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terça-feira, 2 de abril de 2019

Deuteronômio 19 Comentários

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica: Deuteronômio 19
Comentários: John Ash


Moisés deveria estabelecer seis cidades de refúgio dentre as 48 cidades dadas aos levitas. As cidades de refúgio eram lugares para onde poderia fugir uma pessoa que houvesse matado alguém acidentalmente. A cidade proporcionava asilo para o fugitivo abrigando-o e protegendo-o até que um julgamento justo pudesse ser realizado para determinar a sua culpa ou inocência. Se, no julgamento dos anciãos da cidade, a morte houvesse ocorrido acidentalmente e sem intenção, o homem recebia permissão para ficar na cidade de refúgio, sem medo de dano ou vingança por familiares do morto.

As cidades de refúgio refletem o próprio Deus. No Salmo 46:1 Ele diz: "Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações [ou "na angústia"]." Mais de 15 outras vezes, os Salmos falam de Deus como nosso refúgio.

Jesus, "Deus conosco", é o nosso refúgio real. Assim como as antigas cidades de refúgio, Jesus sempre esteve ao alcance e aberto a todos, e não apenas para os israelitas. Mas há uma distinção crucial entre as cidades de refúgio e o nosso refúgio em Jesus. As antigas cidades de refúgio só ajudavam o inocente, aqueles que mataram alguém acidentalmente, mas os culpados podem vir a Jesus. E isso vale para todos nós, "Porque todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus." (Romanos 3:23)

'Querido Deus, nós somos culpados. Admitimos. Obrigado por ser um refúgio acessível onde podemos nos abrigar. Em Ti buscamos perdão e purificação" (I João 1:9).


John Ash
União Missão Chinesa
Hong Kong

#rpsp

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Lições da Vida de Jesus-Mateus 20

Lições da Vida de Jesus

Leitura Bíblica- Mateus 20
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Verdades divinas contrariam vontades humanas. O pecado impulsiona aos sentimentos. Tais sentimentos precisam dos reajustes de Cristo a fim de que mudemos nossos pensamentos e comportamentos; do contrário, nunca experimentaremos nenhum verdadeiro reavivamento.

1. Temos facilidade de questionar coisas boas e privilégios concedidos pela graça divina; Jesus simplesmente revela que, do ponto de vista divino, os últimos serão primeiro, e os primeiros, os últimos (vs. 1-16).

2. Nem todos os que passam tempo com Jesus se salvarão: Judas é um triste, mas verdadeiro exemplo dessa fatalidade. A morte e a ressurreição de Cristo só agem em quem se entrega a Jesus mais do que fez Judas (vs. 17-18).

3. Nem todos os nossos mais nobres e sublimes anseios, nem mesmo nossas mais positivas e boas intensões são aceitáveis Àquele que conhece profundamente nosso coração; mães e filhos podem ver negadas suas orações dirigidas a Cristo caso estejam impregnadas de ambições (vs. 20-28).

Os ensinamentos de Cristo são mais valiosos que o ouro e, deveriam ser buscados mais do que se busca o salário de um mês de serviço. Na mente humana, aquilo que Deus faz pode parecer injusto se não estiver embebecida com as puras lições espirituais reveladas na Bíblia. Veja esta pergunta de Jesus aos que cobram seus “direitos”:

“Você vai se mostrar mesquinho por eu ter sido generoso?”. O autoconhecimento é importante a fim de não questionar a Bíblia e as Palavras de Jesus. Assim como os críticos revelam seu caráter mais do que o caráter de quem está criticando, quem questiona a generosidade de Deus revela mesquinhez.

Precisamos que Jesus abra nossos olhos espirituais a fim de que tenhamos discernimento e percepção da realidade. Precisamos aprender a enxergar as coisas como Deus as vê. Diante dos dois cegos que clamavam por misericórdia, “Jesus parou e chamou-os: ‘O que vocês querem de mim?’. Eles disseram: ‘Senhor, queremos ter os olhos abertos. Queremos ver’” (vs. 29-31).
O salmista suplicou: “Abre meus olhos, para que eu possa ver o que me mostrares das coisas maravilhosas que fazes” (Salmo 119:18). Se Jesus não abrir nossos olhos:

1. O acharemos injusto, não generoso;
2. Acharemos que somos mais justo do que Ele;
3. Reclamaremos “direitos” quando não temos nem mesmo direito de reclamar.

Reflita!
Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos dos livros de Genesis a Malaquias  você encontra em:

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Gênesis 37

Reavivados por Sua Palavra- 

Leitura Diária- Gênesis 37

Leia ou ouça o capítulo 37 de Gênesis clicando em: http://www.bibliaonline.com.br/acf/gn/37  ,ou leia em sua bíblia.

Comentários do Pastor Jobson Santos- Gênesis 37

Jacó repetiu o erro de seus antepassados em privilegiar um filho em detrimento dos demais. Ele claramente demonstrava gostar mais de José. Tanto que mandou fazer para ele uma túnica longa, muito linda e bem tecida, e não para os demais.

Os resultados de ser o filho mimado e protegido não foram bons nem para José nem para os irmãos. De um lado José se acostumou a ter tudo fácil na mão, a não ser muito perceptivo para com os sentimentos e necessidades dos outros. De outro lado os irmãos ficaram com ciúmes dele e passaram a odiá-lo de tal modo que não conversavam mais amigavelmente com ele.

José era bondoso de coração. Misturava-se, por exemplo, com os filhos de Bila e de Zilpa, concubinas do seu pai. Apenas era ingênuo. Não aprendera a ver o mundo com olhos de prudencia e cautela. Era tão transparente que até contou aos irmãos e ao pai os sonhos que tivera de que um dia eles haveriam de se curvar diante dele. Seus irmãos passaram a odiá-lo ainda mais. Seu pai, entretanto, refletiu naquilo. Será que era um aviso por parte de Deus?

Quando Deus lhe mostrar uma habilidade especial que você tem, ou algum trabalho a ser feito, não olhe para o ciúme ou a oposição que outras pessoas possam lhe fazer. Siga a sua vocação. Pense em maneiras de fazer crescer as habilidades necessárias para cumprir bem a sua missão de vida. José não planejou isso, mas a covardia dos irmãos em vende-lo como escravo foi uma ferramenta para o seu crescimento pessoal.

Embora Jacó tenha ficado desconsolado com a notícia da morte de José, o rapaz estava sendo cuidado por Deus. Naquela viagem para o Egito José sentiu que Deus o estava chamando para um relacionamento mais íntimo com Ele. Então José tomou a decisão de ser fiel a Deus, de ser amigo de Deus, independente de qualquer coisa.

Se nós também estivermos atentos a voz do Espírito Santo não temeremos as tempestades da vida ou a oposição dos nossos inimigos. As crises da vida podem se tornar em ferramentas divinas para burilar o nosso caráter para a eternidade e nos preparar para maior utilidade nesse mundo. Assim foi com José. Assim pode ser com qualquer um de nós. O segredo está em aprendermos as lições que Deus quer nos ensinar.
/Jobson Santos/
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