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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Para Vencer-Deuteronômio 20

Leitura Bíblica – Deuteronômio  20

Para Vencer
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

Nossa vida é mais parecida com campos de batalhas do que com parques de diversões. Parece que, se não estivermos atento a tudo e a todos, a qualquer momento alguém pode vir e ferir-nos com punhaladas por trás, ou, explodir nossa vida, família e recursos.

Parece que se não estivermos preparados para lutar, a qualquer momento seremos derrotados!

Este capítulo apresenta princípios que valem a pena receber nossa atenção para avançar diante da oposição de grandes e fortes desafios.

1. Ao olhar para os desafios maiores que tuas habilidades, não temas, confie em Deus mais do que em qualquer outra coisa (v. 1);

2. Ouça com atenção as orientações dos servos de Deus. Além de te orientar, eles são porta-vozes de Deus que trazem a confirmação da presença divina confortando nosso coração (vs. 2-4);

3. Atente para as instruções de líderes políticos que conhecem a política do reino de Deus, respeita a fraqueza de cada pessoa, e as circunstâncias em que cada indivíduo está vivendo (vs. 5-8);

4. Obedeça fielmente as orientações dos capitães do exército do Senhor, eles sabem como agir em cada caso; eles têm instruções para cada detalhe, o quê e quando destruir e, o quê e quando preservar (vs. 9-20).

Para Deus, é muito mais importante que a guerra, a consagração da casa nova (v. 5), desfrutar os frutos da nova plantação (v. 6), aproveitar a lua-de-mel com a esposa (v. 7), promover e sugerir a paz aos inimigos (v. 10) e, preservar o meio-ambiente (vs. 19-20).

É importante acabar com toda influência maligna que pode perverter nossa vida. Não tenha dó nem piedade, destrua tudo o que visa destruir tua vida e tua família; Deus dará forças para que obtenhas vitórias sobre tudo o que vem do inimigo, o diabo (vs. 12-18).

O que fazer para vencer?
• Primeiro, leia a Bíblia; ela é a Palavra do Deus Onipotente para todo aquele que se sente impotente diante dos desafios da vida.

• Segundo, aplique cada instrução bíblica em tua vida ainda que a teu ver pareça absurdo.

• Terceiro, ore ao Comandante Invencível, ao Rei dos reis e Senhor dos senhores para que te dê forças para fazer o que deves fazer.

• Quarto, confie em Deus.

Vamos à luta? Reavivemo-nos!


Deuterônômio 20 Comentários: John Ash

Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica: Deuterônômio 20

Comentários: John Ash

Ao olhar para várias passagens do Antigo Testamento e, especificamente para este capítulo, pessoas se perguntam se Deus é a favor ou contra a guerra. Por que a santa Palavra de Deus estabelece diretrizes para a guerra?

São medidas de emergência de Deus coque refletem as profundezas a que a humanidade caiu. As guerras são a suprema manifestação do egoísmo humano, ganância, orgulho e espírito competitivo e tem causado sofrimento indescritível ao longo da história. Deus odeia a guerra, mas neste capítulo Ele dá orientações para diminuir alguns de seus lamentáveis resultados.

Um dia, o supremo Pacificador nasceu em Belém. Sua vida foi quando tinha pouco mais de trinta anos. Foi Ele quem disse: "Eu e o Pai somos um" (Jo. 10:30). Ele também disse: "Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem" (Mat. 5:44)

As guerras têm estado entre nós já há longo tempo. O conflito que foi iniciado no céu por Lúcifer contra o caráter e governo de Deus é a única maneira de entender como realmente Deus é e a razão por trás de todas as guerras desta terra (Apocalipse 12:7-10). A segunda batalha significativa que Satanás perdeu foi na cruz quando ele não conseguiu derrotar Jesus. A final e mais significativa batalha será travada contra o remanescente que guarda o mandamento de Deus. O resultado? Deus e Seu povo triunfam. Satanás é o perdedor.

Talvez nós não precisemos ir à guerra, mas precisamos eliminar toda a vingança, rebeldia e ódio que se arrastam de maneira insuspeita, como uma serpente, em nosso comportamento.
John Ash
União Missão Chinesa

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Cidades de Refúgio– Deuteronômio 19

Leitura Bíblica – Deuteronômio  19

Cidades de Refúgio
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

Se você se sente o pior pecador, não fuja de Cristo, fuja para Cristo. Se você é assassino, estuprador, pedófilo, ladrão, ou algum tipo de criminoso, não precisa fugir... Saiba onde existe segurança.

Desde o início do pecado, Deus esteve sempre criando estratégias para proteger, alcançar e restaurar o transgressor. Deus revelou que sabe o potencial do pecado em nós, mas Seu potencial para salvar-nos é maior que o potencial do pecado.

O capítulo em apreço contém orientações para construção das cidades-refúgio. Embora Números 35 já fizesse referência e esse assunto, Moisés, neste sermão, o relembra; para que, após sua morte e a entrada do povo em Canaã não fossem esquecidas estas construções.

Mas, atenção!

• Deus não “passa a mão na cabeça” daquele que pratica o mal premeditadamente. Seu objetivo com as cidades de refúgio não era propagar o mal, mas eliminar o mal. Deus não quer que seja vingado aquele que, acidentalmente, cometeu um crime; por isso, as seis cidades de refúgio (vs. 1-10).

• Se o criminoso é ruim, perverso, cruel e, só está usando tais cidades para preservar sua vida para, então, continuar destruindo vidas, ele deve ser entregue nas mãos do familiar vingador das vítimas que ele destruiu (vs. 11-13). Claro, nossa legislação hoje é diferente.

• Contudo, o que é evidente para nós hoje destas regras que deveriam ser vigente antigamente, é a intenção divina acabar com o mal entre a humanidade (vs. 14-21).

Diante de qualquer acusação era necessário ter duas testemunhas verdadeiras. Entendido corretamente, Deus pretendia inibir o mal, não criar vingadores ou fofoqueiros. Por isso...

1. Um processo legal deveria analisar cada caso (vs. 14-17)
2. A testemunha falsa estava sujeita à pena de morte (vs. 18-20).
3. A sentença não deveria ultrapassar ao crime cometido (v. 21).
Estas orientações “não eram uma licença para a vingança, era um princípio legal que limitava o castigo, fazendo que este se apegasse ao crime cometido” (L. John McConville).

Deus quer destruir o mal!

Pode-se dizer que atualmente as igrejas são cidades-refúgio e, no tribunal celestial cada caso será decidido. Nesta ocasião, os anjos serão testemunhas.

Se você fez qualquer coisa que te trouxe o incômodo da culpa, corra imediatamente para Jesus, Ele é o refúgio que você precisa! Heber Toth Armí


Deuterônômio 18 Comentários: John Ash

Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica: Deuterônômio 18

Comentários: John Ash

Moisés deveria estabelecer seis cidades de refúgio dentre as 48 cidades dadas aos levitas. As cidades de refúgio eram lugares para onde poderia fugir uma pessoa que houvesse matado alguém acidentalmente. A cidade proporcionava asilo para o fugitivo abrigando-o e protegendo-o  até que um julgamento justo pudesse ser realizado para determinar a sua culpa ou inocência. Se, no julgamento dos anciãos da cidade, a morte houvesse ocorrido acidentalmente e sem intenção, o homem recebia permissão para ficar na cidade de refúgio, sem medo de dano ou vingança por familiares do morto.

As cidades de refúgio refletem o próprio Deus. No Salmo 46:1 Ele diz: "Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações [ou "na angústia"]." Mais de 15 outras vezes, os Salmos falam de Deus como nosso refúgio.

Jesus, "Deus conosco", é o nosso refúgio real. Assim como  as  antigas cidades de refúgio, Jesus sempre esteve ao alcance e aberto a todos, e não apenas para os israelitas. Mas há uma distinção crucial entre as cidades de refúgio e o nosso refúgio em Jesus. As antigas cidades de refúgio só ajudavam o inocente, aqueles que mataram alguém acidentalmente, mas os culpados podem vir a Jesus. E isso vale para todos nós, "Porque todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus." (Romanos 3:23)

'Querido Deus, nós somos culpados. Admitimos. Obrigado por ser um refúgio acessível onde podemos nos abrigar. Em Ti buscamos perdão e purificação" (I João 1:9).

John Ash
União Missão Chinesa
Hong Kong
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terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Nosso manual de instrução – Deuteronômio 18

Leitura Bíblica – Deuteronômio  18
Nosso manual de instrução
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

Consultar a Deus sempre significa deixá-Lo ser Deus em nossa vida. Não consultá-lO implica em ignorá-lo/rejeitá-lO ou substituí-lO por coisas e/ou pessoas que ficam aquém de Sua pessoa, Seu poder e Seu favor.

Diante de tantos desafios para desviar-nos dos propósitos do Senhor e impedir-nos de buscar a Sua vontade, este capítulo revela-nos Deus tornando acessível, ou melhor, fazendo de tudo para nos tornar possível buscá-lO/encontrá-lO.

1. Ele instituiu líderes religiosos: No Antigo Testamento eram os levitas; no Novo Testamento, são os pastores. Deus sempre escolheu líderes para ministrar em Seu nome; rejeitar estes ministros implica desacatar a autoridade divina, o Autor da vida, da graça e da salvação (vs. 1-8).

2. Ele prometeu enviar um profeta: A profecia aponta alguém além de Josué ou outros profetas posteriores a Moisés no Antigo Testamento; ela revela Jesus. NEle encontramos a maior revelação de Deus e Sua vontade. Ele é a execução de Seus planos neste Planeta destinado à destruição por causa do pecado. Jesus é nossa única segurança; a certeza de salvação (vs. 15-19).

Deus proveu meios para comunicar-Se conosco, para revelar Sua vontade e explicar-nos Seus planos e objetivos. “Devemos ser perfeitos ‘para com o Senhor (v. 13) – isto é, não devemos, conscientemente, dar lugar a coisas que magoem ou entristeçam seu Espírito Santo. Se houver dúvidas acerca de como podemos conhecer o caminho de Deus, devemos levar nossa pergunta ao verdadeiro Profeta. (Ver Atos 3.22; 7.37). Ele pode responder a essa difícil pergunta; mas estamos estritamente proibidos de procurar cristalomantes, quiromantes, adivinhos, e todos aqueles que O rejeitam” (F. B. Meyer).

Satanás tem vários instrumentos que visam afastar-nos dos maravilhosos caminhos de Deus. Tem pessoas que são seus agentes tentando tirar-nos do caminho do Céu e colocar-nos nos atalhos e desfiladeiros do inferno.

Para não despencarmos para a perdição, Deus proibiu procurar e consultar:

• Adivinhos e feiticeiros (macumbeiros, benzedeiros, cartomantes, astrólogos, etc.) (vs. 9-14).

• Líderes espirituais que induzem-nos a afastar da Palavra de Deus (falsos profetas, falsos apóstolos, falsos pastores, inclusive falsas igrejas cristãs) (vs. 20-22).

Nossas buscas nos levarão ao inferno ou ao Céu. Tudo depende se nossos interesses agradam a Deus ou ao diabo. Nosso manual de instrução deve ser a Bíblia.

Estude mais a Bíblia!
“Soberano Deus, reaviva-nos!”


Deuterônômio 18 Comentários: John Ash

Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica: Deuterônômio 18
Comentários: John Ash

Os sacerdotes e levitas, isto é, a tribo de Levi, não receberam porções de terras, como as outras tribos receberam. Eles não tinham terras, nem se dedicavam à agricultura. Eles deveriam se concentrar no ministério. Eles deveriam confiar completamente em Deus. Por quê? Porque “o Senhor é a herança deles” (v.2). A lição que fica é: as pessoas envolvidas no ministério não deveriam deixar que assuntos seculares os distraíssem.

Todas as práticas de ocultismo e magia eram estritamente proibidas (ver também Lev. 19:26,31). Hoje em dia as forças do mal ainda tentam atrair homens e mulheres para seu terreno encantado. Até mesmo a curiosidade, aparentemente inofensiva, pode colocar pessoas em situação que, antes que saibam o que está acontecendo, se tornam controladas pelos poderes do mal e não conseguem escapar, a não ser com a intervenção de Deus.

Moisés falou sobre outro profeta que, algum dia e de algum modo, o sucederia. Tanto naquele tempo, quanto no de Jesus, estava claro que esse não seria um profeta comum. Teria que ser um “profeta”, com acesso direto a Deus, como Moisés tinha (Dt 34:10). Em Atos 3:22-23 Pedro cita essa passagem de Deuteronômio afirmando que Jesus era “o profeta” prometido por Moisés.

John Ash
União Missão Chinesa
Hong Kong



Outros  Comentários

Deuteronômio 18:1-8- Está aqui exposto em síntese o direito dos levitas, que não tinham parte nem herança com as demais tribos, mas sua herança era o que Deus preparou para eles, e o próprio Deus; e o que eles comeriam era do sacrifício que as demais tribos traziam, certas partes do holocausto.Portanto todo o povo deveria obedecer a ordem de dar os dízimos, as primícias, os sacrifícios,holocaustos,(conforme os textos anteriores), pois disto dependia uma grande tribo, que tinha uma função especifica de ministrar ao Senhor.Verifique que até entre os levitas Deus estabeleceu que houvesse igualdade: todos comeriam uma mesma porção, seria tudo dividido igualmente entre todos. E os visitantes que serviam como sacerdotes, e que viessem de qualquer lugar de Israel, deveriam ser bem recebidos.

Deuteronômio 18:9-14 - Israel não deveria aprender a idolatria das nações .Pelo contrário, deveria aprender a lei de Deus (Dt.6.1-2; 6.6-9; 11.19). O que seremos ou que caráter teremos dependerá sempre daquilo que aprendemos.
Canaã poderia ser uma escola maldita para Israel. Deus os preveniu para que não aprendessem os pecados dos cananeus , para que não os imitassem, nem se conformassem a eles (Ex.23.24). Israel estava ali para conquistar e não para ser conquistado pelos povos idólatras.

Deuteronômio 18: 15 - Os profetas e não os que praticavam a adivinhação em qualquer das suas formas serão os encarregados de continuar a obra de Moisés ( Ex.33:11, Nm 12:6-8:Dt 34:10) e de dar a conhecer a Israel a vontade de Deus.(Comentário- Bíblia de Estudo Almeida-SBB)

Deuteronômio 18: 18-19- A tradição judaica viu aqui o anúncio de um profeta excepcional, um segundo Moisés, às vezes identificado com o Messias, cuja vinda se esperava no futuro. Ecos dessa tradição se encontra em João 1:21; 6:14; 7:40 e, especialmente, em At 3:22-23, onde a presente passagem é aplicada expressamente a Jesus. (Comentário- Bíblia de Estudo Almeida-SBB)

Deuteronômio 18: 21-22- O critério para identificar o falso profeta  é a não realização das sua predições. Em outras passagens, esse critério não é o conteúdo da mensagem (Dt 13:1) e o modo de vida de acordo com a doutrina que se prega. (Comentário- Bíblia de Estudo Almeida-SBB)

O mundo hoje se dispõe a nos ensinar gratuitamente a prática pecaminosa. São tantos maus exemplos que nos rodeiam e nos assediam diariamente, seja ao vivo ou pelos meios de comunicação. Existe uma pressão muito grande para que nos conformemos ao modo mundano de ser. Contudo, precisamos ser diferentes, nos conformando apenas com a vontade de Deus expressa através da sua palavra. 

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Deus é o Legislador– Deuteronômio 17

Leitura Bíblica – Deuteronômio  17

Deus  é o Legislador
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

Devemos elevar nossa vida acima da justiça deste mundo para experimentar o clima celestial neste planeta dominado pelo mal. O caminho da vida, da satisfação e prazer do coração estão na ligação do pecador com o Autor da vida.

Deus é o Criador de tudo. Ele é o Legislador que merece total atenção. Suas orientações vão além da justiça deste mundo.

• Idolatria é uma clara proibição de Deus. Adorar, venerar e cultuar pessoas ou coisas que não seja Deus é a mesma coisa que assinar a própria sentença de morte. Praticar a idolatria é cavar abismos, criar armadilhas e promover sofrimento, não apenas aos outros, mas principalmente a si mesmo (vs. 1-7).

• Questões difíceis sobre a legislação civil, casos complexos sobre homicídio, violência, litígio, etc. que não constam na lei civil instituída por Deus, devem desafiar o promotor de justiça e/ou o juiz de direito a buscar orientação religiosa junto aos líderes religiosos instituídos por Deus (vs. 8-11).

• A vontade de Deus deve estar acima de toda questão civil, de toda política e de todo governo. Em cada área da vida a vontade de Deus deveria ser buscada. Ignorar isso implica rejeitar e desprezar a Deus. Não buscar a Deus é pensar que se sabe mais que Ele. Isso é arrogância, orgulho, soberba – atitude que o soberano Legislador condena! (vs. 12-13).

• A escolha de um rei/governador não deveria ser segundo o desejo do povo, mas segundo a vontade de Deus. O líder político deveria ser consagrado a Deus, promotor dos princípios de Deus não do diabo, conhecedor da Palavra de Deus e obediente a esta Palavra (vs. 14-20).

Pedir rei humano não era plano de Deus, pois Deus era o Rei de Israel e esta nação deveria ser diferente das demais. Richard O. Lawrence comenta:

“No entanto, esta passagem tem uma mensagem especial para nós. Deus usou até mesmo a rejeição para Sua glória, e para o bem da humanidade. Quando o próprio Filho de Deus assumiu a forma humana, Ele nasceu na linhagem real de Israel. Jesus, sendo tanto Deus como homem, é exaltado como Rei dos reis e Senhor dos senhores”.

O reino de Deus interrompido pelo reino humano passa a ser restaurado quando Jesus reina em nossa vida. Reavivemo-nos!


Deuterônômio 17 Comentários: John Ash

Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica: Deuterônômio 17
Comentários: John Ash

Para alguns pode parecer que Deus está sendo muito duro ao ordenar o apedrejamento daqueles que estavam se prostrando e adorando a outros deuses (Dt 17:3-5). No entanto, as orientações de Deus precisam ser compreendidas no contexto da aliança existente entre Israel e Deus. Além disso, Deus institui avaliações e verificações como: “duas ou três testemunhas” (v.6) e a ajuda de sacerdotes e levitas (v.9). Porém, o mais importante está no versículo 19: obedecendo “fielmente a todas as leis e a todos os mandamentos” (BLH). Todos os julgamentos deviam ser claramente baseados nas leis escritas de Deus.

As instruções de Deus para o rei eram: não multiplique (acumule) cavalos, esposas e ouro. O reinado de Salomão foi a era de ouro da monarquia israelita, ele cedeu à tentação de multiplicar todos os três e a história registra as profundezas em que ele caiu.

No entanto, quando ele se tornou um rei tolo, velho e cansado, Deus veio a Salomão e lhe pediu para escrever o livro de Eclesiastes. Com certeza há alguns elementos negativos ao longo deste livro, mas nada é mais impressionante do que a representação de Deus que ele deixa conosco: um Deus que nunca lança os nossos fracassos passados em nosso rosto. Ele ainda nos ama e continuará trabalhando conosco para nos tornar mais obedientes.

John Ash


Mais  comentários

Novamente, os perigos da idolatria são abordados no capítulo 17. Aqui, Deus manifesta claramente o quanto abomina isso. Um outro assunto relatado é sobre o julgamento das questões difíceis, ou seja, como o supremo tribunal deveria proceder.

Pensando bem, são tantos os assuntos que precisamos conhecer para nos darmos bem na vida, não errar e fazer o que é correto! É muita informação, não é mesmo? Então, como podemos ficar ligados em tudo?

Cuidado!!! Não fique grudado, direto, na tela dos telejornais, porque, assim, você poderá ficar depressivo e entrar em parafuso por ver tanta desgraça estampada na sua frente. O segredo não é ter só informação e, sim, sabedoria. E como fazer isso?

Precisamos ter um porte nobre, como o de um príncipe ou uma princesa, filhos do Rei Jesus. Aí então, siga o comportamento real. A instrução para isso está no capítulo 17:18-20. Quer merecer uma coroa celestial? Então, tenha uma Bíblia. Conforme nos orientam os versos, leia-a todos os dias para aprendar a temer o Senhor. Isso fará com que seu coração não se eleve e se prolonguem seus dias.      Não deixe de fazer a leitura bíblica de hoje!
Pr. Valdeci Júnior

 Não podemos separar nossa vida religiosa das coisas normais da vida. Se estivermos errados nas primeiras, as outras não serão adequadamente controladas. Observe no que aconteceria se o povo de Deus desobedecesse... Seriam entregues à morte!(Dt 17:1-13)

A principal causa da depressão espiritual é a incredulidade.

domingo, 27 de dezembro de 2015

Deus estabelece festas e justiça– Dt 16

Leitura Bíblica – Deuteronômio  16

 Deus estabelece e promove festas e justiça
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

O Deus que deu sabedoria aos seres humanos em áreas diversas tem orientações para pessoas em funções simples e importantes, leigas e cultas.

Notam-se, neste capítulo que...

1. Deus estabelece e promove festas especiais para introduzir pecadores a Sua santa presença. Em tais festas, ninguém deveria aparecer de mãos vazias perante Ele, assim como quando leva presentes aos visitar pessoas a quem amamos. Além disso, alegria e prazer deveriam caracterizar a vida dos participantes destas festas:

• Páscoa: Perdão (vs. 1-8);
• Pentecostes: Consagração (vs. 9-12);
• Tabernáculos: Celebração (vs. 13-17).

2. Deus estabelece e promove justiça para que a sociedade fosse tranquila, sossegada e agradável. Os juízes e promotores de justiça são necessários, os quais precisam atentar para os princípios instituídos pelo Supremo Juiz da Corte Celestial cujo domínio é o Universo inteiro (vs. 18-22).

A Palavra de Deus tem mensagens para juízes e oficiais de justiça. Se os Supremos Tribunais Justiça de nossas nações seguissem tais orientações, haveria mudanças tão grandes que impressionariam ao mundo inteiro – era essa a intenção de Deus para Israel.

• Fazer acepção de pessoas é outra forma de promotores da justiça e dos juízes de praticarem injustiças.

• Outra forma de propagar a injustiça é aceitar suborno, propina. O suborno cega aos mais sábios, corrói as melhores intenções das pessoas, e corrompe a justiça daquele que julga.

• Diz Publius Syrus que, “você fere os bons quando poupa os maus”. Ou seja, deixar o mal desenvolver é uma injustiça contra o bem. A justiça deve ser promovida, nunca deveria ser manipulada.

Em nossa nação, a justiça está comprometida; aliás, a justiça é injusta. Isso porque a justiça de Deus é deixada de lado a fim de promover a justiça humana que é defeituosa, cheia de falhas, ou seja, a justiça humana é injusta.

Deus recompensa àqueles que administram justa e imparcialmente a justiça neste mundo injusto. Como não pode haver plenitude de vida na corrupção, atente para a justiça divina para que vivas.

Todos os humanos comparecerão perante o Tribunal Celestial. Inclusive juízes e promotores de justiça terão de prestar contas diante do Supremo Juiz do Universo.

Deus supera em muito a sabedoria produzida neste mundo e, certamente, acatar o que Ele diz fará total diferença na sociedade.
Não duvide, aceite! - Heber Toth Armí


Deuteronômio 16 Comentários: John Ash

Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica: Deuteronômio 16
Comentários: John Ash

A festa da Páscoa era um momento especial para relembrar a experiência do Êxodo, na qual os antigos israelitas foram libertados da escravidão no Egito. Se eles sempre se lembrassem da escravidão de onde vieram, teriam melhor oportunidade de apreciar a Deus e aceitar Suas provisões para o futuro.

A Festa das Semanas era um momento para expressar gratidão a Deus pelo início da colheita do trigo na primavera. No Novo Testamento, este festival é o Pentecostes (Atos 2:1; 20:16).

A Festa dos Tabernáculos (ou Festa das Cabanas), que acontecia no final do período da colheita, no outono, era a principal celebração de ação de graças a Deus.

No meio destes comentários, lemos: “… lembre-se” de vir com ofertas voluntárias em “suas mãos”, refletindo o quanto Deus tem te abençoado. E, novamente, “porém não aparecerá de mãos vazias perante o SENHOR; cada um oferecerá na proporção em que possa dar, segundo a bênção que o SENHOR, seu Deus, lhe houver concedido…” (v. 16b, 17). Generosidade imposta pode parecer incomum hoje em dia, mas há um importante princípio subjacente. É somente pela doação generosa a Deus e às pessoas em necessidade que nós eliminamos a nossa tendência ao egocentrismo.

“Querido Deus, me ajude a ofertar generosamente para Ti e para aqueles que passam necessidades.”

John Ash


Outros Comentários

Em Deuteronômio 16:1-8  Deus está dando instruções. Haveria três ocasiões cada ano quando todo homem deveria ir ao lugar que Deus iria escolher. Eles levaria um sacrifício para oferecer a Deus. Eram chamadas de "Festas" (ou encontros). 

As festas de Deus eram comemorativas, voltadas para um tema: o plano da salvação.A primeira era a Páscoa, e a festa do pão sem fermento. Repare que não havia regozijo nesta festa. Era uma lembrança constante da morte do cordeiro no Egito. Sabemos Quem é o Cordeiro de Deus hoje, portanto devemos recordá-Lo em Sua morte. No dia após a Páscoa havia sete dias quando eles deviam estar bem assegurados de não ter "fermento" em suas casas.

Em Deuteronômio 16:9-12 vamos encontrar a segunda festa; a "festa das semanas" era um tempo para expressar gratidão a Deus para o início da colheita do trigo na primavera. Nesta festa devia haver regozijo. Eram sete semanas mais um dia, o que totaliza 50 dias a partir da colheita. Em Atos 2 vemos que o Pentecostes, que significa "50", aconteceu quando o Espírito Santo desceu à terra. Isso foi 50 dias após a cruz! (Atos 2:1; 20:16). 

O gozo que a presença do Espírito Santo nos causa é como uma "oferta voluntária".Não apenas havia ali gozo no Senhor, mas outros eram chamados também a regozijar.

Em Deuteronômio 16:13-15 era comemorada a Festa dos Tabernáculos  que entrou no final do período de colheita, no outono, foi a maior celebração de ação de graças a Deus. A colheita era juntada no celeiro. Então vinha a terceira festa - a dos "tabernáculos"

Em Deuteronômio 16:16-17 "eles não deviam aparecer diante do Senhor de mãos vazias,  “ninguém apareça de mãos vazias perante mim.” 

A verdadeira oferta, aquela que agrada a Deus, pode não ser em dinheiro. A verdadeira oferta é a de um coração agradecido, um coração que não reclama, que não murmura. A oferta de um coração que crê – crê que vale a pena amar e servir a Deus mesmo quando as circunstâncias parecem nos dizer que não vale a pena.

Em Deuteronômio 16:18-20 A justiça era para ser feita na terra santa de Deus. Nenhum favoritismo para certas pessoas devia ser tolerado. Deuteronômio – 16:20, recomenda: “A justiça seguirás, somente a justiça, para que vivas, e possuas em herança a terra que te dá o SENHOR teu DEUS”. A preservação da vida e a posse da terra, como se pode ver, estão vinculadas à existência de justiça.

A exigência de DEUS para que haja justiça na terra tem por base o fato de que ELE é o: “DEUS dos deuses, e o SENHOR dos senhores. O DEUS grande poderoso e temível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita suborno, que faz justiça ao órfão e á viúva, e ama o estrangeiro, dando-lhe pão e vestes”. Deuteronômio – 10:17,18. A justiça é a base de uma sociedade estável e feliz.

Que o Senhor nos ensine a ser bondosos e justos com todos.



sábado, 26 de dezembro de 2015

Caridade não é opção-Deuteronômio 15

Leitura Bíblica – Deuteronômio  15

Caridade não é opção
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

Nossa sociedade precisa de leis, mas a legislação deveria ser traçada pelo Céu. Contudo, isso não é possível pelo tipo de política, ou melhor, de governo, que temos.

As leis deste capítulo regulavam a vida dos israelitas, quando a nação era teocrática. Entretanto, estas leis civis de antigamente possuem princípios importantíssimos para nós, crentes do século XXI.

1. Em nossa vida, nenhuma coisa deveria ser mais importante do que gente. Se emprestar uma coisa a alguém e este alguém não puder devolver, deixe nas mãos de Deus e serás abençoado por não humilhar, desprezar e arruinar a vida do pobre. Até dívidas deveriam ser perdoadas dos pobres (vs. 1-6).

2. A caridade em prol do pobre não é uma opção, é uma ordem do Autor da vida. Deus dá sustento a uns, para ser repartido com os necessitados. Aqueles que se preocupam com os pobres, auxiliando-os nas necessidades, ajudando-os a crescerem e se desenvolverem, certamente terão aprovação e bênçãos de Deus (vs. 7-11).

3. A escravidão em Israel deveria ser temporária; o escravo deveria receber salário e, ao ser liberto no sétimo ano, não deveria sair sem recompensa pelo seu trabalho. O objetivo do proprietário deveria ser tratar com amor e dignidade aos escravos, como pessoas criadas por Deus. Tal atitude redundaria em bênçãos em todas as áreas da vida (vs. 12-18).

4. Na legislação que Deus entregou aos judeus, animais têm valor; o primeiro de cada cria deveria ser dedicado ao Senhor – seja limpo ou imundo; dos limpos, deveriam ser comidos (sacrificados) perante o Senhor no lugar determinado por Deus. Caso tivesse algum defeito, deveriam comê-lo sem sangue com o estrangeiro, na própria cidade (vs. 19-23).

A vida é importante para Deus e, como servos dEle, devemos respeitá-la. Funcionários não devem ser máquinas de trabalho. Ninguém deve agir com objetivo de explorar e oprimir quem quer que seja. Salários devem ser justos.

A vida deve ser usada para propagar vida. Recursos devem ser investidos em vida, mais do que em coisas. Nosso tempo deve ser usado para promover o bem do próximo. Tais atitudes sempre resultaram em bênçãos de Deus.

Como servos de Deus, respeitemos a dignidade humana. Não devemos pactuar com ideologias que pervertem o direito das pessoas.

“Restaura-nos, Senhor!”- Heber Toth Armí


Deuteronômio 15- Comentários: John Ash

Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica: Deuteronômio 15
Comentários: John Ash

As dívidas eram a principal causa de escravidão no Antigo Oriente Médio. A fim de obter um empréstimo, tudo que a pessoa pobre poderia dar em garantia era a si mesma ou membros de sua família. Nos casos em que os devedores não pudessem pagar o empréstimo, o credor poderia reter pessoas de suas famílias e torná-las escravas. Imagine que bênção era a lei de cancelamento da dívida a cada sete anos, quando as pessoas poderiam obter novamente a liberdade e uma oportunidade de recuperação econômica!

Idealmente, não deveria haver pessoas pobres entre os israelitas. Mas neste capítulo a realidade é apresentada: “Pois nunca deixará de haver pobres na terra” (v.11). Isto porque alguns israelitas não obedeciam totalmente à vontade de Deus em relação às leis de cancelamento da dívida.

Nos tempos difíceis de antigamente, Deus estava tentando ensinar ao Seu povo a prática da generosidade. “Tenham mão aberta e emprestem-lhe o que ele precisar” (V.8 NVI). Isto estava limitado a atender as suas “necessidades”, não aos seus “desejos.” Essa orientação de Deus se referia à provisão das necessidades básicas de sobrevivência, não de luxos.
  
“Querido Pai, abre os meus olhos para as necessidades dos pobres com quem eu me relaciono cotidianamente. Sei que és O doador mais generoso do universo. Ajuda-me a ser semelhante a Ti.”

John Ash


sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Um povo santificado- Dt 14

Leitura Bíblica – Deuteronômio  14

Um povo santificado
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

No estudo do capítulo anterior vimos como Deus preza pela verdade. A doutrina pode ser adulterada, mas não tem aprovação de Deus. Há falsos profetas, apóstolos, mestres, e, até falsos cristãos.

Ignorantes em relação à Bíblia torcem Sua mensagem para sua própria destruição e a de seus adeptos (II Pedro 2:1-3; 3:16). No texto em apreço, escrito por Moisés sob a inspiração do Espírito Santo, muitos têm-se desviado do seu verdadeiro significado.

Deus quer um povo santificado, separado do pecado, descomprometido com o erro, e avesso à corrupção (vs. 1-2). Diante disso, dois pontos são destacados:

1. Alimentação dos servos de Deus difere dos que servem ao seu bel prazer (vs. 3-21);

2. Os recursos dos que servem a Deus são usados diferentemente daqueles que servem ao orgulho/egoísmo, aos seus próprios interesses corruptos (vs. 22-29).

Em relação ao primeiro ponto, quase todas as instituições religiosas o descartam; já o segundo ponto, muitos o distorcem/deturpam.

Sobre o primeiro ponto, muitos consideram errado beber, fumar, usar drogas; mas, aprovam comer carnes que Deus declarou serem imundas, impróprias ao cristão, como porco e derivados: bacon, salame, banha, mortadela, calabresa, linguiça, etc.

Sobre o segundo ponto há várias controvérsias. Os que interpretam as Escrituras conforme suas próprias intensões (II Pedro 1:19-21) declaram que o dízimo pode ser usado conforme cada um propor no coração, não apenas entregar na igreja para evangelismo.

Em Tese de Conclusão de Curso (TCC), de Teologia, no UNASP-EC, Alex Adriano Machado destacou, sobre o dízimo em Deuteronômio 14 que, “a interpretação de um único dízimo, não exclusivo aos levitas, não é razoável, pois conduziria a tribo de Levi ao empobrecimento. A insistência nesta ideia macula todo o ensino bíblico sobre os dízimos e torna questionável a própria Bíblia, tendo em vista a irreconciliável contradição entre Dt 14 e Nm 18. Além disso, compromete seriamente a pregação do evangelho, uma vez que o próprio indivíduo define onde aplicar o dízimo. Uma investigação minuciosa das Escrituras não admite tal interpretação”.

Em seguida, Machado atesta que a Bíblia apresenta claramente três espécies de dízimos: O destinado totalmente aos levitas, o anual e o trienal.

Estude mais para não ser enganado! Não permita que o dinheiro, ou teu ventre, seja teu deus!

“Senhor, torna-nos santos... Amém!”- Heber Toth Armí


Deuterônômio 14 Comentários: Cindy Tutsch

Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica: Deuterônômio 14
Comentários: Cindy Tutsch

Porque os israelitas foram separados para o Senhor, Moisés os lembra de novo, como fez em Levítico 11, quais animais cuja carne se poderia comer e quais eram impuros. A condição de separação e consagração dos israelitas deveria ser completamente incorporada ao seu estilo de vida e suas escolhas. Embora a “bebida forte” referida neste capítulo (v. 26) seja a fermentada, isto não era o ideal de Deus para Seu povo, assim como a escravidão e a poligamia. A instrução de Paulo para glorificar a Deus em tudo, até mesmo no que nós bebemos (1Co 10:31; 1Co 6:19-20), nos aconselha a abandonar tudo o que é prejudicial para o organismo.

O conceito de um “segundo dízimo” – distinto do primeiro dízimo, de uso exclusivo para o sustento dos sacerdotes e levitas – mostra-nos a importância de repartir de nossa abundância com aqueles que têm menos. Isto incluía os “sem terra” (hoje também incluímos os “sem teto”), o migrante, os marginalizados, os pobres e os refugiados. Ellen White nos lembra de nossa obrigação para com o pobre desamparado, com estas palavras: “Quando se tem feito o que é possível para ajudar o pobre a se ajudar a si mesmo, restam ainda a viúva e o órfão, o velho, o inválido e o enfermo, os quais requerem simpatia e cuidado.” A Ciência do Bom Viver, p 137/202.

Cindy Tutsch
Diretora Associada aposentada do Patrimônio Ellen G. White


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