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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Atos 20 Comentários de Ron E. M. Clouzet

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Atos 20
Comentários  de  Ron E. M. Clouzet

O plano de Paulo para sua terceira viagem missionária era ir até Roma (Atos 19:21). Ele tinha estado em Antioquia, Atenas, Corinto e Éfeso (as grandes cidades do mundo Mediterrâneo), mas Roma era a maior e mais importante de todas. Ele não foi a Roma imediatamente, mas realizou muita coisa nesse meio tempo. Em Éfeso, ele escreveu cartas aos Coríntios, com muitas lágrimas, expressando sua preocupação para com eles (1Co 2:4). Além disso, ele decidiu ficar em Éfeso um pouco mais de tempo, tendo em vista o surgimento de novas oportunidades para o evangelismo (1Co 16:9). Neste momento, ocorreu em Éfeso o motim liderado por Demetrius (Atos 19:21-41) e Paulo voltou para Macedônia (Atos 20:1). Em Filipos, ele se encontrou com Tito, que retornava de Corinto trazendo a boa notícia da reação positiva à carta [1Co] que Paulo lhes escrevera (2 Cor 7:6-10). Mais à frente, o apóstolo foi a Corinto, onde permaneceu por três meses (At 20:2, 3). Enquanto ainda estava lá, ele escreveu aos Romanos, antecipando sua jornada para lá.

Paulo iria navegar de Corinto a Jerusalém. Mas em vez disso decidiu retornar por terra, através da Macedônia, depois que tomou conhecimento de uma conspiração para matá-lo (Atos 20:3). Depois de uma semana com Lucas em Filipos, ele se reuniu com os outros homens em Trôade, onde ele ressuscitou Êutico no meio de um sermão que durou toda a noite (Atos 20:7-12)! Na parte da manhã, os companheiros de Paulo embarcaram em um navio que ia para Assos, mas Paulo decidiu ir a pé. Ele queria privacidade para pensar e orar (Atos dos Apóstolos, p.392).

Novamente num navio, Paulo e sua equipe finalmente atracaram em Mileto, a 30 km de Éfeso. De lá, ele enviou uma mensagem para os anciãos para virem vê-lo. Quando chegaram, o apóstolo lhes disse: “Vocês sabem que não deixei de pregar-lhes nada que fosse proveitoso, mas ensinei-lhes tudo publicamente e de casa em casa” (v.20), proclamando “toda a vontade de Deus” (v.27 NVI). Ele lhes advertiu que “dentre vocês mesmos se levantarão homens que torcerão a verdade, a fim de atrair os discípulos. Por isso, vigiem! … ” (vv.30, 31 NVI). Então ele disse-lhes: “Cuidem de vocês mesmos … para pastorearem a igreja de Deus, que Ele comprou com o seu próprio sangue.”(v.28 NVI).

O grande apóstolo focava nas duas funções do ancião, de acordo com o Novo Testamento. A primeira, ensinar a Palavra (1Tt 1:5, 9), para o rebanho crescer espiritualmente e não se extraviar. A segunda, liderar (Atos 20:28), isto é, pastorear o rebanho com sabedoria e habilidade, fazendo referência ao ministério dos pastores de hoje de pastorear e supervisionar, que também se aplica aos anciãos.

Muitos que lêem esses blogs são líderes em sua igreja. Lembrem-se, vocês, de sua responsabilidade: ser um mestre da Palavra, e um pastor do rebanho. Estas são as duas principais responsabilidades de pastores e anciãos na igreja. Isto é o que Paulo fez, e, oh!, como ele amava o seu rebanho! (Atos 20:36-38).

Ron E. M. Clouzet


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Atos 4 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  dos  Apóstolos de Jesus

Leitura Bíblica- Atos 4
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Uma igreja que ora, não é uma igreja que chora. Uma igreja que clama, não reclama. Igreja com poder não é trôpega; não recua diante dos desafios; pelo contrário, vence ameaças, prisões, torturas e até impossibilidades.

Pregar e orar, orar e pregar: Este é o método estratégico para a vida, crescimento, amadurecimento e fortalecimento da comunidade dos crentes.

O impacto que uma poderosa e operosa comunidade de crentes causa na sociedade é tão grande que, para tentar reprimi-la é necessário aprisionar cristãos (vs. 1-3). Entretanto, o fato de os cristãos serem presidiários, não inibiu a aceitação dos inconversos (v. 4).

As correntes nas mãos dos cristãos cheios do Espírito Santo não acorrentaram a língua deles nem mesmo diante das mais intimidadoras autoridades políticas e religiosas. A igreja, como destacou Walter Scragg, não recuou frente às ameaças, pois Deus a amparou por meio:

1. Do apoio do povo (v. 21);
2. Da obvia confusão dos líderes religiosos (vs. 13-15);
3. Da compreensão de que sua situação era um cumprimento da Escritura (vs. 25-26);
4. De um sinal físico (v. 31);
5. Da efusão do Espírito Santo (v. 31).

Scragg nos oferece alguns pontos que podemos aprender deste relato:

1. A fonte de poder da igreja (v. 31);
2. A necessidade de intrepidez da igreja (v. 13);
3. A necessidade da contínua presença de Cristo na igreja (v. 13);
4. A necessidade de participar no testemunho (v. 31).

Não há como exagerar na oração. A igreja nasceu devido à união dos crentes para se dedicarem à oração. Sem oração a igreja morre. Além disso, observe com atenção a oração da igreja no capítulo em questão.

A igreja ora antes, durante e depois dos eventos desafiantes. Após os evangelistas serem libertos, a súplica dos crentes não foi para que Deus amenizasse o sofrimento, mas para que fossem capacitados a pregarem com mais coragem a mensagem de salvação.

Observe bem quais foram os pedidos de oração dos cristãos (vs. 29-30):

1. Por coragem: A igreja queria enfrentar os desafios com intrepidez a fim de revelar Jesus, Aquele que morreu na cruz, mas ressuscitou.

2. Por confirmação: A igreja queria o aval do Espírito Santo e Seu poder para avançar.

Deus responde orações como essa (vs. 31-37) 

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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos dos livros de Genesis a Malaquias  você encontra em:

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Atos 3 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  dos  Apóstolos de Jesus
 Leitura Bíblica- Atos 3

Comentários: Pr. Heber Toth Armí

A história registra que Tomas de Aquino, cujas obras tiveram notável influência na teologia e na filosofia, ao visitar o Papa Inocêncio, que, após mostrar-lhe toda a esplendorosa riqueza do Vaticano, declarou, fazendo alusão às palavras de Pedro ao coxo de Atos 3:

– Vês, Tomás? A igreja não precisa mais dizer como nos primeiros dias: “Não tenho prata nem ouro...”.

– É verdade – confirmou Tomás – Mas também não pode mais dizer ao coxo: “Levanta-te e anda”.

“Rico sou e de nada tenho falta” é a doce ilusão que se encontra a igreja laodiceana de Apocalipse 3. Ter riquezas não significa ter tudo. Não ter o poder do Espírito Santo significa não ter nada, ainda que se tenha riquezas pensando ter tudo de que se precisa para proclamar o Evangelho.

O capítulo 3 de Atos pode ser assim sintetizado:

1. A experiência junto à porta Formosa, cura de um coxo, milagre que impulsionou a perseguição da Igreja Cristã, logo em seu início (vs. 1-11);

2. O segundo sermão de Pedro cheio do Espírito Santo; sua ênfase messiânica revela que o Espírito Santo no crente exalta Jesus, o Salvador dos pecadores (vs. 12-26).

No versículo 1 temos o segredo do poder da igreja: Oração diária. Todos os dias os apóstolos iam ao Templo a fim de orar. “A oração” – observa Warren Wiersbe – “é tanto um termômetro como um termostato para a igreja local; o fato de a ‘temperatura espiritual’ se elevar ou reduzir depende das orações do povo de Deus”.

Outro segredo da igreja é a pregação ousada da Palavra com relevância para o ouvinte, como se nota nos versículos 12-26.

A igreja não possuía extravagância de bens materiais, nem dinheiro como se tem hoje; não tinha literatura impressa, muito menos os meios de comunicação que temos como rádio, televisão e internet, contudo, por meio da oração, a igreja tinha acesso ao poder do Espírito Santo a fim de proclamar a Palavra de Deus.

A igreja que não prega o evangelho não cresce. A igreja que não cresce está doente ou morta. A falta de oração diária, constante, é como a falta de ar em alguém que não mais respira. Por isso, alguém, corretamente disse que a igreja que não evangeliza, precisa ser evangelizada.

Reavivemo-nos!

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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Lições da Vida de Jesus-Lucas 3

Lições da Vida de Jesus
 Leitura Bíblica-Lucas 3

Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Embora haja muitos que não gostam, não toleram nem se interessam pela pregação genuinamente bíblica, a pregação plenamente baseada na Bíblia, cujo pregador esteja repleto do poder do Espírito Santo e suas palavras revelem interesse na salvação das pessoas, atrai multidões à Cristo e conduz à igreja de Deus ao crescimento e reavivamento espiritual.

Pecadores de todos os tipos, pessoas rejeitadas e respeitadas, simples e cultas, ricas e pobres, homens e mulheres, cobradores de impostos e soldados afluíam para ouvir a poderosa pregação de arrependimento, mudança e consagração de vida, proclamada por João no deserto (vs. 1-18).

Por que precisamos aprender do Batista? Pois, segundo Albert Mohler Jr. a pregação contemporânea sofre de...

1. ...perda de confiança no poder da Palavra;
2. ...obsessão por tecnologia;
3. ...embaraço diante do texto bíblico;
4. ...esvaziamento de conteúdo bíblico;
5. ...focalização em necessidades sentidas; e,
6. ...ausência de evangelho.

Frieza, legalista, moralista, superficialidade, etc... caracterizam a pregação que domina o púlpito de muitas igrejas. Em outras, são as mensagens de autoajuda, motivacionais, irrelevantes, cheias de historinhas vazias, sem poder do alto (alguns intentam impor com a voz autoritária ou gritando), etc.
Nossa sociedade clama que pregadores aprendam a depender do Espírito Santo como fez João Batista.

Toda sua pregação focava a Cristo a ponto de envolver-se com Ele e Sua obra (vs. 4, 16-22). Fico pensando se o sermão que não está focado em Cristo, se o pregador está cheio de qualquer coisa, menos do Espírito. “Se o pregador se abstém de comunicar a Cristo, ele não está pregando” (Ronald Ward).

Além dessas lições, a genealogia inserida na tese do Dr. Lucas possui uma mensagem teológica que leitores superficiais e desatentos não percebem (vs.23-38).

Há clara descontinuidade entre seres humanos e animais. A listagem genealógica descreve a origem da raça humana e expressa uma grande diferença do homem para o animal. Em termos simples, porém profundos, a genealogia termina assim: “Adão, filho de Deus”. Nada de Big Bem, evolução, amebas, chipanzés, gorilas, etc.

Tendo sua origem em Deus, o ser humano só é realizado ao deixar o pecado e voltar-se para Ele. Nisto consistia a pregação de João Batista; portanto, deve caracterizar a nossa. Jesus é o “elo de ligação” entre nós e Deus. Compartilhe!

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz

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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

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terça-feira, 16 de setembro de 2014

Lições de Vida- Amós 4

Lições de Vida
Leitura Bíblica- Amós 4
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Tem muita gente que compra livros de sermões. O que mais acho estranho é pastor que estudou teologia quatro ou cinco anos comprando livros de sermões. Por outro lado, o livro do profeta Amós é um livro, sobretudo, de sermões – grandes sermões!

Este capítulo em apreço é seu segundo sermão; cujo esboço pode ser da seguinte forma:

1. UMA DENÚNCIA AO PROFESSO POVO DE DEUS – Vs. 1-5
a) Mulheres perversas serão expulsas como com anzóis presos ao nariz.
b) Mulheres e homens vivem a hipocrisia quando busca a Deus mas sacrifica a ídolos.

2. UMA DEFESA AO DEUS VERDADEIRO – Vs. 6-13
a) Deus é bondoso, misericordioso e paciente; Ele oferece muitas oportunidades de arrependimento mesmo sabendo quando não haverá resultados.
b) Deus oferece limites aos pecadores, quando não há mais o que fazer é realizado o juízo que traz junto punição divina ao pecado.

Temos de aprender a pregar com Amós. O Dr. R. Albert Mohler Jr apresenta a situação da pregação hoje, nos seguintes tópicos: A pregação contemporânea...
1. Sofre de perda de confiança no poder da Palavra;
2. Sofre de obsessão por tecnologia;
3. Sofre de embaraço diante do texto bíblico;
4. Sofre de esvaziamento de conteúdo bíblico;
5. Sofre de focalização em necessidades sentidas;
6. Sofre de ausência de evangelho.

Mohler observa: “interesses práticos e psicológicos substituíram a exegese teológica; e, o pregador direciona seu sermão às necessidades percebidas da congregação, e não à Sua necessidade de um Salvador... Para que o evangelho faça sentido, a pregação autêntica tem de lidar honestamente com a realidade do pecado humano, com franqueza semelhante à do texto bíblico”.

Nossos púlpitos precisam de reavivamento. Nossos sermões precisam ser mais bíblicos. Nossas pregações precisam de mais conteúdos, de mais profundidade, de mais religiosidade, de mais piedade, de mais espiritualidade. Nossos pregadores precisam de mais consagração, de mais oração e até de mais estudo da Bíblia do que das necessidades humanas.

A pregação verdadeiramente bíblica não agrada às pessoas apegadas ao pecado: Ela os confronta. Nossos púlpitos precisam de pregadores que, como Amós, se levantam contra os pecadores; revelam a indignação de Deus, mas não deixam de falar que há oportunidade de salvação caso houver arrependimento.

Se isso não acontecer na igreja, não haverá reavivamento

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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Amós 4 Comentários de Deepati Vara Prasad

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Amós 4
Comentários  de  Deepati Vara Prasad

Aqui, Amós profetiza contra os opressores dos pobres e necessitados, dizendo que eles serão levados cativos (vv 1-3.); contra os idólatras que seguem as paixões do seu coração (vv 4,5.); e contra os impenitentes, que irão enfrentar o julgamento de Deus (vv. 6-13).

As vacas de Basã, ou seja, os principais homens e mulheres de Israel que amam o luxo, têm oprimido os pobres e os necessitados, esmagando-os como as vacas pressionam e esmagam a grama (v 1; ver Sl 22:12 ). As mulheres forçavam seus maridos a praticar violência e fraudes a fim de garantir recursos para o luxo e libertinagem. Além disso, as mulheres provocavam seus maridos para que se juntassem a eles em seus festejos (v. 1). Assim, Deus, que não tolera a iniquidade, promete vingar as práticas profanas de Israel.

Os ímpios são descritos como peixes capturados com anzóis, os quais significam impotência diante dos inimigos, que neste caso são instrumentos de Deus para punir os rebeldes (v.2). A punição divina foi dolorosa para eles como o o anzol causa dor para o peixe e se torna ainda mais doloroso ao ser resistido.

Ao chamar Israel de Betel, a sede principal de sua adoração de ídolos, Amós destaca ironicamente como eles eram zelosos em pecar. Ele os exorta a entrar nos templos pagãos e a pecarem ainda mais. “Muitas vezes … os que violam abertamente os mais simples deveres morais manifestam um grande zelo religioso, mas não fazem mais do que meras formalidades. Zelo religioso em si mesmo, no entanto, não oferece qualquer evidência de verdadeira piedade. Essa forma exterior de prática religiosa, muitas vezes, é uma tentativa de compensar a falta de justiça interna genuína, e assim aliviar a consciência”(CBASD 4: 1067). É mais fácil pecar e, em seguida, fazer penitência do que crucificar a carne e se afastar do pecado. Esse comportamento leva o transgressor à complacência, a achar que a sua situação não é tão grave.

O profeta destaca como o desprazer de Deus pelo comportamento deles é demonstrado de muitas maneiras, mas sempre com um desejo de que eles retornem a Ele: “contudo, não vos convertestes para Mim” (vv. 6, 8, 9, 10, 11 ARA).

Sete calamidades são mencionados como tendo sido enviadas para despertar Israel: “Dentes limpos”, isto é, “a falta de pão”, a fome (v.6); seca que resultou em extenso fracasso das culturas (vv 7-8.); ferrugem em jardins e gafanhotos ou lagartas nas vinhas e oliveiras (v.9); após isso, pragas, semelhantes às do Egito e a matança de jovens e cavalos, resultando em mau cheiro causado pelas carcaças insepultas (v.10) jovens; e destruição como a de Sodoma e Gomorra – por causa de grandeza do seu pecado (v.11).

Infelizmente, estas advertências não sensibilizaram Israel. Eles não reconheceram a bondade de Deus para com eles ao enviar mensagens para o bem do transgressor. Eles não ouviram as advertências de Deus, e como resultado, o julgamento divino seria certo. O julgamento não foi especificado, exceto pelas palavras: “Prepare-se para encontrar-se com o seu Deus” (v.12 NVI), o que indica que o encontro com Deus em juízo é mais terrível do que as calamidades da natureza.

Através de diversos meios o Senhor Deus dos exércitos, o Governador do céu e da terra, chama o Seu povo ao arrependimento. E quando o arrependimento não acontece, segue-se o juízo final.

Senhor, livra-nos do endurecimento espiritual que resulta em morte eterna.

Deepati Vara Prasad
Watchman Publishing House, Índia


http://www.palavraeficaz.com/
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