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segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Salmo 14 Comentários Pr Heber Toth Armí

Salmo 14
Comentários Pr Heber Toth Armí

Podemos encontrar neste Salmo um foco escatológico: Juízo investigativo, libertação do remanescente fiel, e, condenação universal dos ímpios. Será importante fazer ama análise relevante sobre ele.

Tire um tempo. Medite neste Salmo antigo, contendo uma mensagem tão atual!

“O Salmo 14 apresenta um quadro bem resumido da decadência moral generalizada num mundo ímpio, com a certeza de que Deus está com o justo” (Francis D. Nichol). Seus pontos relevantes podem ser assim sumariados:

1. O ateu tem um credo, ele é crente: Crê que Deus não existe (v. 1);
2. Deus procura do Céu alguém que não seja ateu nem no estilo de vida (vs. 2-4);
3. Deus protegerá um remanescente fiel entre os perversos do mundo (vs. 5-6);
4. O crente fiel, confiante nas divinas promessas misericordiosas, tem esperança (v. 7).

Pior que crer que Deus não existe é crer que Ele existe, mas viver como se Ele não existisse. Pior que ser ateu é autodenominar-se cristão, porém viver sem Cristo. Mais terrível que negar a graça da salvação é ir para o inferno acreditando piamente que está indo para o céu.

O Comentário Bíblico Africano explica que, há muita gente que frequenta os cultos e as reuniões de oração da igreja e até jejua, mas exibe atitudes e ações que não correspondem aos mandamentos de Deus. Apesar de reconhecerem que Deus está nos Céus, não permitem quem Ele tenha influência sobre sua vida e relacionamentos. Em decorrência, a sociedade africana está repleta de corrupção, opressão, divisões étnicas e males afins. As palavras de lamento e súplica do salmista constituem, portanto, um desafio tanto a cristãos quanto para aqueles que rejeitam a Deus explicitamente.

As atitudes falam mais alto que as palavras. Quem anda com o Deus santo e justo refletirá Seu amoroso caráter, mas quem preferir distância dEle terá atitude “tão perversa quanto o diabo” (George R. Knight); como incrédulo, “suas palavras são gás venenoso... espinho é o que produzem para vender” (v. 1).

Merril F. Unger alega que nestes versos “descrevem-se a apostasia e a corrupção humanas, especialmente o período que precederá a segunda vinda de Cristo, quando [o povo de Deus] sofrerá violenta perseguição. [Então] ora-se pelo advento do Messias, que trará salvação [...] e jubilante restauração”.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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