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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Lições de Vida-Amós 7

Lições de Vida
Leitura Bíblica- Amós 7
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Tem gente que não gosta da verdade nua e crua, nem mesmo vinda de Deus com amor visando salvação. Mesmo assim, Deus mostra-se misericordioso, desviando Seu juízo; porém, não ouse falar contra o servo do Senhor. Não seja corajoso para criticar ninguém, muito menos enviados de Deus para te advertir. É perigoso!

Claro que pastores indignos do cargo abusam desse argumento para continuar em suas práticas libertinas, anti-bíblicas. Estes sofrerão mais que aqueles que falam mal e criticam aos verdadeiros servos do Senhor. São agentes do diabo, lobos devoradores, enganadores que desviam pessoas do caminho do Céu – vão pagar caro por isso!

Neste capítulo Deus nos dá três visões por meio de Amós:
1. Dos gafanhotos (vs. 1-3): Sem oração, nenhuma pregação tem poder. Não adiante ser um terremoto assustador no sermão, se este não for regado de oração e intercessão. Os gafanhotos indicam o juízo de Deus contra um povo sem juízo; mas, o profeta clamou a Deus por intervenção graciosa. Deus cancelou a destruição!

2. Do fogo (vs. 4-6): O fogo é instrumento da justa e santa ira de Deus contra a paixão do Seu povo pelo pecado. O fogo causa destruição total. Preocupado, empático e compassivo, o profeta suplica que Deus não envie o fogo. Deus atendeu prontamente. O bom pregador é aquele que intercede pelo miserável pecador.

3. Do prumo (vs.7-9): Deus investiga, observa, analisa – esquadrinha Seu povo medindo Seu caráter, a fim de destruir os pontos críticos onde o pecado é praticado. A bondade de Deus nunca anula a Sua justiça, nem a intercessão destrói Sua aversão pelo pecado.

Diante de um intercessor compassivo, comprometido com a salvação dos condenados pelos pecados, os religiosos “meia boca”, superficiais e destituídos de relacionamento com Deus, acusam, criticam e atacam aos enviados de Deus (vs. 10-17). Falta-lhes visão/discernimento espiritual:

1. O crítico faz uma avaliação falsa do pregador e de sua mensagem;
2. O crítico chega a conclusões erradas das pregações que ouve;
3. O crítico tem coragem de repreender e quer que vá embora o servo de Deus.

Assim, ele causa a própria desgraça (v. 17). ATENÇÃO: Custa caro negligenciar enviados de Deus!

Se Deus alcançou teu coração, que tal permitir o Espírito Santo te reavivar e te reformar?-Heber Toth Armí

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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terça-feira, 16 de setembro de 2014

Lições de Vida- Amós 4

Lições de Vida
Leitura Bíblica- Amós 4
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Tem muita gente que compra livros de sermões. O que mais acho estranho é pastor que estudou teologia quatro ou cinco anos comprando livros de sermões. Por outro lado, o livro do profeta Amós é um livro, sobretudo, de sermões – grandes sermões!

Este capítulo em apreço é seu segundo sermão; cujo esboço pode ser da seguinte forma:

1. UMA DENÚNCIA AO PROFESSO POVO DE DEUS – Vs. 1-5
a) Mulheres perversas serão expulsas como com anzóis presos ao nariz.
b) Mulheres e homens vivem a hipocrisia quando busca a Deus mas sacrifica a ídolos.

2. UMA DEFESA AO DEUS VERDADEIRO – Vs. 6-13
a) Deus é bondoso, misericordioso e paciente; Ele oferece muitas oportunidades de arrependimento mesmo sabendo quando não haverá resultados.
b) Deus oferece limites aos pecadores, quando não há mais o que fazer é realizado o juízo que traz junto punição divina ao pecado.

Temos de aprender a pregar com Amós. O Dr. R. Albert Mohler Jr apresenta a situação da pregação hoje, nos seguintes tópicos: A pregação contemporânea...
1. Sofre de perda de confiança no poder da Palavra;
2. Sofre de obsessão por tecnologia;
3. Sofre de embaraço diante do texto bíblico;
4. Sofre de esvaziamento de conteúdo bíblico;
5. Sofre de focalização em necessidades sentidas;
6. Sofre de ausência de evangelho.

Mohler observa: “interesses práticos e psicológicos substituíram a exegese teológica; e, o pregador direciona seu sermão às necessidades percebidas da congregação, e não à Sua necessidade de um Salvador... Para que o evangelho faça sentido, a pregação autêntica tem de lidar honestamente com a realidade do pecado humano, com franqueza semelhante à do texto bíblico”.

Nossos púlpitos precisam de reavivamento. Nossos sermões precisam ser mais bíblicos. Nossas pregações precisam de mais conteúdos, de mais profundidade, de mais religiosidade, de mais piedade, de mais espiritualidade. Nossos pregadores precisam de mais consagração, de mais oração e até de mais estudo da Bíblia do que das necessidades humanas.

A pregação verdadeiramente bíblica não agrada às pessoas apegadas ao pecado: Ela os confronta. Nossos púlpitos precisam de pregadores que, como Amós, se levantam contra os pecadores; revelam a indignação de Deus, mas não deixam de falar que há oportunidade de salvação caso houver arrependimento.

Se isso não acontecer na igreja, não haverá reavivamento

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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Amós 4 Comentários de Deepati Vara Prasad

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Amós 4
Comentários  de  Deepati Vara Prasad

Aqui, Amós profetiza contra os opressores dos pobres e necessitados, dizendo que eles serão levados cativos (vv 1-3.); contra os idólatras que seguem as paixões do seu coração (vv 4,5.); e contra os impenitentes, que irão enfrentar o julgamento de Deus (vv. 6-13).

As vacas de Basã, ou seja, os principais homens e mulheres de Israel que amam o luxo, têm oprimido os pobres e os necessitados, esmagando-os como as vacas pressionam e esmagam a grama (v 1; ver Sl 22:12 ). As mulheres forçavam seus maridos a praticar violência e fraudes a fim de garantir recursos para o luxo e libertinagem. Além disso, as mulheres provocavam seus maridos para que se juntassem a eles em seus festejos (v. 1). Assim, Deus, que não tolera a iniquidade, promete vingar as práticas profanas de Israel.

Os ímpios são descritos como peixes capturados com anzóis, os quais significam impotência diante dos inimigos, que neste caso são instrumentos de Deus para punir os rebeldes (v.2). A punição divina foi dolorosa para eles como o o anzol causa dor para o peixe e se torna ainda mais doloroso ao ser resistido.

Ao chamar Israel de Betel, a sede principal de sua adoração de ídolos, Amós destaca ironicamente como eles eram zelosos em pecar. Ele os exorta a entrar nos templos pagãos e a pecarem ainda mais. “Muitas vezes … os que violam abertamente os mais simples deveres morais manifestam um grande zelo religioso, mas não fazem mais do que meras formalidades. Zelo religioso em si mesmo, no entanto, não oferece qualquer evidência de verdadeira piedade. Essa forma exterior de prática religiosa, muitas vezes, é uma tentativa de compensar a falta de justiça interna genuína, e assim aliviar a consciência”(CBASD 4: 1067). É mais fácil pecar e, em seguida, fazer penitência do que crucificar a carne e se afastar do pecado. Esse comportamento leva o transgressor à complacência, a achar que a sua situação não é tão grave.

O profeta destaca como o desprazer de Deus pelo comportamento deles é demonstrado de muitas maneiras, mas sempre com um desejo de que eles retornem a Ele: “contudo, não vos convertestes para Mim” (vv. 6, 8, 9, 10, 11 ARA).

Sete calamidades são mencionados como tendo sido enviadas para despertar Israel: “Dentes limpos”, isto é, “a falta de pão”, a fome (v.6); seca que resultou em extenso fracasso das culturas (vv 7-8.); ferrugem em jardins e gafanhotos ou lagartas nas vinhas e oliveiras (v.9); após isso, pragas, semelhantes às do Egito e a matança de jovens e cavalos, resultando em mau cheiro causado pelas carcaças insepultas (v.10) jovens; e destruição como a de Sodoma e Gomorra – por causa de grandeza do seu pecado (v.11).

Infelizmente, estas advertências não sensibilizaram Israel. Eles não reconheceram a bondade de Deus para com eles ao enviar mensagens para o bem do transgressor. Eles não ouviram as advertências de Deus, e como resultado, o julgamento divino seria certo. O julgamento não foi especificado, exceto pelas palavras: “Prepare-se para encontrar-se com o seu Deus” (v.12 NVI), o que indica que o encontro com Deus em juízo é mais terrível do que as calamidades da natureza.

Através de diversos meios o Senhor Deus dos exércitos, o Governador do céu e da terra, chama o Seu povo ao arrependimento. E quando o arrependimento não acontece, segue-se o juízo final.

Senhor, livra-nos do endurecimento espiritual que resulta em morte eterna.

Deepati Vara Prasad
Watchman Publishing House, Índia


http://www.palavraeficaz.com/

domingo, 14 de setembro de 2014

Lições de Vida -Amós 2 Comentários

Lições de Vida

Leitura Bíblica- Amós 2
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Deus não toma nenhuma atitude sem comunicar. Deus não age sem avisar. Sua reação não é impensada, sem amor e sem compaixão. Ele não só avisa o que vai fazer, bem como também explica o porquê de suas atitudes.

No primeiro capítulo de Amós isso é bem visível, no segundo também. No primeiro capítulo, Amós proclama o julgamento de quatro nações; no segundo, mais três são alvos de suas profecias: Moabe, Judá e Israel. Nem o povo de Deus fica de fora do juízo. A ira divina se manifesta contra todo tipo de pecado de todas as nações.

1. Por que Deus reagiu contra os moabitas? (vs. 1-3) Eles profanaram túmulos, um ato de desrespeito aos mortos. Como assim? Eles não ofereceram enterro honroso ao rei de Edom (veja II Reis 3:26-27). Deus não tolera a falta de respeito com ninguém, mesmo morto. Por isso, as cidades moabitas seriam queimadas e seus habitantes, escravizados. Apenas consequências de suas atitudes.

2. Por que Deus reagiu contra os judeus? (vs. 4-5). Eles rejeitaram Sua santa Lei, não andaram segundo a vontade divina; preferiram seguir as tradições religiosas de seus pais. Deus não tolera religião falsa, rituais inventados pelo pecador, atitudes religiosas sem fundamento bíblico. Por isso Jerusalém ficaria em ruínas.

3. Por que Deus reagiu contra os israelitas? (vs. 6-16). Eles manipularam a justiça com balanças desonestas, humilharam e ignoraram aos necessitados, pais e filhos dormiam com a mesma mulher, participavam de festas religiosas com roupas roubadas, e, fizeram os nazireus pecarem oferecendo-lhes bebidas alcoólicas. Deus não tolera suborno, crueldade, imoralidade, hipocrisia, más influências. Por causa disso os israelitas gemeriam como uma carroça velha carregada e serão derrotados pelas consequências de seus pecados.

O povo de Deus, Judá e Israel, sofreria muito mais que as outras nações? Na verdade, o povo de Deus deve ser uma influência poderosa contra as fortes marés do pecado. Quando a igreja não cumpre sua missão, o mundo invade a igreja, e a sociedade padece.

Portanto, se você é povo de Deus:
1. Peça perdão por tua negligência e indiferença;
2. Peça o poder do Espírito Santo para cumprir a missão;
3. Peça habilidades para exercer poderosa influência sobre as nações.

Tome uma atitude ousada: Deus conta com você!

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Amós 2 Comentários de Deepati Vara Prasad

Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica  - Amós 2
Comentários  de  Deepati Vara Prasad

Deus através do profeta Amós, adverte Moabe (vv. 1-3), assim como fizera a outras nações (Amós 1); Ele também expõe os pecados de Judá (vv. 4-5) e finalmente começa a Sua acusação contra Israel:

(1) Os israelitas do norte estavam envolvidos em injustiça, opressão e prostituição (vv. 6-8); (2) eles eram ingratos para com Deus, apesar de Suas misericórdias temporais e espirituais (vv. 9-12); (3) por isso, seu juízo viria de maneira certa, sem qualquer possibilidade de escape (vv. 14-16).

Por três ou quatro transgressões, ou seja, pela multiplicidade de sua maldade e seus pecados, Deus decide enviar fogo sobre Moabe para consumir os palácios de Queriote, sua capital. Moabe perecerá junto com seu rei e príncipes (vv. 1-3).

Porque Judá rejeitou a lei do Senhor, seus palácios também seriam destruídos pelo fogo (vv. 4-5). Esta profecia foi cumprida pelos babilônios sob Nabucodonosor, em 586 aC (2 Rs 25:8, 9; Jer 17:27; Os 8:14). Tendo o conhecimento da lei de Deus, a responsabilidade de Judá diante de Deus era incomparavelmente maior do que o das outras nações. A vida de mentiras e idolatria vivida por uma geração se tornou o padrão da próxima geração (v. 4). A sentença de Judá revela a imparcialidade de Deus. Deus não faz acepção de pessoas: aquele que pecar, morrerá.

Agora, preparando um clímax para a série de mensagens do restante do livro, Amós com força total denuncia Israel por injustiça, crueldade, incesto, luxo e idolatria, na predição mais longa do capítulo (vv. 6-16). Israel estava cometendo injustiças sociais – subvertendo o juízo por dinheiro, condenando por ninharias e oprimindo de várias formas o pobre. O caminho dos justos era pervertido (v. 6, 7).

Mesmo os humildes, pacíficos, despretensiosos, e geralmente piedosos se tornavam orgulhosos, auto-confiantes, e não sentiam necessidade de Deus em suas vidas. O Santo Nome do Senhor era foi profanado pelos crimes horríveis que eles praticavam à vista das outras nações.

O Senhor repreendeu Israel por sua ingratidão pela graça e bondade que Ele lhes havia mostrado ao livrá-los da escravidão egípcia, dando-lhes a terra de Canaã (v. 10) e por desprezarem a palavra profética dos nazireus e profetas suscitados por Deus, aos quais chegaram a desvirtuar seu ministério (vv. 11, 12).

Por recusarem a repreensão, toda a segurança que julgavam ter seria como o chão em terremoto diante da destruição; todo talento de guerra seria inútil.Ninguém, nem o mais forte ou o mais corajoso poderia defender seu território e se salvar (vv. 13-16).

Judá e Israel gradualmente se afastaram de Deus por não dar atenção à Sua voz transmitida pela Sua Palavra e pelos profetas. Que isto não aconteça conosco. “Quando fecham os ouvidos para não ouvir a Palavra de Deus, as pessoas fecham a avenida pela qual o Espírito Santo tem acesso à alma.” (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1062.)

Senhor,
dá-nos um espírito sempre disposto a ouvir e a obedecer.

Deepati Vara Prasad, Ph.D.
Watchman Publishing House, Índia


http://www.palavraeficaz.com/
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