).

Não tem como ser a mesma pessoa após participar ativa e completamente do plano divino. É uma mudança radical de vida, pensamentos e atitudes. Esta carta foi escrita no início dos anos 60 d.C. mas ignorada por muitos cristãos desde aquela época.

Desafio: Vamos viver cada experiência delineada em cada uma de suas frases?

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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

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Efésios 1 Comentários de John McVay

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Efésios 1
Comentários  de  John McVay

Alguém descreveu a carta aos Efésios como os Alpes do Novo Testamento. O nosso guia de montanhismo, o apóstolo Paulo, nos leva a uma subida rápida. Ficamos rapidamente sem fôlego e espantados com a vista que se abre diante de nós.

Efésios 1:3-14 funcionam como um mapa no alto de uma montanha que identifica os picos no horizonte, ao Paulo nos descerrar, a partir de nosso lugar privilegiado, a vasta paisagem do Plano de Salvação. O cenário abrange a extensão completa da história da salvação, desde a eternidade passada, através das ações cheias da graça de Deus em Cristo, até à eternidade futura. A redenção dos crentes de Deus está enraizada em iniciativas divinas tomadas “antes da fundação do mundo” (v. 4), que agora estão sendo trabalhadas em nossas vidas (ver versos 7-8; 13-14). Estas estratégias pré-criação serão plenamente atingidas no final dos tempos, quando o plano de Deus se completar (vs. 9-10). Então, “todas as coisas”, tanto “no céu” e “na terra” serão “reunidas” ou “unidas” em Cristo e o plano de Deus para “a plenitude dos tempos” se cumprirá (v. 10). Então, experimentaremos plenamente o plano misterioso de Deus (v. 9).

No presente, no entanto, podemos estar certos de que a maravilhosa salvação centrada em Cristo, na qual permanecemos, é uma parte importante do plano de grande alcance de Deus para a redenção de “todas as coisas.”

Estar no topo de uma montanha inspira ações de graças ao Criador. Nos versos 15-19 Paulo dá graças a Deus ao orar para que os crentes possam experimentar a salvação que Deus planejou para eles. E nos encontramos em outra subida íngreme quando ele nos aponta para cima para o Cristo que ressuscitou, subiu ao céu e foi coroado, e que governa sobre todos os poderes imagináveis por todo o sempre (vv. 20-23).

Viva o dia de hoje no topo da montanha!

John McVay
Universidade Walla Walla
Estados Unidos

sábado, 18 de abril de 2015

Gálatas 6 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  

Leitura Bíblica- Gálatas 6
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

O liberalismo teológico destruiu a pura mensagem bíblica. Embora “ensinou a moralidade, mas negligenciou a dinâmica religiosa da Cruz, a única coisa que pode motivar uma vida para que se conforme à ética cristã”, analisa Earle E. Cairns.

Tornar-se cristão apenas com foco nas mudanças de crenças, sem transformação de vida, não passa de mera ilusão. Jesus morreu na cruz para realizar muitíssimo mais do que apenas isso. Portanto, possuir aparência de piedade, não é ser cristão, de verdade.

Após apresentar a base do cristianismo – a crucificação do cristão com Cristo e a dependência do Espírito Santo –, o apóstolo Paulo mostra o resultado de uma vida verdadeiramente consagrada e regida pela divindade.

O cristão genuíno...

• Torna-se auxílio ao que está caído em pecado; não um empecilho (v. 1);
• Torna-se amparo aos fracos e cansados; não um peso para eles, nem para a igreja (v. 2);
• Não se exalta, nem se orgulha ou se vangloria; age humildemente sem comparar-se com outros (vs. 3-5);
• Compartilha experiências objetivando conduzir outros à maturidade espiritual, lembrando que é isso que importa para Deus; religiosidade egoísta engana a muitos, menos a Deus (vs. 6-10).

Quem está próximo de Cristo reflete Seu caráter diante das pessoas na igreja, no trabalho, na escola, no lazer e principalmente em casa. “Longe de Cristo existe problemas de falta de consideração, desprezos, comparações odiosas, atitudes que exclui pessoas, ódios, compensações desonestas e favores interesseiros”, comenta Raúl Quiroga.

Enfim, Cristo morreu na cruz para libertar-nos do pecado, o Espírito Santo nos conduz a Jesus e nos liga a Deus; a partir daí, a vida não será mais a mesma. Se continuar igual, alguma coisa está errada, mas não com o plano da salvação; é com a tua aceitação ou reação ao Evangelho.

Paulo termina sua carta, falando sobre...

1. As letras grandes com que escreveu (v. 11);
2. O orgulho, interesses e desinteresses dos que pervertem o evangelho (vs. 12-13);
3. O real e nobre significado da cruz/cristianismo: Ser uma NOVA pessoa (vs. 14-15).
4. A paz e a misericórdia acompanham aos crucificados para o mundo (vs. 15-16).
5. Pedido e bênção final (vs. 17-18).

“Senhor, torna-me verdadeiro cristão; restaura-me, guia-me e molda-me com poder do Espírito Santo. Em nome de Jesus, amém!”

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Gálatas 6 Comentários de Carl P. Cosaert

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Gálatas 6
Comentários  de  Carl P. Cosaert

Em sua reflexão final, Paulo fala sobre o tipo de comunidade que  deveria existir na igreja chamada para ser o corpo de Cristo. Esta era a mensagem que os Gálatas desesperadamente precisavam ouvir. A comunidade dos crentes na Galácia, como muitas igrejas hoje, tinham ficado muito aquém do propósito de Deus para a igreja. Por trás da insistência de que os homens gentios convertidos se submetessem à circuncisão havia uma mentalidade crítica e julgadora que estava destruindo a vida espiritual da igreja. A situação tornou-se tão hostil que Paulo lhes advertiu: “se vocês se mordem e se devoram uns aos outros, cuidado para não se destruírem mutuamente” (Gl 5:15 NVI).

Em vez de ser uma comunidade onde apenas “os mais aptos sobrevivem”, Paulo diz que a igreja deve ser um lugar onde aqueles que lutam para viver a vida cristã devem encontrar incentivo, esperança, amor e restauração quando caem (v. 1). A única maneira na qual esta atitude pode ser manifestada  em relação aos outros é se reconhecermos que nós também não estamos imunes à tentação do pecado (v. 1b). Afinal, nenhum de nós é mais digno do que outra pessoa. Somos todos pecadores, completamente dependentes do perdão e da graça (v. 3) de Cristo. Como podemos, portanto, não oferecer aos outros o perdão e a graça que Cristo nos deu (cf. Gal 5: 2; Rm 3:23-26; Mt 18:23-35)? Você pode imaginar o tipo de lugar que a igreja poderia ser hoje, se fosse um lugar onde fizéssemos “o bem a todos, especialmente aos da família da fé” (v. 10)?

Paulo conclui sua carta com um apelo final aos Gálatas, para manterem-se firmes a favor do evangelho. O que mais importa, diz ele, não é a circuncisão – ou até mesmo a falta dela – mas o poder transformador do Cristo ressuscitado que muda o coração e a vida das pessoas (v. 15). Nesta esperança, a última palavra de Paulo aos Gálatas é a mesma palavra de bênção, com que ele começou a sua carta – graça (v. 18).

Carl P. Cosaert
Universidade Walla Walla
Estados Unidos

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Gálatas 5 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  

Leitura Bíblica- Gálatas 5
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Existem inúmeros sermões moralistas, quando deveriam ser cristocêntricos. Enfatiza-se ética em vez da dependência total e absoluta de Cristo mediante ação do Espírito Santo. Contudo, um padrão elevado de ética, por mais que esforcemo-nos para atingir nível máximo, não garante sequer 0,0000000001% da salvação, nem antes nem depois da “conversão”.

O cristão é declarado justo devido a sua fé em Cristo. A fé que recebe perdão/salvação é passiva, apenas recebe. Porém, a fé que vive a vida cristã é ativa. “Em Cristo, nem nossa religião mais criteriosa nem a indiferença quanto a obrigações religiosas significam alguma coisa. O que importa é algo mais íntimo: A fé expressa em amor” (v. 6).

Paulo encurrala aos que creem na prática da religião como meio de desenvolver salvação: “Quem escolhe viver de acordo com seus planos religiosos tentando ser justo se DESLIGA de Cristo e está FORA da graça” (vs. 4-5). Com nosso melhor, não conseguiremos ser bom o bastante – se é que podemos sê-lo um pouquinho!

No entanto, viver pela fé não significa estar alheio à ética divina; pelo contrário, o poder do Espírito age para pautar nossa vida na Palavra divina. Diferentemente disso, é legalismo, “a religião do mundo que escraviza os homens em sua tentativa de alcançar a justiça através do mérito [...]. O Evangelho é a graça de Deus em operação para libertar os homens dessa escravidão, para uma justiça que é um dom a ser recebido” (B. Hale).

1. A fé resulta na expressão do amor; falta de amor revela falta de fé (vs. 1-15);

2. Imoralidades sexuais, impurezas, ações indecentes, idolatrias, feitiçarias, inimizades, brigas, ciumeiras, acessos de raiva, ambições egoístas, desuniões, invejas, bebedeiras, farras... Qualquer uma destas coisas caracteriza quem não é regido pelo Espírito Santo (vs. 16-21);

3. Quem está crucificado com Cristo e liberto da escravidão do pecado, anda continuamente no Espírito Santo. Desta forma, quem anda em novidade de vida resultante do poder do evangelho, produz o miraculoso fruto do Espírito com todos os seus nove gomos, em cada estação da vida (vs. 22-26). Estes entrarão no Céu!

Você é guiado pelo Espírito? Paulo declara: “São dois modos de vida opostos: não dá para viver com os dois”.

É questão é séria! Faça a escolha certa!

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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