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quarta-feira, 11 de janeiro de 2023

I Crônicas 25 Comentário

  


Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica – I Crônicas 25
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


I CRÔNICAS 25 – Culto a Deus não oferece lugar para exibir dons e talentos. A música na Igreja não é meio de buscar “aplausos”, ou engrandecer orgulhosamente diante do público. A glória deve ser dada exclusivamente a Deus; do contrário, toda atuação será vanglória, aliás, uma glória vã, inútil, sem sentido real, desprovida de espiritualidade.

A música para louvar, exaltar e adorar a Deus é de grande importância nos momentos cúlticos. Sua utilização deve ser correta para ser devidamente útil. Para Deus, a regra não deve ser “qualquer coisa serve”. Cantar sem preparação, apresentar sem ensaio ou sem consagração, implica afrontar ao Deus que, devidamente planejado, entregou Seu melhor, a nós que merecemos o pior. Quanto mais deveríamos considerar ao apresentar-Lhe um louvor!

Precisamos ter ciência da importância e relevância da música na adoração como tinha Davi. “Evoluídos tecnologicamente, musicalmente e culturalmente” ficaríamos envergonhados diante do preparo e organização musical orquestrados por esse rei num passado remoto.

Davi selecionou 4.000 levitas “para louvarem o Senhor com os instrumentos musicais que” ele “tinha preparado com esse propósito” (I Crônicas 23:5). Além desses milhares de instrumentistas, 288 cantores foram devidamente escolhidos para apresentar os louvores: “Todos capazes e preparados para o ministério do louvor ao Senhor” (I Crônicas 25:7). Não havia separação de idade ou de habilidade, todos estavam juntos. Pois, “tiraram sortes entre jovens e velhos, mestres e discípulos para designar-lhes suas responsabilidades” (I Crônicas 25:8).

Há pessoas que não compactuam com a ideia de ter instrumentos musicais na adoração a Deus. Estas louvam suas ideias e orgulham-se de suas concepções pervertidas. Porém, Davi tinha ciência de que os instrumentos musicais impulsionavam e embelezavam os sons vocais emitidos pelas vozes humanas. “Davi, junto com os comandantes do exército, separou alguns dos filhos de Asafe, de Hemã e de Jedutum para o ministério de profetizar ao som de harpas, líras e címbalos... Todos esses homens estavam sob a supervisão de seus pais quando ministravam a música do templo do Senhor, com címbalos, liras e harpas, na casa de Deus. Asafe, Jedutum e Hemã estavam sob a supervisão do rei” (I Crônicas 25:1, 6).

Tudo precisa ser devidamente preparado e organizado (I Crônicas 25:2-5, 9-31). Como seria o louvor em nossas igrejas caso aplicássemos esses princípios? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

domingo, 17 de julho de 2022

Deuteronômio 32 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 


Leitura Bíblica - Deuteronômio 32

Comentário Pr Heber Toth Armí

DEUTERONÔMIO 32 – A música na Bíblia não visa entreter os adoradores. O Deus que receberia adoração de Seu povo é Quem dita o propósito do cântico, pelo menos no contexto em que o povo de Israel adentrava a Terra Prometida.

Deus informou que o cântico de Deuteronômio 32 teria o propósito de ser um testemunho que lembraria o povo de seus pecados (Deuteronômio 31:19-30). Em Êxodo 15, Israel liberto por Deus, entoou o “Cântico de Moisés” ao atravessar à seco o mar Vermelho motivado pela celebração da vitória e do poder de Deus sobre seus inimigos. Agora, deseja alertar quanto à apostasia e a disciplina divina sobre o povo abençoado e privilegiado; contudo, as nações inimigas do povo de Deus também serão punidas pelo Juiz Celestial.

O hino em análise exalta a Deus por Sua grandeza e justiça em prol do povo que O desprezaria (Deuteronômio 32:1-6). Israel, que havia sido criado por Deus, redimido sobrenaturalmente e, preservado amoravelmente, se rebelara e havia seguido a outros deuses na história, atraindo assim o juízo divino; o mesmo critério seria usado no futuro caso o povo se desviasse do amor ao Deus que o amava (Deuteronômio 32:7-38); contudo, em meio à apostasia do povo, Deus jamais desistiria de conduzi-lo à salvação (Deuteronômio 32:39-43) – Maravilhosa Graça!

“Tendo entoado seu cântico, Moisés instou o povo a subscrever suas exigências como instrumento da aliança [Deuteronômio 32:44-47]. Depois, em resposta à ordem do Senhor, Moisés subiu ao monte Nebo para esperar o dia de Sua morte [Deuteronômio 32:48-52]. O fato de um líder grandioso como Moisés não ser poupado do julgamento quando falhou em sua confiança em Deus e no respeito para com Sua santidade serviu como um duro alerta para que Israel evitasse erros como os dele” (Eugene Merrill). Porém, apesar das estratégias divinas, Israel desobedeceu e afastou-se de Deus.

Deuteronômio 32 revela-nos que, apesar da inevitabilidade da morte, Deus nunca é pego de surpresa. Embora desconhecida aos mortais, a hora da nossa morte é conhecida pelo Deus que consola aos Seus servos com Sua presença, quando se submetem a Ele até mesmo ao aceitarem algo contra a própria vontade (Deuteronômio 32:48-52). Na hora da morte, Deus não abandona àqueles que, embora tenham pecado, submetem-se a Ele!

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

terça-feira, 23 de abril de 2013

Lições de Vida


Leia na Bíblia- II Crônicas 5
Comentários do Pr. (Heber Toth Armí) #rpsp
As pessoas que perdem o senso do sagrado perdem a reverência. Reverência é mais do que respeito, é comparada a um “respeito profundo” mais do que o mero e simples respeito como normalmente é conhecido. Esse respeito profundo, essa reverência para com as coisas de Deus, deve nos reger como regeu Salomão e os levitas ao transportarem a arca sagrada para o templo construído para Deus (II Crônicas 5). Haja vista que, mesmo que a reverência fosse notada, o clima entre as pessoas não era de velório (funeral), mas também não era de gritos descontrolados e agitações como se vê em centenas de igrejas que se autodenominam evangélica pentecostal ou carismática. Ao lidar com as coisas sagradas é preciso respeito, reverência e deferência, mas não deve ser antiquado e nem “chato”, sem graça. Talvez seja por certas atitudes erradas tanto num extremo quanto em outro de algumas pessoas ou líderes religiosos que fizeram outras perderem completamente a reverência para com as coisas sagradas. As bênçãos e as obras de Deus, a certeza de Sua direção e cuidado, etc. devem ser celebrados com cânticos de alegria, com o coração cheio de vibração, entusiasmo e emoção. As músicas verdadeiramente sacras e espirituais devem expressar a satisfação, o prazer e a alegria de estar na presença de Deus; sem, porém, as trágicas marcas do emocionalismo artificial e exagerado que evidencia irreverência e desrespeito. Estude a Bíblia e louve e adore corretamente a Deus ♪

Os instrumentos musicais são essenciais para adorar a Deus. Eles são descrito com detalhes devido a sua importância em celebrar Àquele que é o único digno de adoração. Nota-se em II Crônicas 5 que, além dos levitas e sacerdotes que levavam a arca ao Santo dos Santos localizado no interior do Templo, outro grupo de levitas tocavam músicas e cantavam louvores ao Deus do Templo. Diz o experiente teólogo Marcos De Benedicto que “Os autores bíblicos não estavam preocupados em criar listas de instrumentos ‘santos’ e ‘profanos’. A questão é como usar os instrumentos”. Adoração com música é tão importante que ele complementa, “se você está adorando [a Deus] sem música e alegria, algo pode estar errado com você e a sua adoração”. Há muitas discussões na igreja sobre a questão da música, estilo, gosto pessoal, cultura e instrumentos, etc. sendo que é muito mais importante a atitude reverente, alegre e solene diante de Deus; obviamente isso exclui quaisquer características seculares e mundanas ou mesmo qualquer coisa oriunda da vontade carnal e pervertida do ser humano. Desta forma, a adoração deve ser regida pelo poder do Espírito Santo em nós. Então, prepare-se espiritualmente, permita que o Espírito Santo seja teu regente no louvor a fim de que tua adoração seja como Deus quer e não como você deseja. Deus não merece qualquer louvor, Ele merece o melhor louvor; o qualquer vem de baixo, do homem, o melhor vem do alto, do Espírito Santo em nós e volta para lá ♪

Quando a adoração é correta na igreja, a presença de Deus enche o espaço do templo e inunda de paz, alegria e satisfação o coração do adorador (II Crônicas 5:13-14). Em seu livro “O Brilho da Vida”, Marcos de Benedicto afirma categoricamente que, “se a adoração não despertar nenhuma reação espiritual, emocional ou mesmo física em você, então é uma adoração superficial e questionável. Quando adora e louva ao Senhor, você põe o coração em Deus e Deus no coração”. Quando você se eleva numa adoração inspiradora, espiritual e verdadeiramente sacra, movido pelo poder do Espírito Santo, o próprio Deus desce a Terra, até você; e, você sente a Sua impactante presença. Infelizmente muitos adoradores jamais tiveram esse extraordinário privilégio, nunca provaram essa maravilhosa e revigorante experiência simplesmente porque “este povo se aproxima de mim”, diz Deus, “com sua boca, e com os seus lábios me honra, mas o seu coração está longe de mim. O seu temor (reverência) para comigo consiste só em mandamentos de homens, em coisa aprendida por rotina” (Isaías 29:13). Deus quer encher a tua alma com a Sua glória. Deus quer invadir o espaço físico em que você se encontra agora e quando você está na igreja, mas você deve louvá-lO e adorá-Lo de forma correta, de todo coração, com sinceridade e, movido por poder do Espírito Santo. Aproxime-se de Deus de forma correta e sinta Deus aproximando-Se de você. Experiente esse privilégio e tenha um bom dia hoje ♪♫
 (Heber Toth Armí) #rpsp
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domingo, 14 de abril de 2013

Lições de Vida

Leia na Bíblia 1 Cronicas 25
Comentários do Pr. (Heber Toth Armí)
A música exercia e deve ainda exercer influência tão grandiosa na adoração ao Deus do Universo a ponto de impactar os ouvintes. Em I Crônicas 25 nos é apresentado os responsáveis pela música, a organização do louvor. A música na verdade deve ser o centro de toda adoração elevada a Deus. Porém, não deve ser qualquer música e nem de qualquer jeito! A adoração não deve ser desorganizada, sem preparação ou improvisada. Além disso, há muita tradição na música e pouquíssima adoração. Um grande número de pessoas assiste aos cultos sem experimentarem o significado da verdadeira adoração ao verdadeiro Deus. As normas de um culto que as pessoas aprendem ao se unirem à uma determinada igreja, servem de diretrizes, seguindo as tradições como sendo as normas para determinar a adoração de outras pessoas. Outros podem nunca ter parado para pensar que cochilos, irreverência e cochichos têm sido muito comuns nos cultos devido a que tais pessoas estão completamente deslocadas e desfocadas na igreja e nem percebem que tais atitudes são um insulto à adoração a Deus. Enquanto alguns cultos se parecem com shows de tão agitados outros se parecem com velórios de tão parados. Precisamos urgentemente olhar para I Crônicas 25 e equilibrar nossa adoração a Deus pelas lentes das Sagradas letras inspiradas pelo Espírito Santo e não pelo espírito humano. Reavivamento espiritual passa pela reforma na adoração!

Quando o culto não é correto e realmente de adoração a Deus, jamais será possível desejar que os participantes do culto se retirem da igreja convictos de terem estado na presença do santo e soberano Deus. É certo que uma das causas de não sentir a presença de Deus no culto está na falha de quem busca, O busca inapropriadamente, ou seja, de forma errada; resultando, assim, num desleixo, descuido e irreverência na adoração. Quem não adora a Deus individualmente revelará sua frieza na adoração pública. Quem não tem um encontro diário e particular com Deus jamais o terá publicamente. Quem não tem prazer na adoração diária na semana, não terá satisfação na adoração coletiva no culto de final de semana. O santuário ou o templo eram cópia do Santuário Celestial; o sacerdócio e os serviços cúlticos no templo terrestre eram típicos do celestial, revelando assim que, qualquer coisa que fizermos em relação a Deus não deve ser imitação das coisas terrestres, mundana, mas das coisas celestiais, espirituais. Qualquer imitação do que é produzido no mundo não é aceito no Céu. Se existe uma lição importantíssima em I Crônicas 25 que devemos praticar é: Prestar atenção em nossa adoração a Deus a fim de que ela seja aceita por Ele; do contrário, seremos rejeitados por Ele – estaremos trilhando o caminho de Caim! Devemos aprender com Davi a adorar a Deus verdadeiramente em espírito e em verdade! Faça isso todos os dias!

Há uma semelhança em I Crônicas 25 com Apocalipse 5. Em Apocalipse fala de 24 anciãos no Céu e em I Crônicas fala de 24 grupos de músicos. Em Apocalipse os anciãos tocam suas harpas e em I Crônicas os músicos tem suas harpas para adorar a Deus no templo. Ambos adoram a Deus tocando constantemente as suas harpas. Os serviços dos anciãos em Apocalipse tem uma réplica em I Crônicas para mostrar-nos que aqueles que se aproximam de Deus não fazem outra coisa a não ser adorá-lO e servi-lO de todo coração o tempo todo. Se em I Crônicas é formado na terra o primeiro maior coral de adoração ao Deus do Universo, em Apocalipse 5 é revelado o maior espetáculo musical da História Universal, mas no Céu. Entre esses dois pontos estamos nós, desde a terra sobem nossos altos louvores e se unem com o louvor dos anjos até o dia em que estaremos diretamente na presença de Deus no Céu. Enquanto isso vamos ensaiando aqui neste mundo para cantarmos a Deus lá no Céu. Vamos experimentando o poder de Deus, confiando nEle a fim de um dia celebremos com todos os salvos juntos no Céu a vitória concedida por Cristo na cruz. Não abaixe a cabeça, erga a voz em louvor e adoração a Deus! Ensaie celebrar tua vitória desde agora!

Reavivados por Sua Palavra-I Cônicas 25


Leitura Biblica  - I  Cônicas 25
Comentários do Pr. Jobson Santos

Davi gostava de música e se interessava pessoalmente pelo ministério dos cantores e instrumentistas. Dos trinta e oito mil levitas existentes em seus dias, quatro mil foram separados para louvar ao Senhor com instrumentos musicais (1 Crônicas 23:5) e 288 foram escolhidos para cantores no templo (1 Crônicas 23:7).

A fim de desempenhar os seus papéis sagrados na adoração pública, os cantores precisavam estar sob a direção do Espírito Santo. Daí ser dito que foram escolhidos “para o ministério de profetizar ao som de harpas, liras e címbalos” (1 Crônicas 25:1, NVI). A eles cabia comporem e cantarem hinos que levassem o povo para mais perto de Deus.

Os cantores foram escolhidos entre os descendentes de Asafe, Hemã e Jedutum. Estes três homens eram videntes do rei, ou seja, atuavam como seus conselheiros (conforme 1 Crônicas 23:5, 2 Crônicas 29:30 e 35:15). Asafe, Hemã e Jedutum coordenavam os vinte e quatro grupos de cantores, liderados por seus filhos.

Os músicos profissionais que serviam no templo pertenciam aos Levitas. Isto significa que eles eram sustentados com os recursos do dízimo e com as dádivas trazidas pelos adoradores. Esta permanente provisão financeira permitia que eles se dedicassem  integralmente a sua nobre função e resultava num serviço de qualidade. Suas composições musicais não priorizavam satisfazer o gosto popular, mas, sobretudo, agradar a Deus. 

Abençoados sejam os músicos, que através dos seus talentos e de sua fidelidade ao Senhor tornam a nossa caminhada espiritual mais alegre e significativa.

Embora nem todos sejamos músicos profissionais, todos somos convidados a louvar ao Senhor e darmos glória a Ele através da nossa maneira de viver!

Senhor, reavive os louvores no meio do Seu povo, pela inspiração do Seu Espírito.

Jobson Santos
Rede Novo Tempo
Ministério da Oração

Leia na Bíblia: I Cronicas 24- http://www.bibliaonline.com.br/acf/1cr/25
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quinta-feira, 17 de maio de 2012

Nunca pare de lutar

Ludmila Ferber

O que vem pra tentar ferir
O valente de Deus
Em meio às suas guerras?

Que ataque é capaz
De fazê-lo olhar pra trás
E querer desistir?

Que terrível arma é
Usada pra tentar paralisar sua fé?

Cansaço, desânimo
Logo após uma vitória
A mistura de um desgaste com um contra-ataque do mal
A dor de uma perda, ou a dor da traição
Uma quebra de aliança, que é raiz da ingratidão

Se alguém está assim, preste muita atenção
Ouça o que vem do coração de Deus:
Em tempos de guerra, nunca pare de lutar
Não baixe a guarda, nunca pare de lutar
Em tempos de guerra, nunca pare de adorar
Libera a Palavra, profetiza sem parar

O escape, o descanso, a cura
A recompensa vem sem demora

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