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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Quem teme a Deus não tem medo

Leitura Bíblica- Êxodo 1

Quem teme a Deus não terá medo de nada
Comentários Bíblicos Pr. Heber Toth Armí

Neste primeiro capítulo do segundo livro da Bíblia é perceptível a fé abrindo caminho em meio ao medo.

Êxodo começa onde terminou Gênesis, no Egito. Êxodo significa saída. É o livro que narra a saída dos israelitas após a libertação miraculosa da escravidão egípcia. Este capítulo é a introdução de toda a história do livro composto de 40 capítulos:

1. Conexão entre o livro de Êxodo com o livro de Gênesis. Genealogia introdutória. Narra o sucesso dos descendentes de José após sua morte (vs. 1-7);

2. Explicação da escravidão dos filhos de Jacó/Israel no Egito: Crescimento extraordinário da família de José o qual levou Faraó a ter medo deles (vs. 8-14);

3. Narração das atitudes de Faraó baseadas no medo: Matança/genocídio de bebês como meio de controle de natalidade devido a que todos os meios anteriores falharam (vs. 15-22).

Atitudes baseadas no medo geralmente levam outros a regirem por medo também. Ameaças são medos tentando intimidar os outros. Com medo, Faraó queria, ao decretar a morte dos bebês, assombrar aos israelitas que já enfrentavam a pressão de terem que trabalhar como escravos – e isso por cerca de quatro séculos.

Contudo, quem teme a Deus não terá medo de nada. As parteiras ousaram e desafiaram a ordem do Faraó. Sifrá e Puá têm seus nomes nas páginas sagradas como mulheres corajosas, não como mentirosas. O problema é que sempre focamos no problema quando não focamos em Deus e, não vemos que em meio aos problemas estas mulheres focaram em Deus.

Se acusarmos as parteiras de mentiras, estaremos do lado do acusador que queria destruir a nação donde viria o Messias. Antes de julgá-las e condená-las devemos colocar-nos no lugar delas: Escravas, ameaçadas, correndo riscos de perder a vida – não somente o emprego, etc.

Isso não justifica a mentira delas, mas revela que Deus atua independente dos méritos humanos. A graça sempre foi a forma de Deus lidar com nossa desgraça.

Alguém escreveu: “O medo aprisiona, a fé liberta; o medo paralisa, a fé dá poder; o medo desanima, a fé encoraja; o medo debilita, a fé cura; o medo torna inútil, a fé torna útil”.

Sifrá e Puá foram úteis a Deus embora tivessem falhas! Aleluia!

Reflita! Você tem fé ou tem medo? Heber Toth Armí





Êxodo 1 Comentários: Andy Nash

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica: Êxodo 1
Comentários: Andy Nash

Embora os israelitas estivessem no Egito há mais de 400 anos – e mal conheciam os nomes de suas famílias – Deus conhecia cada um pelo seu nome. E Ele os estava preparando para ouvi-Lo falar Seu próprio nome (YHWH) em voz audível no Sinai.

Que surpreendente história é o livro do Êxodo. É o evangelho para os hebreus: uma história de libertação, de graça. O povo judeu sente-se tão fortemente tocado com o livro do Êxodo como os cristãos se sentem com o Evangelho de João.

Ao contrário do pensamento popular, os judeus nunca acreditaram que eram salvos por suas obras. Antes de Deus pedir sua obediência no Sinai, Ele os salvou no Mar Vermelho.

Como os israelitas e Moisés, nós também formos resgatados por um menino que cresceu para ser um libertador. No final de sua vida, Jesus subiu uma montanha na terra de Canaã e se encontrou com Moisés e Elias. Lucas 9:31-32 diz que eles conversaram sobre a “partida” de Jesus, literalmente, seu “êxodo”.

De que forma a necessidade dos israelitas por libertação te lembram de nossa própria necessidade? Você pode pensar em um tempo onde um “novo faraó” surgiu em sua vida e tornou as coisas muito difíceis?

Andy Nash
Escola de Jornalismo e Comunicação
Southern Adventist University


domingo, 30 de agosto de 2015

O legado de José

Leitura Bíblica- Gênesis 50–

O legado de José
Comentários Bíblicos Pr. Heber Toth Armí

Moisés escreveu este livro para mostrar coisas importantes ao povo que saíra do Egito, taxado de escravo, tratado de forma inferior a animais. Sua importância era tão real como a nossa:

• Nossa nobre origem divina revela nossa importância (Gênesis 1-2);

• Após o pecado, o Criador revelou um plano: Haveria um Salvador para libertar todo pecador (Gênesis 3);

• Com a multiplicação do pecado, foi necessário limitá-lo por meio de um dilúvio mundial e a confusão das línguas na Torre de Babel (Gênesis 4-11).

• Deus investiu em Abraão no processo do plano de salvação, o qual seria o pai da nação donde viria o Messias.

Até o 11º capítulo Moisés sintetiza cerca de 2000 anos de História mundial, os 39 restantes contam em detalhes a origem do povo judeu (nossa também) e expõe a razão de Israel estar no Egito.

Chegamos ao último capítulo do livro das origens/gênese. Estamos contidos nele devido a que o plano de salvar o mundo envolve a todos nós. Além das muitas lições que aprendemos esta é a mais importante delas.

Com tal lição em foco, observe com atenção o legado de José para nós que chegamos na conclusão de sua história:

1. Poder, política e status podem perverter muitas pessoas (quase todas), mas José ensina-nos que nenhum sucesso precisa corromper quem humildemente teme a Deus;

2. Autoridade, fama e riquezas podem corromper muitas pessoas, mas José demonstra que nenhum lance pode tornar vingativo um servo de Deus;

3. Sabedoria, habilidades e vitórias não devem deixar nenhum filho de Deus ignorante, insensível ou estúpido; pelo contrário, como José, deve reconhecer, humildemente, a poderosa mão divina em tudo e, ajudar àqueles que precisam.

Antes de morrer, José deixou-nos o segredo teológico que norteou sua vida, ao dizer a seus irmãos: “Não é preciso ter medo. Por acaso estou no lugar de Deus? Será que vocês não percebem que planejaram o mal contra mim, mas Deus transformou o mal em bem [...] salvando a vida de muita gente? [...] Vou cuidar de você e de seus filhos” (vs. 19-21).

Se esta filosofia reger tua vida experimentarás grandes sucessos e colaborarás com a salvação de muita gente! Você aceita?

Você tem absorvido aos princípios bíblicos de vida? Em que Gênesis te influenciou? – Heber Toth Armí 


Gênesis 50 Comentários: Martin Klingbeil

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica: Gênesis 50
Comentários: Martin Klingbeil

O livro de Gênesis termina com um filho a honrar o último pedido de seu falecido pai. Deve ter sido um grande testemunho para os cananeus quando os enlutados israelitas e egípcios chegaram e enterraram Jacó na caverna do campo de Macpela, que tinha sido o local de sepultamento da família por gerações. É um momento de luto intenso, mas ao mesmo tempo uma forma positiva para processar o luto, ao dizer adeus de forma ativa à pessoa amada. E toda a comunidade se envolveu neste processo.

Lembro-me de um irmão da África, uma vez, expressar isso para mim de forma poderosa: todos que chegam ao funeral e choram com você, levam embora com eles, ao sair, uma pedrinha da sua grande montanha de dor, e desta forma a montanha vai se tornando cada vez menor. Carreguemos as cargas uns dos outros, especialmente em tempos de luto.

Os irmãos de José ficaram preocupados que a morte de Jacó poderia abrir caminho para alguma forma de vingança por parte de José, mas este age de modo consistente e reafirma o seu perdão a eles. José aprendeu uma das maiores lições de vida: Deus pode transformar o que foi intentado para o mal em algo incrivelmente bom.

Martin Klingbeil
Professor de Ciências Bíblicas e Arqueologia
Southern Adventist University


sábado, 29 de agosto de 2015

Jacó abençoa seus filhos

Leitura Bíblica- Gênesis 49–

Jacó abençoa seus filhos
Comentários Bíblicos Pr. Heber Toth Armí

Enquanto muitos pais jogam pragas e amaldiçoam seus filhos, o cristão atento abre a Bíblia e aprende com Jacó a abençoá-los para deixar-lhes o maior dos legados: Bênçãos espirituais (o que não exclui bênçãos materiais).

A boca fala do que o coração está cheio; tão-somente o coração de um pai cheio das bênçãos de Deus abençoará profusamente seus filhos! Somente poderá deixar um sólido legado espiritual aquele que é realmente espiritual. O legado espiritual é a maior e melhor herança que um pai pode deixar a seus filhos!

A única forma de descansar em paz é abençoando os filhos e deixando a família em paz antes de morrer. Pais egoístas, que não pensam em seu fim nem se preocupam com seus filhos e netos não repartem a herança nem preparam sua família para sua morte. Então, grandes problemas surgirão começando com brigas por herança entre irmãos.

O testamento de Jacó a cada um de seus filhos se vê nos seguintes versículos:
1. Ruben (vs. 1-4);
2. Simeão e Levi (vs. 5-7);
3. Judá (vs. 8-12);
4. Zebulom (v. 13);
5. Issacar (vs. 14-15);
6. Dã (vs. 16-18);
7. Gade (v. 19);
8. Aser (v. 20);
9. Naftali (v. 21);
10. José (vs. 22-26);
11. Benjamim (v. 27).

Depois de especificar bênçãos conforme as características de cada filho, Jacó encolheu-se na cama e expirou/morreu (vs. 28-33). Que atitude nobilíssima! Que morte magnífica! Que funeral pacífico foi esse! Apenas quem vive com qualidade morre com dignidade!

A vida de Jacó e de seus filhos demonstram que o mais importante não é quem bem começa a vida cristã, mas quem bem termina. Não importa o quanto você errou, mas o que você aprendeu dos erros. Não importa quantas vezes tenhas caído em pecado, mas quantas vezes você deixou de regredir e passou a progredir na fé.

Jacó demora-se mais ao abençoar Judá. Ele recebe a bênção da primogenitura em lugar de Ruben, o mais velho. Judá/leãozinho – que casou-se com uma pagã; teve três filhos perversos; teve mais dois filhos com sua nora –, foi abençoado como rei pelo patriarca. Algum equívoco? Não! Vimos como ele converteu-se/transformou-se!

De Judá virá Siló, uma referência ao Messias! Por conseguinte, Jesus foi chamado de Leão da tribo de Judá! Heber Toth Armí


Gênesis 49 Comentários: Martin Klingbeil

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica: Gênesis 49
Comentários: Martin Klingbeil

Gênesis 49 é pura poesia – poesia hebraica! Ao contrário do entendimento ocidental moderno sobre a poesia, que a utiliza como forma de arte literária, o Antigo Testamento freqüentemente usa textos poéticos para expressar algo de extrema importância. Aqui, quase no final do livro de Gênesis, encontramos um dos quatro principais poemas que marcam importantes limites da história do Pentateuco (Gênesis 49; Êxodo 15; Números 23-24; e Deuteronômio 32-33). Moisés abençoa as tribos de Israel como uma nação em Deuteronômio 32-33, ao passo que Israel (Jacó) abençoa seus filhos em Gênesis 49.

Deste modo, a história dos patriarcas em Gênesis se move para a história do povo de Israel no livro de Êxodo, mas, em última análise, chega também, ao longo do tempo, às nossas histórias também. Algumas das “bênçãos” de Jacó são bastante decepcionantes e demonstram que o perdão não pode sempre apagar as conseqüências de nossos erros.

De fato, o poema aponta para além da história imediata dos filhos de Israel, para alguém que irá surgir da linha da promessa: o Shiloh (v. 10), o pastor (v. 24), a pedra de Israel (v. 24) – todas elas imagens messiânicas. É Jesus Cristo, que é prefigurado aqui e Quem virá para salvar Seu povo e Quem vai nos abençoar.

Martin Klingbeil
Professor de Ciências Bíblicas e Arqueologia
Southern Adventist University


sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Vamos depender de Deus?

Leitura Bíblica- Gênesis 48–

Vamos depender de Deus?
Comentários Bíblicos Pr. Heber Toth Armí

Na infância, adolescência, juventude não se nota religiosidade em Jacó; somente na velhice percebe-se ele como alguém espiritual. A experiência deve formar-nos espiritualmente, não deformar-nos.

Há sete referências a Deus neste capítulo. Seis foram expressas por Jacó (vs. 3, 11, 15, 20-21), uma por José (v. 9). Deus é...

1. O Todo-poderoso;
2. O que apareceu em Luz a Jacó;
3. O que abençoou a Jacó;
4. Aquele que deu os filhos para José;
5. Aquele que concedeu oportunidade a Jacó de ver José novamente com seus filhos;
6. Pastor;
7. Atuante, presente e abençoador.

Seria diferente a vida de Jacó se desde a infância tivesse colocado Deus no centro de suas realizações... E quanto a nós? Como seria diferente nossa história se Deus fosse sempre mais importante que tudo?

Neste capítulo, destacam-se os seguintes pontos:

• José vai com seus dois filhos visitar o pai que está acamado, doente; ao ouvi-los chegar, Jacó esforçou-se e sentou-se na cama a fim de abençoar aos três, o filho José e, os netos: Efraim e Manassés (vs. 1-4);

• Jacó eleva seus netos da parte de José a status de filhos; “os filhos de José deveriam ser com as devidas formalidades incluídos entre os filhos de Israel” (Ellen G. White). Eles seriam príncipes como os demais filhos (vs. 5-12);

• Jacó, já idoso e limitado pela visão, trocou as mãos invertendo a bênção do primogênito para o caçula e do caçula para o primogênito; José tentou adverti-lo, mas não cedeu. Assim, a maior bênção que deveria ser dada a Manassés foi dada a Efraim: Mas ambos foram devidamente abençoados (vs. 13-20);

• José recebe a promessa/certeza de Jacó de que Deus estará com ele e fará sua descendência retornar a Canaã; e declara que a maior parte da terra foi destinada a José (vs. 21-22).

Passar tempo com Deus molda nosso caráter. Jacó não tinha mais o espírito de dependência própria, nem confiança no poder e sagacidade humanos.

Quando Deus é o centro de nossa vida, nossas atitudes serão regidas por Ele, às vezes sem compreendê-las.

Quando Deus é prioridade em nossa vida falaremos dEle o tempo todo.

A maturidade espiritual abre os olhos da fé ainda que os olhos físicos estejam obscurecidos.

Vamos depender de Deus? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí


Gênesis 48 Comentários: Martin Klingbeil

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica: Gênesis 48
Comentários: Martin Klingbeil

Jacó chegou ao final de sua jornada e reúne seus filhos em torno de seu leito de morte para a transmissão da bênção da aliança. José se achega com seus dois filhos, Manassés e Efraim.

Jacó faz duas coisas importantes aqui: primeiro ele adota ambos os netos, colocando-os na linha direta da promessa, alocando, portanto, a José, a porção dupla que ele tinha sonhado profeticamente há muito tempo atrás. Em seguida, inverte a ordem e abençoa Efraim, o segundo a nascer, em detrimento de Manassés, o primogênito, refazendo o círculo completo de sua vida com a história de José.

Em Hebreus 11 podemos ver as interessantes reviravoltas que a linha da aliança da promessa sofreu. Pessoas que nós não necessariamente listaríamos como heróis da fé foram aquelas que Deus escolheu para serem os vasos de Sua graça. Isso me dá coragem, porque as bênçãos de Deus não dependem de meus méritos, mas de Sua graça incomparável.

Obtemos também um vislumbre do íntimo relacionamento de Jacó com Deus, quando ele apresenta a bênção em que se refere a Deus como o Pastor que o conduziu, através de toda a sua vida e sendo seu Redentor. Estes são importantes conceitos teológicos pessoais que o patriarca tenta conceder a seus descendentes. Ele deseja para eles uma caminhada com Deus semelhante a que ele experimentou ao longo de sua vida.

Martin Klingbeil

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Deus tem soluções!

Leitura Bíblica- Gênesis 47–

Deus  tem soluções! 
Comentários Bíblicos Pr. Heber Toth Armí

Não use teu pecado como justificativa para não buscar Deus. Nem teu passado para evitar fazer o que é certo.

Imagina se...
1. ...Os irmãos de José não quisessem ir até o Egito por inveja, ciúmes ou mesmo orgulho ferido por ver seu irmãozinho como governador da maior potência do mundo?
2. ...Jacó não abrisse mão de seu passado e não quisesse abrir mão de sua terra para então ir para o Egito?
3. ...nenhum dos familiares de José quisessem lidar com fantasmas do passado e não tivessem contado a Jacó que José estava vivo?

Os sonhos de José em sua infância se cumpriram fielmente assim como os sonhos desvendados do padeiro-chefe, do copeiro-chefe e os dois de Faraó.

Gênesis deixa claro que Deus entende de sonhos, interpretações de sonhos e, principalmente conhece perfeitamente o futuro.

Observe: A profecia predita a Abraão que sua descendência peregrinaria em terra estrangeira se cumpre de forma inusitadamente quando seus 70 familiares se alojam no Egito. Local onde a mesma profecia prediz que enfrentariam a escravidão. Contudo, enquanto José está vivo governando o Egito, eles estarão bem na região de Gozem.

Gozem era uma região propícia para pastoreios de animais, era uma região fértil. José levou cinco de seus irmãos para apresentá-los a Faraó; depois trouxe também seu pai; então, o maior líder político do mundo cedeu o melhor da terra à família daquele que havia feito o melhor pelo Egito (vs. 1-12).

Faraó tornou-se dono de todas as terras dos egípcios e inclusive os egípcios se tornaram servos de Faraó. Por mais negativo que pareça, pior seria morrerem de fome. Sendo José sábio, além de estocar alimento suficiente para muita gente, ninguém morreu de fome quando faltaram os recursos (vs. 13-26).

Jacó chegou com 130 anos de idade ao Egito e viveu 17 anos ali. Seus descendentes adquiriram propriedades e tiveram muitos filhos, aumentado, assim, significativamente, a família com prosperidade (vs. 27-31).

Provavelmente, todos eles morreriam se não fossem ao Egito; e, como se mudariam se José não fosse governador ali?

Concluímos, assim, que Deus é...
• Sábio/onisciente;
• Soberano/onipotente;
• Visionário;
• Atencioso;
• Cuidadoso;
• Protetor;
• Sustentador;
• Precavido;
• Ativo;
• Envolvido;
• Estrategista.

Lição: Antes dos problemas surgirem, Deus já tem soluções! Só precisamos tê-lO como Deus de nossa vida! Reavivemo-nos! Heber Toth Armí


Gênesis 47 Comentários: Martin Klingbeil

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica: Gênesis 47
Comentários: Martin Klingbeil

O velho patriarca Jacó está diante de Faraó, e estende as mãos em uma bênção sobre a cabeça do poderoso monarca egípcio que deve ter sido tocado por este gesto gracioso do ancião. Jacó tem agora 130 anos e seus olhos presenciaram muitas coisas. Todos esses anos de sofrimento e tristeza encontram seu desfecho na reunião final feliz com José no Egito, desfrutada por mais 17 anos. E a partir da rica experiência de uma vida de caminhada com Deus, ele pronuncia uma bênção sobre Faraó. Que privilégio para nós podermos orar pelos governantes e nos tornarmos uma bênção para aqueles que governam este planeta.

O capítulo termina com uma nota sóbria: Jacó enfatiza que José deve levar o seu corpo para fora do Egito e enterrá-lo na terra de Canaã, reiterando o aviso de que o Egito nunca deve tornar-se um destino, mas apenas um lugar de passagem, mesmo que vivamos temporariamente no “melhor da terra”.

Martin Klingbeil


quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Deus cumpre o que promete

Leitura Bíblica- Gênesis 46–
 Deus cumpre o que promete
Comentários Bíblicos Pr. Heber Toth Armí


A Palavra de Deus, em sua totalidade, é impressionante; merece nossa atenção. Este capítulo é importante; o qual pode ser divido assim:

1. Jacó abandona Canaã e viaja ao Egito com toda sua família (vs. 1-27);
2. Jacó e José se reencontram após mais de duas décadas (vs. 28-34).

Antes, porém, de considerar alguns pontos teológicos, reflita: José conseguiu, pela graça divina, reunir e restaurar toda sua família. Mas, o que aconteceria se...

• ...Ele se vingasse de Potifar e sua esposa assim que tornou-se governador?
• ...Ele se vingasse de seus irmãos depois de toda injustiça que fizeram contra ele?
• ...Ele usasse o poder que agora tinha nas mãos para oprimir àqueles que lhe oprimiram outrora?

É facilíssimo estragar tudo; por tal facilidade que a atitude de Jacó em relação a José provocou ciúmes, inveja e ódio em seus outros filhos; os quais ganharam dinheiro vendendo José – estragando ainda mais.

Contudo, a parte positiva é que, embora a maioria esteja empenhada em fazer estragos, se apenas um membro da família colocar-se nas mãos de Deus, tornar-se-á instrumento que restaurará tudo que está arruinado.

Este capítulo confirma a realidade dos dois sonhos de infância de José. O primeiro: 11 feixes de trigo se inclinavam diante do dele (representava seus irmãos); o segundo: O sol, a lua e as estrelas inclinavam-se diante dele (incluía seus pais – embora sua mãe já estivesse falecida, 37:6-11).

José é governador do Egito, que, além de ser a maior potência política da época, era a única nação que tinha sua economia estável quando todas as outras enfrentavam uma crise de alimento. Graças a José, o sonhador e intérprete de sonhos, o Egito estava “nadando no dinheiro” enquanto a economia do mundo despencava abruptamente.

Aliás, o foco é Deus! Não podemos ignorar esta verdade. Se não fosse Ele, José seria um mimado, ou um frustrado escravo amargurado.

Deus já havia profetizado a Abraão tempos atrás que sua descendência peregrinaria em terra estrangeira, e seria reduzida à escravidão; entretanto, após 400 anos e o julgamento divino, sairia com muitas riquezas. Esta profecia está registrada em Gênesis 15:13-14.

Deus conhece não só detalhes sobre o futuro, Ele cumpre tudo que promete! Este capítulo fortalece nossa certeza/confiança/fé em Sua Palavra!
“Senhor, reaviva-nos profusamente. Amém” – Heber Toth Armí





Gênesis 46 Comentários: Martin Klingbeil

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica: Gênesis 46
Comentários: Martin Klingbeil

Gênesis 46 soa como o Êxodo em sentido inverso. Jacó e sua família arrumam todos os seus pertences e começam a longa caminhada para o Egito, a mesma estrada que Abraão e também José percorreram muito tempo antes deles. No caminho, em Berseba, o Senhor afirma a Jacó que o levaria para longe da Terra Prometida, a um exílio temporário no Egito. Mas, ao mesmo tempo, deixa bem claro que haverá um retorno a Canaã e que esse tempo passado no Egito é necessário para a preservação da existência de Israel e um terreno fértil para transformá-lo em uma nação.

Você faz parte do movimento adventista? Muda-se de lá para cá, para outras cidades e países, e às vezes através dos oceanos? Quando você se mudar para onde o Senhor te chamar, lembre-se que estamos sempre viajando e que ao final viveremos um outro Êxodo. Onde estivermos, uma coisa é certa – o Êxodo virá, quando Cristo nos levará em carros de nuvens para a Terra Prometida. Até que isso ocorra, partilhemos o nosso testemunho a todos os “egípcios” entre os quais Deus nos colocou e estejamos prontos para o Êxodo final.

Martin Klingbeil

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Perdão

Leitura Bíblica- Gênesis 44 –
Perdão
Comentários Bíblicos Pr. Heber Toth Armí

O que é “perdão”? Deus deixou-nos “dons” difíceis de explicar; entretanto, com resultados visivelmente satisfatórios. Creio que as muitas definições são insuficientes para descrever o significado real de perdão, o qual extrapola nossa compreensão.

Destarte, o efeito do perdão é eficaz para que haja reconciliação eficiente. O perdão é dom celestial, produz efeito divinal; seu conceito é complexo à limitada mente humana.

Para nós, pecadores que falhamos abusivamente – nem mesmo pessoas que amamos estão livres de nossas ofensas e ataques cruéis – carecemos, em demasia, de algo que resolva nossas atitudes doentias de agredir, ofender e destruir.

Em meio a este emaranhado mundo de pecado, problemas de relacionamento, acusações, medos, invejas, orgulhos, ciúmes, ameaças, vaidades, etc. quem nunca foi ofendido? Quem nunca ofendeu alguém? Quem está livre da culpa? Quem não precisa pedir ou receber perdão? Quem não precisa de reconciliação?

Observe a história sagrada, por Deus inspirada a fim de revelar-nos preciosas lições de vida através de uma família que foi satisfatoriamente restaurada:

1. O pecado, a culpa e o erro podem escancarar-se/revelar-se diante de nós por mais tempo que passe; José, o problema do passado, dormente na memória, veio à tona diante dos olhos de seus irmãos (vs. 1-8);

2. O coração perdoador expressa palavras misericordiosas e atitudes bondosas aos que o prejudicaram; isso, porque Deus reverteu a história dando-lhe outro rumo e moldando o coração e a visão de José (vs. 9-15);

3. A reconciliação verdadeira promove intimidade e restauração completa à família que, apesar das diferenças e crises de relacionamento do passado, experimenta graça divina no presente (vs. 16-28).

Perdão: atitude sobrenatural! Não há nada igual para pagar mal com bem do que perdoar quem merece desprezo total! Quem sente o prazer e paz indescritíveis oriundos do perdão divino não será egoísta para negar perdão a seu irmão!

Hernandes Dias Lopes expressa: “Perdoar é restaurar, é cancelar a dívida, é não cobrar mais. É deixar o outro livre e ficar livre. O perdão oferece cura para os ofensores e ofendidos”.

É melhor perdoar do que não querer se reconciliar! Por mais doloroso, é melhor aprender duramente as lições da vida do que perder a vida inteira por negar-se aprender.

Perdoar não justifica injustiças – liberta ofensores e ofendidos! Entendeu? Reavivemo-nos! – Heber Toth Arm


Gênesis 45 Comentários: Martin Klingbeil

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica: Gênesis 45
Comentários: Martin Klingbeil

Este deve ser um dos capítulos da Bíblia mais saturados de graça! Com o perdão vem a reconciliação e feridas de toda uma vida começam a se curar. José não consegue mais suportar a pressão emocional de se relacionar de maneira incógnita com seus irmãos. Finalmente se revela como aquele que eles tinham visto pela última vez implorando pela sua misericórdia, enquanto os comerciantes viajantes o arrastavam para o Egito como escravo.

A incredulidade dos irmãos se transforma primeiro em choque, depois em medo e, finalmente, na percepção de que Deus misericordiosamente frustrou o mal que haviam planejado. A culpa finalmente encontra o perdão e é dissipada em um abraço que ecoa em lágrimas até a residência real, aos ouvidos de Faraó, dando testemunho do poder da providência divina e da graça. Isto quase não pode ficar melhor, mas fica.

Quando eles correm de volta para Canaã, energizados pelo alívio do peso do pecado que foi tirado de seus ombros, um velho homem que lentamente definhava em sua dor por José e sua decepção com seus outros filhos, revive e encontra um novo sopro de vida.

Talvez hoje possa haver um momento em sua vida onde a velhas tristezas se transformem em uma nova vida através do perdão e da reconciliação

Martin Klingbeil
Professor de Ciências Bíblicas e Arqueologia
Southern Adventist University

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Transformação

Leitura Bíblica- Gênesis 44 –

Transformação
Comentários Bíblicos Pr. Heber Toth Armí

Quando Deus age, coisas incríveis acontecem. Quando Ele atua na família situações complexas se resolvem de forma inimaginável.

Assim como Deus usou José para executar Seus planos, agora quer usar você, caso te disponibilizes assim como José. Os irmãos de José revelaram terem sido transformados. Já não eram mais aos mesmos. Eles estavam mudados.

Judá, cerca de 20 anos atrás havia sugerido a venda de José por 20 moedas de pratas. Agora, estava Judá diante de José a suplicar em favor de Benjamim, a ponto de ficar preso em lugar do irmão caçula (vs. 16-34). Judá havia enterrado dois de seus três filhos. Ele sentiu na pele o que fizera a seu pai vendendo José. Ele certamente aprendeu a lição de forma triste, mas aprendeu!

Judá já estava viúvo, tinha tido um caso com a nora viúva, a qual gerou gêmeos dele. Os sofrimentos do pecado fizeram Judá mudar de vida. “O cruel e impiedoso Judá de tempos atrás agora entregaria sua própria liberdade e ficaria como escravo ‘em lugar do jovem’ [Benjamim]” (Arthur J. Ferch).

Isso “era suficiente para José, [agora ele] tinha suficiente evidência de uma transformação radical nos corações de seus irmãos”, observa Ferch. A humildade era uma grande evidência de transformação de caráter. Confessar erros e culpas sem questionar, sem jactância e sem orgulho é o auge de uma conversão:

“Nossa culpa está diante do senhor e estamos dispostos a ser seus escravos. Estamos todos na mesma situação e somos tão culpados quanto àquele que foi encontrado com o cálice” (v. 16, AM).

Reflexão:
1. Toda pessoa deste mundo é pecadora e Deus quer salvar cada uma: Ele lidou com José no Egito e com sua família em Canaã e, agora aproximou José e seus irmãos para se reconciliarem após 20 anos de separação.

2. Deus tem um método especial próprio para cada família: Ele usou José com suas estratégias e testes a fim de despertar a consciência e conduzir seus irmãos ao reconhecimento da culpa e do erro; e, permitiu que Judá perdesse dois filhos para sentir na pele o que seu pai tinha sentido ao perder José.

É melhor sofrer o castigo de nossos pecados e convertermos do que perder a salvação. Deixe Deus te corrigir! – Heber Toth Armí


Gênesis 44 Comentários: Stephen Bauer

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica: Gênesis 44
Comentários: Stephen Bauer

Este não é o mesmo Judá que vimos em Gênesis 37-38. Aquele Judá vendeu o filho favorito de seu pai para tentar obter um benefício para si. Aquele Judá era egoísta, faminto de poder e ganancioso. Mas AGORA se oferece à escravidão para salvar o filho predileto! Ele não é mais egoísta e imoral. Ele se oferece ao sacrifício – e a perder seus privilégios como um herdeiro de Jacó – para salvar Benjamim. José vê que seus irmãos não são mais os homens perigosos que conhecera anos antes, e se revela a eles. Eles livremente reconheceram sua culpa e são homens transformados.

Judá nos dá esperança de não termos de permanecer presos em modos de vida pecaminosos, egoístas e destrutivos. Se Deus pode trazer Judá à mudança, certamente Ele pode fazer coisas igualmente radicais com você e comigo. Esta transformação moral, incluindo o seu novo senso de auto-sacrifício, faz Judá acabar como co-herói com José, e é Judá, e não o perfeito José, que se tornaria um antepassado de Cristo. A boa notícia é que Deus recebe o desagradável Judá em sua linhagem, mas Ele não deixa que ele continue assim. A graça de Deus transforma os mais difíceis pecadores em santos dispostos ao auto-sacrifício.

Stephen Bauer

domingo, 23 de agosto de 2015

O foco de Deus : A família

Leitura Bíblica- Gênesis 43 –

O foco de Deus : A família
Comentários Bíblicos Pr. Heber Toth Armí

As Escrituras Sagradas devem afetar a cultura, não a cultura afetar as Escrituras. Nossa bagagem cultural não deve moldar nossa interpretação da Palavra de Deus, a revelação de Deus deve determinar nossa cosmovisão de tudo.

O foco de Deus não era somente José, mas também a família de José que, aparentemente, acomodara-se numa superficialidade espiritual. Aliás, o foco de Deus era e continua sendo operar no mundo inteiro a fim de resgatar a humanidade do pecado e suas consequências, independente da cultura.

As atitudes de José frente às crueldades de seus irmãos são sobrenaturais, estão além de serem naturais. O processo demorou, mas Deus prosperou – Louvado e exaltado seja Seu precioso nome!

Agora José estava pronto para colaborar com Deus na restauração de seus irmãos. Por meio de José, suas estratégias e testes, a consciência cauterizada de seus irmãos irá se despertar. Charles R. Swindoll, destaca deste relato os seguintes passos em relação à consciência:

• O primeiro passo para evitar uma consciência cauterizada é assumir a responsabilidade pela nossa culpa pessoal;
• Quando Deus ativa uma consciência cauterizada começamos a ganhar uma perspectiva diferente;
• Deus também ativa a consciência cauterizada quando recebemos expressões imerecidas de graça.

Após isso, no capítulo em questão, encontramos as seguintes divisões, conforme destaca Victor P. Hamilton: Os irmãos regressam ao Egito com Benjamim:

1. Desavenças entre pai e filhos (vs. 1-10);
2. Israel dá permissão para que Benjamim fosse com eles ao Egito (vs. 11-14)
3. Os irmãos regressam ao Egito (vs. 15-25);
4. José e Benjamim se encontram (vs. 26-34).

Deus usa meios inimagináveis para tratar nossos medos, traumas e passados negros. A transição para a restauração é um processo, por vezes, doloroso, difícil. Quanto mais difícil nos fazemos, pior será para nós, pois nosso passado errado e tenebroso irá ditar nossos comportamentos e pensamentos, os quais serão medonhos.

Medo, insegurança, angustia e incertezas tomam conta do coração dos pecadores e Deus quer eliminar tudo isso aplicando a paz que vem da reconciliação. A restauração da família indubitavelmente passa pelo reconhecimento da culpa, o que só acontece se Deus despertar a consciência.

Deixe Deus restaurar tua consciência a fim de restaurar tua família. Deus quer restaurar tua vida e a vida de tua família. Você permiti?

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí

Gênesis 43 Comentários: Stephen Bauer

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica: Gênesis 43
Comentários: Stephen Bauer

O drama continua. Jacó não quer enviar Benjamim ao Egito. Vemos também evidências de mudança nos irmãos. Eles se simpatizam com Jacó e parecem agora apoiar Benjamim como sendo o filho predileto. Talvez numa tentativa de aplacar a consciência culpada, Rúben se oferece para ser responsável pela segurança de Benjamim, dizendo a Jacó que ele pode matar seus dois filhos se ele não voltar com Benjamim, são e salvo (Gên 42:37). Talvez Rúben ainda esteja tentando recuperar o favor de seu pai.

A necessidade de sobrevivência, no entanto, finalmente força Jacó a ceder. Depois de Jacó recriminar seus filhos pela perda de um dos irmãos, Judá intervém. Judá, o antagonista, agora começa a se tornar Judá, o co-herói. Ele se faz de garantia para Jacó da segurança de Benjamim. Este não é o mesmo Judá que vimos em Gn 37,tramando para ganhar poder na família.

O drama agora se torna mais denso quando Benjamin chega ao Egito com seus irmãos. José agora testa os ciúmes dos irmãos contra Benjamin, dando-lhe mais presentes, porções maiores de comida, etc. Nenhuma reação indicadora de ciúme irrompe. Eles se alegram com José, sem saber quem ele é.

Stephen Bauer
Professor de Teologia e Ética
Southern Adventist University
Collegedale, Tennessee, EUA




sábado, 22 de agosto de 2015

Os irmãos de José no Egito

Leitura Bíblica- Gênesis 42 –

Os irmãos de José no Egito
Comentários Bíblicos Pr. Heber Toth Armí

A fé não se opõe à cultura, mas ela se põe acima de qualquer cultura. Não é a cultura que determina a fé; entretanto, a fé conduz o indivíduo dentro de qualquer cultura. O servo de Deus é moldado pela cultura do Céu a fim de influenciar a cultura da Terra, seja no Egito, Brasil, Portugal, Angola, Estados Unidos, China, etc.

De sua humilhação aos 17 anos até sua inimaginável promoção aos 30 passaram-se 13 anos. Neste período Deus preparou o caráter de José para salvar não apenas o mundo da fome, mas sua família dos pecados cometidos contra ele.

Com mais 7 anos de fartura, passaram-se 20 anos que José não vira sua família. Aquele que fora fiel a Deus em época de vacas gordas será fiel diante das vacas magras quando poderia vingar-se de todos os que lhe causaram injustiças.

O maior milagre que Deus faz é transformação de caráter que ninguém pode fazer por si mesmo de forma tão eficaz.

Observe:

1. Jacó toma a iniciativa de enviar dez filhos ao Egito comprar comida (vs. 1-5);
2. Os filhos enfrentam o desafio de serem entrevistados pelo governador do Egito (vs. 6-17);
3. Nove irmãos retornam; Simeão fica preso (vs. 18-26);
4. Os nove chegam em casa e relatam tudo a Jacó (vs. 27-38).

Deus usa José para despertar a consciência dos irmãos, amortecida pelo pecado. Ele pode usar-te para fazer o mesmo. Mas, lembre-se:

• Só Deus pode tirar alguém do fundo do poço ou de uma escura prisão para colocá-lo na administração de um governo mundial para fazer o que ninguém mais é capaz.

• Às vezes será preciso que Deus destrua nossa arrogância, orgulho, maus traços de caráter para, então, reconstruir nossa história. Nestas circunstâncias, quanto mais cedo cedermos totalmente a Ele, mais rápido será o processo restaurador!

• Ainda que o quebra-cabeça de nossa vida esteja todo bagunçado ou até faltando peças, Deus irá montá-lo e o deixará completo!

• Se você se render inteiramente a Deus, certamente Ele te usará para salvar tanto a tua família como muitas outras famílias que carecem de salvação.

O quebra-cabeça de Deus é o mundo, até o fim do milênio Ele o deixará impecável! Ele quer nos usar nesse processo!


“Usa-me, Senhor, amém!” – Heber Toth Armí
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