sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Fiel a toda prova-Daniel 1

Lições de Vida

Fiel a toda prova
Leitura Bíblica- Daniel 1
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Hoje começamos a leitura de “um livro de sabedoria, que contém os pensamentos mais profundos da história, de Deus, da ética e da existência... O livro de Daniel é universal e merece a atenção de todos” (Dr. Jacques B. Doukhan). Aprofunde-se nele, mergulhe em sua mensagem e espalhe-a a muita gente.

Leia o capítulo 1, note que nem tudo o que nos acontece é o que semeamos (a desobediência de Israel terminou em cativeiro, mas o fiel Daniel e seus amigos foram arrastados juntos); entretanto, tudo é como Deus permite – “O Senhor entregou o rei Jeoaquim de Judá nas mãos dele, com alguns utensílios do templo de Deus.
Nabucodonosor levou o rei e os utensílios para a casa do tesouro de seu deus, na terra da Babilônia, a antiga Sinear” (vs. 1-4 AM).

Deus está no controle, mesmo quando tudo parece ter saído do nosso controle. Deus está no comando, ainda que justos são injustiçados. Deus é soberano, embora pareça distante e indiferente com os fieis. Desde o pecado fieis Abeis são assassinados por Cains ruins. Fieis Danieis pagam pelos judeus imorais. Mas, não se esqueça: Deus permanece no controle.

Além disso, observe os seguintes ensinamentos. O texto pode ter aplicações diretas para quem está sofrendo, escravizado, injustiçado, arruinado. Baseado em Hernandes Dias Lopes:

1. Se você quer mudar o rumo de tua vida, recuse-se a seguir o mesmo caminho de fracasso do povo – Daniel e seus amigos foram diferentes dos judeus indiferentes para com Deus.
2. Se você quer que Deus altere o curso de tua história, recuse-se a azedar o coração por causa dos dramas da vida – Daniel, Hananias, Mizael e Azarias não ficaram reclamando, resmungando, criticando ou achando um culpado para suas tragédias; agiram positivamente!
3. Se você quer que Deus te dê vitórias, recuse as ofertas vantajosas do mundo para ser fiel a Deus como Daniel – Ser escolhido para trabalhar no palácio, comer a comida do rei, etc. não deve inibir ninguém de perseverar em seu compromisso com Deus.

A vida neste mundo de pecado não é justa; além disso, é imprevisível. Vida de sucesso só existe para quem depende de Deus: A Babilônia caiu, mas Daniel continuou a atuar até no reino que tomou Babilônia (v. 21) .
(adaptado)
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O livro de Daniel- Daniel 1

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Daniel 1
O livro de Daniel
Comentários  de  Koot van Wyk

Não é correto pensarmos nos seis primeiros capítulos do livro de Daniel apenas como capítulos históricos. Existe muita profecia embutida nesta história sobre o curto reinado dos reis de Judá, e acerca de Nabucodonosor e do Faraó do Egito.

Daniel inicia o seu livro recordando a experiência traumática quando foi levado cativo para a Babilônia por Nabucodonosor, juntamente com artigos do templo (v.2). Jovens de boa aparência que demonstraram inteligência, incluindo Daniel, foram levados a servir na corte do rei (v. 4).

Daniel recorda como ele e seus três amigos tiveram de aprender babilônico, assírio, sumério e outras línguas e a literatura destas línguas. Eles tinham que se sentar diariamente com seus amigos aprendendo a gramática e o significado das frases em escrita cuneiforme (escrita em formato de unhas), como as que os arqueólogos encontraram nos textos da Biblioteca de Nínive.

O curso na universidade babilônica durava três anos (v. 5). Os melhores matemáticos, astrônomos, historiadores, professores de literatura educaram Daniel e seus amigos todos os dias.

O próximo passo para imergi-los na cultura babilônica foi dar-lhes nomes babilônicos. O nome de Daniel que significava em hebraico “Deus é meu juiz” foi mudado para Beltessazar, referindo-se ao poderoso deus babilônico “Bel”. O nome Ananias, que significa “Javé é amável”, o comandante mudou para Sadraque. Misael significava “Quem é de Deus”, e foi mudado para Mesaque. Azarias significa “Javé está ajudando”, e também foi mudado, para Abede-Nego. Todos esses nomes babilônicos significavam que eles eram servos dos deuses babilônicos, o que era uma grande humilhação para esses jovens hebreus.

Além disso, Daniel e seus amigos teriam de comer à mesa do rei, o que se tornou um grande problema. Eles deveriam comer os alimentos que o rei da Babilônia gostava. Uma boa fonte para sabermos o que os reis babilônicos comiam são os chamados textos hemerológicos, entre eles um texto de uma cartomante que dizia o que o rei devia ou não comer durante os 360 dias do ano. Este texto dizia que o rei deveria comer “carne de porco”, “carne de boi” e “peixe”. Outro texto incluía até o arganaz, um tipo de rato (NIG.GIG).

Daniel e seus amigos estavam em apuros. Eles enfrentaram decisões que testavam sua fé e tiveram que decidir rapidamente. O rei também bebia vinho (v. 8) e Daniel sabia que o álcool e a educação não são bons parceiros. Quando a Bíblia se refere negativamente ao vinho, está falando do vinho alcoólico; quando positivamente, ao suco de uva ou geléia de uva. Bebês pedem vinho a suas mães em Lam 2:11-12. Nenhuma mãe forneceria álcool para sua criança.

Daniel e seus amigos devem ter considerado cuidadosamente os conselhos de Salomão: “Quando você se assentar com alguma autoridade, observe com atenção quem está diante de você … não deseje as iguarias que ele oferece, pois podem ser enganosas” (Prov 23:1 e 3 NVI); “Não se deixe atrair pelo vinho quando está vermelho, quando cintila no copo e escorre suavemente! No fim ele morde como serpente e envenena como víbora. Seus olhos verão coisas estranhas, e sua mente distorcidas” (Prov 23: 31-33, NVI).

Então eles resolveram firmemente não se contaminar com a comida e bebida escolhidas pelo rei para a sua mesa (v. 8). O conhecimento e o amor que tinham pelas Escrituras os ajudaram a tomar decisões sóbrias e vitais. Eles poderiam ser cativos do rei da Babilônia, mas não sua mente e alma. Deus aprovou a decisão de Daniel e seus companheiros e os abençoou nesta prova de fé. Seu comandante gostava deles (v. 9) e, após dez dias de teste, permitiu que recebessem somente comida vegetariana e água (v. 12-14). Deus apreciou muito a fé dos quatro companheiros e lhes deu “sabedoria e inteligência para conhecerem todos os aspectos da cultura e da ciência” (v 17a NVI). A Daniel foi dado adicionalmente o talento de interpretar visões e sonhos (v. 17b). Com a bênção de Deus, após o período de instrução o rei Nabucodonosor os achou superiores, em muito, aos demais sábios de todo o seu reino (v. 18-20).

Daniel termina o resumo de sua história pessoal dizendo que ele trabalhou para Babilônia até o primeiro ano do rei Ciro (v. 21), em 538 aC. Se ele tinha 16 anos na época do cativeiro, tinha 83 anos , quando terminou sua carreira.

Querido Deus,

A autobiografia de Daniel fala sobre Ti. Vemos ali a Tua mão na frente, ao lado e atrás dele o tempo todo. Queremos ser assim também ser cuidados por Ti. Ao passarmos por situações difíceis ajuda-nos a sermos vitoriosos como Daniel e seus companheiros. Amém.

Koot van Wyk
Universidade Nacional Sangju, Coreia do Sul

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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

‘O SENHOR ESTÁ ALI’- Ezequiel 48

Lições de Vida
Leitura Bíblica- Ezequiel 48
‘O SENHOR ESTÁ ALI’

Comentários: Pr. Heber Toth Armí

O que é mais importante dentre tudo o que é importante? Como deveria terminar o livro de Ezequiel em seu 48º capítulo? O profeta termina com mensagens magníficas. Ele chega ao ápice no último capítulo. É a sobremesa. É a cereja do bolo.

Veja o resumo, conforme Siegfried J. Schwantes:

1. Os termos das sete tribos ao norte da região sagrada (vs. 1-7);
2. A região sagrada dividida entre os sacerdotes, os levitas, a cidade e o príncipe (vs. 8-22);
3. Os termos das outras cinco tribos (vs. 23-29);
4. As portas da cidade (vs. 30-35).

Para quem havia sido levado cativo, essa verdade era empolgante. Estas palavras enchiam o coração de esperança daqueles que ainda confiavam em Deus. João amplia a visão de Ezequiel, no último livro da Bíblia – o Apocalipse. Schwantes observa: “O Apocalipse também fala da Nova Jerusalém com suas doze portas, cada uma das quais leva o nome de uma das tribos de Israel”.

Desta forma, a mesma alegria dos judeus na Babilônia resultante desta profecia deveria fazer vibrar nosso coração, que perdemos nossa liberdade, o Jardim do Éden e o contato direto com Deus por causa do pecado e suas terríveis consequências.

Após falar da restauração e distribuição da terra, as últimas palavras do livro são (na versão A Mensagem):
“A partir de agora, o nome da cidade será JAVÉ-SHAMÁ: ‘O SENHOR ESTÁ ALI’”.

Nas palavras de Schwantes, “esta visão grandiosa conclui [...] com chave de ouro. Nada mais significativo poderia ser dito. Ezequiel que vira a glória de Deus abandonar a cidade (caps. 1 e 11), vira também esta glória voltar ao novo Templo (43:1-9)”. Deus quer a companhia de Seu povo e promete ser presente.

Essa verdade é tão real que Jesus, o Emanuel, Deus conosco, veio a este mundo e habitou entre nós. Deus quer relacionamento conosco, tanto quando almejava pela companhia humana antes do pecado. O problema é que após o pecado não mais apreciamos a presença de Deus.

Estas profecias de Ezequiel deveriam nos fazer refletir: Prefiro a companhia do pecado ou do santo Deus? Gosto mais da presença do maligno ou do Deus bendito que ama, perdoa e restaura? Creio nessas profecias?
(adaptado)

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Ezequiel 48

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Ezequiel  48
Comentários  de  Jon Dybdahl

Enquanto o capítulo anterior descreve os limites gerais do novo Israel, o capítulo 48 fornece os detalhes de como a terra deve ser repartida entre as 12 tribos. Devemos notar que são destinadas terras para todas as tribos. As tribos do reino do norte, que havia deixado de existir desde a conquista assíria, obtém suas terras de volta. Todas as tribos tem um novo recomeço. No centro do território, há uma porção especial ou sagrada da terra. Esta área do meio contém o Templo em seu centro com um lugar em torno dele para os sacerdotes e levitas. O território atribuído ao príncipe ladeia esta porção. Para os israelitas, essa parte de sua terra era o centro de sua vida. E nós, temos colocado Deus no centro da nossa vida?

A nova cidade na área central terá 12 portões cada uma com o nome de uma das 12 tribos, semelhante à cidade santa descrita no livro de Apocalipse 21:12. Ezequiel culmina sua descrição com a revelação do nome da cidade. É de se esperar que seja “Nova Jerusalém”, mas não é. Ela é chamada: “o Senhor está aqui.” O tema do livro diz respeito à presença de Deus. No início do livro de Ezequiel, o pecado de Israel leva a presença de Deus para longe e traz o juízo. Agora Deus revela através de Ezequiel que Ele voltará para a Sua cidade e Seu templo restaurados e Sua presença trará todos os tipos de bênçãos.

Como é apropriado chamar a cidade restaurada de “Yahweh está lá”! Na verdade, esta afirmação é o tema de toda a Bíblia. Em Gênesis, o pecado de Adão e Eva nos separou de Deus. O resto da Bíblia mostra Deus em ação para restaurar a Sua presença entre nós. Isso culmina no livro do Apocalipse, quando Deus declara que Ele estará conosco novamente (Apocalipse 21: 3). Todos os crentes podem esperar viver nessa cidade maravilhosa restaurada agraciados pela presença eterna de Deus.

Jon Dybdahl

Universidade Walla Walla Estados Unidos

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quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Águas Purificadoras-- Ezequiel 47

Lições de Vida
Leitura Bíblica- Ezequiel 47
Águas Purificadoras
Comentários: Pr. Heber Toth Armí
Reavivamento tem a ver com vida de algo que estava morto. Reavivamento espiritual é restauração da vida espiritual, vigor espiritual; restauração da fé e da paixão pelas coisas espirituais que já não existem mais ou está na UTI espiritual. Além disso, reavivamento é restauração física, mental e espiritual.
Onde Deus age, Sua obra é total! Onde o poder de Deus se manifesta pelo Espírito Santo, tudo se faz novo. A restauração espiritual realizada pela ação sobrenatural do Espírito Santo é tanto interna como externa, o coração árido se transforma num belíssimo e colorido jardim com aroma de vida para vida. Israel restaurado por Deus seria transformado, do coração à vegetação (vs. 1-12).

Um rio que sai do trono de Deus é a solução aos judeus e a nós que negligenciamos um compromisso genuíno e intenso com Deus. F. F. Bruce destaca, “num sentido cristão, o rio [da visão] de Ezequiel serve como símbolo adequado daquela vida no Espírito que o evangelho oferece como presente gratuito de Deus a todos os crentes”.

Diante do agir sobrenatural do Espírito Santo, a terra seria restaurada e dividida. O texto destaca [1] as fronteiras de Israel (vs. 13-20), e, [2] as provisões para estrangeiros residentes (vs. 21-23). Isso revela que o sobrenatural reavivamento espiritual deve alcançar pessoas que ainda não pertencem ao povo de Deus.

Então, precisamos, como membros da igreja de Deus...

1. Deixar-se lavar, purificar e encharcar-se com o rio de águas vivas vindas do trono de Deus;
2. Deixar-se renovar, ser restaurado pelo magnífico poder do Espírito Santo que, como rio no deserto, faz brotar vida;
3. Deixar-se ser transformado, de coração seco, sem vida, a um coração cheio do poder do Espírito que transforma tudo por onde passa.

Matthew Henry oferece a seguinte aplicação: “A promessa da Palavra sagrada e o privilégio dos crentes, segundo se derrama profusamente em suas almas pelo Espírito que vivifica, abundam onde o evangelho é pregado; eles nutrem e deleitam a alma dos homens; nunca se desvanecem, nem murcham, nem se esgotam. Até as folhas servem de remédio para a alma: As advertências e as repreensões da Palavra, mesmo menos agradáveis que as consolações divinas, tendem a curar as enfermidades da alma”.
Carecemos deste tipo de reavivamento?
(adaptado)

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Ezequiel 47-

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Ezequiel  47
Comentários  de  Jon Dybdahl

Ezequiel 47 continua a tratar do templo restaurado, da cidade e da terra de Israel. Em um país seco como Israel, a água é uma necessidade da vida em todos os seus aspectos. Ezequiel recebe um retrato vívido da solução de Deus para a questão da água. No Israel restaurado, a presença de Deus é real e supre todas as necessidades, incluindo a de água. O que começa como um fio de água a partir do portão leste do templo começa a fluir em direção ao deserto. No espaço de pouco mais de um quilômetro, o pequeno córrego se transforma num rio caudaloso, renovando as águas do salgado mar Morto. Esta água dada por Deus traz vida. Graças a ela, as árvores crescem e produzem frutos em todos os meses. Os peixes tornam-se tão abundantes que os pescadores prosperam. Toda a terra é abençoada por esta água que flui da presença de Deus.

Embora esta imagem literal nunca tenha acontecido para Israel, ela é uma imagem tão poderosa que posteriores escritores da Bíblia também usaram esta imagem da água para retratar as bênçãos espirituais que Deus dá. Jesus a menciona em João 7:37-39. Ele diz que a água se refere ao Espírito Santo, que será dado aos crentes. Este quadro também é utilizado por João em Apocalipse 22:1, 2, em sua descrição da nova terra. Que imagem poderosa das bênçãos que fluem a partir da presença de Deus!

Este capítulo também trata da divisão da terra entre as 12 tribos. As fronteiras estão bem próximas daquelas dadas originalmente em Números 34:1-12, mas uma grande diferença se destaca. Enquanto no livro de Números apenas israelitas literais recebem a terra, na nação restaurada de Ezequiel, estranhos ou estrangeiros que têm filhos na terra, também recebem uma propriedade. O fato de não israelitas receberem  tratamento semelhante aos dos israelitas, recebendo terras, é mais um exemplo da graça de Deus. Em nosso trato com outros devemos ser tão graciosos quanto Deus é.
Jon Dybdahl
Universidade Walla Walla, EUA


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terça-feira, 12 de agosto de 2014

Orientações divinas do culto- Ezequiel 46

Lições de Vida

Leitura Bíblica- Ezequiel 46
Orientações divinas do culto
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Se a forma de adorar for mais importante que o Ser adorado, o deus deste adorador será de acordo com Seus conceitos, criado pela imaginação; então esse deus será falso. Biblicamente, se você adora ao Deus verdadeiro, tua adoração deve ser estipulada por Ele, não manipulada por você ou por qualquer outro pecador, por mais espiritual que seja.

Refletindo no capítulo de estudo de hoje, cheguei a pensar que, se nossos cultos fossem mais como Deus quer e não como gostamos ou queremos, o reavivamento já teria vindo sobre nossas congregações. Se os estilos musicais, doxologias e formas de pregar, adorar e cultuar fossem puramente extraídos da Bíblia, seríamos plenamente avivados.

Em suma, o capítulo pode oferecer os seguintes tópicos:

1. Descrição das normas divinas do culto para o príncipe – líder;
2. Descrição das orientações divinas do culto para o povo – congregação;
3. Os benefícios que o príncipe oferece a seus filhos;
4. As bênçãos dos príncipes aos seus servos.

Todo privilégio gera responsabilidades. Conhecer a Deus e Sua Palavra são grandiosos privilégios, que geram maravilhosas responsabilidades. O mesmo se pode dizer de ser líder espiritual do povo de Deus. As verdades concernentes à adoração devem ser verdadeiras e divinas, mais do que lógicas e atraentes.

Desta maneira, se Deus separou o sábado para fins puramente espirituais e cúlticos, jamais será a mesma coisa transferir para o domingo as atividades indicadas por Ele para o sábado. As horas sagradas do sábado nunca poderão ser transferidas para o domingo – se nem Deus fez isso, como pode um ser humano fazer? Nem papa, padre, pastor bispo tem esse poder.

Desde o início, o jeito errado de adorar existiu (com Caim); o povo de Israel estava no cativeiro exatamente por não adorar de forma exata ao Deus verdadeiro. Portanto, quando você for adorar hoje...

1. Considere o que diz o texto bíblico, a oferta deveria ser a melhor;
2. Considere Quem é o foco de tua adoração, se é você e tuas emoções ou o Senhor das nações;
3. Considere o teu apreço pelo Príncipe celestial, Ele é o cordeiro sem defeito, Jesus, o Messias ressurreto.
4. Considere a importância do sábado, pois Jesus é o Senhor do sábado!

São apenas algumas reflexões, aprofunde-se mais!
(adaptado)

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RPSP- Ezequiel 46

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Ezequiel  46
Comentários  de  Jon Dybdahl

Ezequiel 46 continua a descrição do templo restaurado e enfatiza como a adoração deveria ocorrer e de que modo as ofertas deveriam ser preparadas. A partir das orientações dadas chegamos a diversas conclusões importantes. Em primeiro lugar, a adoração deve ocorrer de maneira ordenada e de acordo com as regras estabelecidas. Em segundo lugar, observamos como o sábado e a adoração estão intimamente ligados. O sábado ocupa um lugar de destaque no Templo renovado de Israel e sacrifícios especiais deveriam ser oferecidos nesse dia. Em terceiro lugar, destaca-se a importância dos detalhes e da sua observância. Todos estes princípios podem e devem ser seguidos até hoje.

Também é interessante ver neste capítulo, nos versos 19 a 24, o papel que as cozinhas desempenhavam. Não só os sacerdotes do templo têm cozinhas especiais (versos 19 e 20), mas nos quatro cantos do átrio exterior existem grandes cozinhas, que são utilizadas para cozinhar para as pessoas (versos 21 a 24). Enquanto os holocaustos eram queimados em sua totalidade no altar, as ofertas pacíficas em sua maioria eram comidas pelos sacerdotes e pelo povo. Os sacerdotes oficiantes ficavam com a coxa, o peito ia para outros sacerdotes, e o restante era comido pelo povo (Levítico 7:31, 32 e 10:14).

Aos sábados e nos dias das festas religiosas, então, havia festividades e maravilhosa comunhão. Depois do solene sacrifício dos animais em expiação pelo pecado, acontecia um momento de celebração. O príncipe e as pessoas em geral alegremente compartilhavam do alimento na presença de Deus. Na cultura hebraica e bíblica, comer juntos faz parte da verdadeira adoração e comunhão. Devemos manter esta tradição e separar dias para comermos juntos como irmãos em Cristo.
Jon Dybdahl
Universidade Walla Walla, EUA


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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Ezequiel 45 -

Lições de Vida

Leitura Bíblica- Ezequiel 45
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Sem organização, o caos é evidente. Sem ordem, a baderna toma conta. Sem liderança entre os pecadores, a bagunça está feita. Deus sabe disso e lidera Seu povo. Ele especifica todos os detalhes a fim de que Seu povo viva em paz e em tranquilidade. Ele se interessa pelo bem de Seus filhos.

Veja o resumo do capítulo:

1. Os versos de 1 a 8 referem-se sobre a repartição da terra de Israel: Deus mesmo administra e determina especificando a porção dos sacerdotes, a dos levitas, da casa de Israel e do Príncipe. No CENTRO da terra uma porção de terra seria separada para o Senhor; em uma parte estaria o Templo e os sacerdotes, a outra, abrigaria os levitas. Deste lugar central, ainda deveria sobrar um lugar para a cidade de Jerusalém.

2. Os versos de 9 a 17 especifica a questão dos príncipes (líderes): Deus mesmo descreve os direitos e responsabilidades dos mesmos. Eles (os príncipes) estariam localizados no meio do povo, cuja responsabilidade era praticar juízo e justiça para com todos.

3. Os versos que vão do 18 ao 20 fazem referências às ofertas de ano novo. Um novo ano, um novo ciclo. Nesse dia todos deveriam ser purificados de todos os seus pecados. Infelizmente Satanás perverteu tanto essa prática que a virada do ano em nosso século não tem nada a ver com reflexão, purificação e santidade, mas com bebidas, festas pagãs e até rituais a deuses falsos como Iemanjá.

4. Os últimos versos (de 21 a 25) explicam sobre as festas: As ofertas que deveriam ser entregues na festa da Páscoa e na festa dos Tabernáculos. Estas festas apontam para as obras de Cristo e Seus efeitos na vida de todo aquele que O aceita e vive Seus ensinamentos.

Deus deve estar no centro e deve ser o centro na vida de Seu povo, de Sua igreja. Jonathan Edwards disse que “em nenhuma outra coisa o vigor no desempenho de nossas inclinações é mais requisitado no que na religião; e em nenhuma outra coisa a mornidão é tão detestável”.

Será que nos falta colocar Deus no centro de nossa vida diariamente? Precisamos nos envolver mais com as coisas de Deus? A igreja atual carece de compromisso espiritual?

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RPSP- Ezequiel 45

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Ezequiel  45
Comentários  de  Jon Dybdahl

O capítulo 45 continua a descrição detalhada da área do templo e da cidade restaurada de três maneiras:

Primeiro, descreve um bloco especial de terra que deveria abrigar o templo, a terra para os sacerdotes e levitas e uma propriedade para o príncipe. Esta área especial ficava fora das áreas de terras que pertenciam às tribos como herança perpétua. Parte da razão de existir este bloco especial de terra para o príncipe é lhe fornecer terra suficiente para que não se sentisse tentado a obter irregularmente para si terra de outros israelitas. Esta área do templo seria o centro político e religioso do país.

Em segundo lugar, este capítulo descreve as tarefas específicas do príncipe. Ele deveria manter pesos e medidas justos em todo o país para que as pessoas comuns não fossem enganadas por pesos falsos. Este é um elemento fundamental de retidão e justiça que faríamos muito bem em promover em nossa sociedade atual. Outra grande tarefa do príncipe seria fornecer os sacrifícios regulares do Templo. As demais ofertas para sacrifício viriam do povo, através de uma percentagem de seus animais e de sua agricultura.

A terceira e última seção deste capítulo trata das festas da Páscoa e dos Tabernáculos. Ezequiel anseia que as pessoas pratiquem estas festas na nação restaurada de Israel. Ele menciona especificamente essas duas festas porque os sacrifícios adicionais de animais dessas duas festas, vêm do príncipe.

Contentar-se com o que tem, garantir o uso de pesos e medidas corretos e doar parte de seus bens para incentivar a espiritualidade de seus liderados: grandes exemplos a serem seguidos por aqueles em posição de liderança!

Jon Dybdahl
Universidade Walla Walla, EUA



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domingo, 10 de agosto de 2014

Igreja propriedade de Deus- Ezequiel 44

Lições de Vida
Leitura Bíblica- Ezequiel 44
Igreja  propriedade de Deus
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

O dono da igreja é Quem dá diretrizes, regras e atividades a serem realizadas. O dono da igreja não é o papa, nem o padre, nem o pastor. Também não é o sacerdote, ou presbítero, diácono, nem o bispo, muito menos uma família grande que participa dela. A igreja é propriedade de Deus.

Diante dessa realidade, é necessário dar atenção ao que o dono da igreja diz sobre quem atua em seus serviços. A mensagem do capítulo em apreço é: Deus não aceita compromisso parcial, envolvimento superficial e espiritualidade relapsa.

Segue o resumo do capítulo:
1. Orientações sobre a porta oriental e o príncipe (vs. 1-3);
2. Qualificações dos ministros do templo (vs. 4-14);
3. Regras sobre os deveres sacerdotais (vs. 15-27);
4. Regulamentos sobre o sustento dos ministros do templo (vs. 28-31).

Candidatos à liderança da igreja, por mais habilidade que tenham, sem priorizar Deus no tempo, talento e recursos, não deve liderar atividades espirituais. Caloteiros, mentirosos, imorais, indecentes, intemperantes, superficiais no estudo da Bíblia, etc. não são aprovados por Deus para atuar em Sua igreja, mesmo sendo aprovados pelos votos.

A quem falta devoção, consagração, fervor, espiritualidade, santificação, compromisso com a Palavra e com os filhos de Deus, todos devem ser excluídos da liderança da igreja de Deus. Aos que permanecerem, os regulamentos bíblicos devem regê-los. Os que participam da comissão de nomeação dos líderes da igreja de Deus devem ter os princípios bíblicos em mente.

Deus aceita a todos em Seu amor, só não aceita a qualquer um na liderança de Sua igreja. Nas palavras de S. J. Schwantes, “somente sacerdotes da linhagem de Zadoque poderiam servir no novo Templo”. Estes, não deveriam beber nada alcoólico. “O sacerdote não podia permitir que algo viesse a obliterar seu discernimento espiritual ao se ocupar das coisas sagradas. Uma das razões para a temperança é que ao sacerdote cabe ensinar o povo a distinguir entre o santo e o profano” (v. 43).

Em síntese:
1. A igreja será reavivada caso a liderança seja comprometida com Deus;
2. A igreja será reavivada se os princípios da Palavra de Deus forem seguidos na escolha da liderança.

Pense nisso e aplique isso na hora de escolher os líderes da igreja de Deus

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Normas Relativas ao Templo- Ezequiel 44

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Ezequiel  44
Normas Relativas ao Templo
Comentários  de  Jon Dybdahl

A última parte do capítulo anterior (Ezequiel 43), que descreve o altar e sua consagração, e este capítulo apresentam normas relativas ao templo e ao sacerdócio. Em 43:12, Ezequiel falou da “lei do templo.” Embora o conteúdo do presente capítulo pareça ser diferente, seu conteúdo também pode ser enquadrado sob o título “a lei do templo.”

A primeira seção do capítulo trata do príncipe (o governante secular), e do portão oriental. O portão leste, ou oriental deveria ser fechado para nunca mais ser aberto, pois foi por ali que Deus entrou no templo. Isso reforça Ezequiel 43:7 que diz que Deus nunca mais deixará o seu templo. Como este portão nunca voltará a ser utilizado por Deus como uma saída ele deverá ser fechado para sempre. Toda vez que um adorador entrar no templo e ver o portão leste fechado ele é lembrado da presença permanente de Deus com o Seu povo.

O restante do capítulo trata daqueles que podem entrar no templo e também dos sacerdotes. A maioria das leis desta seção é semelhante às leis dadas em Levítico, especialmente nos capítulos 17-26. O princípio fundamental é encontrado em Levítico 19:2: “Sejam santos porque eu, o Senhor, o Deus de vocês, sou santo” (NVI). Os sacerdotes e essas leis tinham como objetivo ensinar ao povo a diferença entre o santo e o profano, o puro e o impuro. As pessoas que se aproximam de Deus devem ser santas, isto é, separadas do pecado e dos pecadores.

O pecado do povo de Israel trouxe como conseqüência o juízo divino e a perda da presença de Deus. Na cidade restaurada, não deve haver qualquer pecado para que a presença de Deus possa permanecer ali. Todos os regulamentos apresentados no livro de Ezequiel existem para apoiar a santidade do povo e permitir a presença de Deus.

Será que nós, hoje, estamos dando a devida importância à separação do pecado e a santidade de Deus?
Jon Dybdahl
Universidade Walla Walla, EUA


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sábado, 9 de agosto de 2014

A Glória do Senhor- Ezequiel 43

Lições de Vida
Leitura Bíblica- Ezequiel 43
A Glória do Senhor 
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Se a Bíblia for tratada meramente como registro histórico de valiosas percepções religiosas antigas, sua leitura, estudo e reflexão não serão melhores que de bons livros de histórias com fundo moral. Por outro lado, se for considerada como ela realmente é – Palavra de Deus – sua influência reaviará até o mais moribundo pecador.

Abra tua Bíblia, veja o que Deus tem a dizer-te nas páginas sagradas. Leia Ezequiel 43 e tire lições importantes para teu bem.

Objetivando te auxiliar, apresento a seguir uma breve meditação...

1. No início do livro, o profeta Ezequiel viu, em visão, a glória de Deus retirar-se do Templo; porém, agora, beirando o final de seu livro, ele a viu retornar (vs. 1-12).
2. Para que permaneça a glória de Deus, o altar deveria ser reconsagrado com uma série de sacrifícios e sangue a fim de serem realizadas a expiação e a purificação da contaminação das imundícias de pecados (vs. 13-27).

Após as cerimônias de sete dias de purificação, depois de abandonar práticas que levaram a Deus afastar-se de Seu povo, é dito: “Depois desses sete dias de dedicação, a partir do oitavo dia, os sacerdotes devem apresentar as ofertas queimadas e as ofertas de paz. E eu aceitarei vocês com satisfação, com alegria! É o decreto do Eterno, o Senhor” (v. 27 AM).

O que isso quer nos dizer?

1. Nossa pecaminosidade deve ser eliminada (só Deus consegue fazer), para que sejamos aceitos por Ele.
2. Nossa vida precisa ser reconsagrada após cada pecado ou ato errado para que sintamos a restauradora presença de Deus.
3. Nossa dedicação deve ser real, precisamos dar prioridade total a Deus para que Sua glória se manifeste a nós.
4. Nossa entrega completa à influência santificadora alegra o coração de Deus.

O texto valoriza a presença de Deus. O profeta Ezequiel vibra com a presença de Deus. E, você? Observe: “A resplandecente glória do Eterno entrou no Templo... O Espírito me pôs de pé... E a resplandecente glória do Eterno encheu o templo” (vs. 4-5).

Temos de almejar a presença de Deus. Temos de almejar a glória de Deus em nossa família e igreja. É tempo de buscar o reavivamento que resulta em verdadeira reforma espiritual. É tempo de santificação e salvação!

(adaptado)
Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos de Gênesis até hoje você encontra em:

Ezequiel 43

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Ezequiel  43
Comentários  de  Jon Dybdahl

A primeira seção de Ezequiel 43 (versículos 1-12), que descreve o retorno da glória de Deus ao Templo, é realmente o clímax do livro.

Em Ezequiel, o juízo de Deus sobre um Israel pecaminoso é vividamente retratado na dramática partida passo a passo da glória da presença de Deus do Templo. Isto é descrito em Ezequiel 10 e 11. Essa partida é invertida no capítulo 43 quando a glória retorna ao Templo restaurado, através do portão leste, o caminho pelo qual ela havia saído.

O templo reconstruído, descrito por Ezequiel nos capítulos 40-42, só se torna funcional quando Deus está presente, o que acontece em Ezequiel 43. Isto também estabelece a base para o restante do livro, onde são descritos os rituais do Templo, a cidade nova e a nova terra. O clímax de tudo isso é visto no nome da cidade: “O Senhor está aqui” (Ez. 48:35, NVI).

Esta mensagem é tão importante que o próprio Deus diz para Ezequiel declarar tudo isso para Israel. Então, no verso 10 é dada a razão para toda a descrição do templo: o templo restaurado tem como finalidade ajudar Israel a se envergonhar de seus pecados passados e arrepender-se e, então, seguir os estatutos e as leis dadas por Deus.

Estas belas considerações nos fazem refletir sobre algumas questões importantes para nós, hoje: quão importante para nós é a presença de Deus? Temos hoje edifícios e igrejas agradáveis, mas está Deus presente nelas? Permitimos que a graça restauradora de Deus, a presença amorosa de Deus, toque nossos corações e nos leve a ter vergonha de nossos pecados e a verdadeiramente adorá-Lo?
Jon Dybdahl
Universidade Walla Walla, EUA

Imagens do google editado por Palavra eficaz

http://www.palavraeficaz.com/
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