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domingo, 30 de junho de 2013

Lições de Vida


Lições de Vida
Leia na Bíblia- Jó 4
Comentários do Pr. (Heber Toth Armí) #rpsp
Muita gente que vai à igreja nos dias atuais está mais interessada em buscar Seus favores que o próprio Deus. Se diz religiosos interessados em seus direitos sem ao menos se importar com seus deveres. Cobram de Deus, mas não fazem nada do que deveriam fazer para agradá-lO. Existem muitos crentes interesseiros em bênçãos, milagres, curas e riquezas (prosperidade). Porém Jó não era assim. Jó revela que o crente não faz de sua fé um negócio e do relacionamento com Deus uma barganha. Contrário de Jó, muitas pessoas creem que, “Quem serve a Deus não deve sofrer, pois, se for o contrário, não há vantagem em serví-lO”; ou, “Se Deus deixa o crente fiel sofrendo, então não é justo e bom como dizem”. Uma teologia errada leva à conclusões erradas de Deus. Temos de tomar cuidado com falsas teologias, oriundas da sabedoria humana sem a guia e a regência do Espírito Santo. Diante das palavras de Elifaz em Jó 4 aprendamos as seguintes lições:
1. Quando passamos por sofrimento, tenhamos cuidado com o que ouvimos. As pessoas podem distorcer a teologia para tentar condenar ou consolar os aflitos.
2. Nem todo conselho ouvido durante os momentos de angústia, dor e sofrimento são bons do ponto de vista divino.
3. Muitas pessoas que ficam fragilizadas diante de crises, perdem o discernimento espiritual – não devemos agir como Elifaz, mas como Jó que, mesmo sofrendo, nunca perdeu a integridade, a fé e nem a compreensão correta da Teologia!

Diante do sofrimento tanto próprio como dos outros devemos tomar extremo cuidado com o que dizemos. Desde a mulher de Jó até seus amigos, todos disseram coisas que não deveriam ter dito. Todos tentaram atingir em Jó exatamente no ponto que Deus exaltou nele: sua integridade para com Deus. Aquilo que Jó ouviu de sua esposa e de seu amigo Elifaz eram tentações persuasivas que tinham a finalidade de levá-lo a revoltar-se com Deus e a desistir da vida (Jó 4). Temos de ter cuidado com o que falamos em tempos de aflição a fim de que não percamos a fé e nem sejamos instrumentos do maligno a fim de levar outros a perderem a fé em Deus e em Sua providência. A Bíblia é bem clara que seremos julgados por nossas palavras, independentes das circunstâncias em que nos encontremos (Mateus 12:36-37). Como Jó, devemos crer que Deus é soberano, mesmo quando enfrentamos terríveis sofrimentos, Ele sabe o que faz e por que permite um de seus filhos fieis enfrentarem tais atrocidades. Mesmo que a teologia fuja de nossa compreensão, nunca devemos duvidar que Deus está no controle. Foi isso que Jó fez e é isso que eu e você devemos fazer também. A teologia da prosperidade pregada em muitas igrejas do mundo é falsa, Deus contraria tal teologia no livro de Jó. Jó é um exemplo para mim do que devemos ser, Elifaz é um exemplo do que não devemos dizer!

Muitas pessoas acreditam que toda e qualquer aflição pela qual o crente passa são consequências dos erros ou pecados deste. Desta forma, líderes religiosos ou mesmo outros crentes ao ver que alguém sofreu um prejuízo financeiro, um acidente, uma decepção ou qualquer outro tipo de infortúnio costumam de acusar a vítima de algum tipo de pecado; ainda que existam consequências de pecados e o ser humano paga pelo que faz, isso não é regra. Desde que entrou o pecado no mundo a vida tornou-se injusta onde o justo sofre e muitas vezes os iníquos vivem arregaladamente bem. Elifaz declara que Deus não permite que sobrevenham problemas ao inocente, querendo dizer que Jó estava em pecado (Jó 4:7-11). Para confirmar isso ele alega ter recebido uma revelação, uma visão à noite por meio de um espírito no meio da madrugada (vs. 12-17). Ele alega que os seres humanos não são confiáveis, pois são frágeis e morrem em meio à ignorância (vs. 18-21). Líderes religiosos devem atentar para o que diz as Escrituras, pois nem toda revelação, nem toda visão ou sonho vem Deus. As palavras de Elifaz faz eco das palavras de Satanás. O diabo também tem seus recursos para destruir a verdadeira teologia! Cuidado em ouvir certos líderes religiosos com suas revelações
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Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
“Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Reavivados por Sua Palavra - Jó 4


Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica  - Jó 4
Comentários do Pr. Koot van Wyk 
Elifaz é o primeiro amigo de Jó a responder ao seu lamento. Esses amigos de Jó não tinham conhecimento da história da rebelião no Céu e da prolongada discussão entre Satanás e Deus, a respeito da fidelidade de Jó. A questão era muito maior do que eles poderiam imaginar.

Alguns estudiosos querem ver o lado bom de Elifaz e tentar desculpá-lo por ele estar expondo, em sua fala, o pensamento dominante de sua época. Ele está dizendo que Jó costumava ser um conselheiro e ajudava a muitos (v. 3 e 4), mas agora que a tragédia surgiu em seu caminho, ele se tornou impaciente e agora é ele quem necessita de um conselheiro (v. 5). No verso 7 Elifaz explica o seu ponto de vista, "segundo o que eu tenho visto " (v. 8). A fonte do seu conhecimento é a sua experiência e seus sentidos. Ele tem a idéia de que é no presente que Deus castiga os ímpios e recompensa os fiéis. Aqueles que semeiam problemas, isso mesmo colherão (cf. v. 8). É pela ira de Deus que o ímpio chega ao seu fim, mesmo agora (cf v. 9).

Durante uma noite, quando Elifaz tentava dormir, um espírito passou diante de seu rosto (v. 15). Ele ficou com muito medo e tremendo (v. 14). Seu cabelo se arrepiou e ele pulou para fora da cama (v. 16). Ele não podia discernir o vulto corretamente, apesar de estar na frente de seu rosto. A voz culpou os atos de Deus de uma maneira que somos lembrados dos papéis desempenhados por Lúcifer na rebelião no céu. Sua intenção é lançar dúvidas sobre a justiça de Deus. "Seria, porventura, o mortal justo diante do seu criador? Seria, acaso, o homem puro diante do seu Criador?" (v. 17).

Estas perguntas feitas com objetivo de gerar dúvidas pedem um não como resposta, o que reforça mais uma acusação a Deus: "Eis que Deus não confia nos seus servos" (v. 18). Esta acusação de culpa de Deus na Terra é ligada à culpa de Deus no Céu, pois Ele “aos Seus próprios anjos atribui imperfeições” (v. 18), tendo, por isso, os expulsado do Céu.

Satanás está usando aqui a mesma estratégia que ele usou com Eva em Gênesis 3. Se os próprios anjos não são poupados, os seres humanos não podem esperar nada melhor. Entre a manhã e a noite é Deus quem quebra os seres humanos em pedaços (“Nascem de manhã e à tarde são destruídos”, v. 20a). O espírito de atribuição de culpa continua, e Elifaz repete: (v. 20b). "Eles perecerão pela retenção", o que significa que Deus retém as bênçãos dos céus dessas pessoas. Eles são desconectados de suas vidas, são deixados a morrer sem ter conhecimento do porquê.

Querido Deus, nós também nos deparamos com tragédias. Pessoas e a nossa consciência querem nos acusar de maldade que merece punição imediata de Deus. Mas nós sabemos que irás recompensar a todos no futuro [não pela nossa (inexistente) justiça, mas pela justiça de Jesus Cristo]. Mantenha-nos na palma da sua mão. Amém.

Koot van Wyk
Universidade Nacional Kyungpook
Sangju, Coreia do Sul

Trad JAQ/GASQ
Fonte: http://revivedbyhisword.org/en/bible/job/4/

sábado, 29 de junho de 2013

Lições de Vida


Lições de Vida
Leia na Bíblia- Jó 3
Comentários do Pr. (Heber Toth Armí) #rpsp

Você já ficou sete dias em silêncio só meditando em tudo o que te aconteceu de tão dramática a tua experiência? Jó ficou! Ele só quebrou seu silêncio depois de sete dias na presença silente de seus amigos pasmos diante de sua terrível situação. E, quando abriu a boca, foi para dizer que desejou jamais ter nascido (Leia Jó 3 inteiro). Claus Westerman alega que a declaração de Jó é claramente um lamento sobre si mesmo dirigido a Deus. Claudionor de Andrade diz “Jó não é uma figura lendária; era tão humano como o mais humano dos humanos”. A verdade é que a fé não torna ninguém em super homem, isento do sofrimento e da dor. É por isso que, como disse o teólogo Paul R. House, Jó amaldiçoou o dia de seu nascimento (vs. 1-10), perguntou por que as pessoas devem nascer, ou, se nascem, por que não morrem antes de enfrentar o sofrimento (vs. 11-23); por fim, ele lamentou sua total falta de sossego (v. 23). O sofrimento não impede ninguém de pensar, refletir e ou filosofar sobre a vida ou as questões que inquietam a vida. Diante de qualquer realidade vivida é preciso fazer uma avaliação, uma reflexão. É preciso pensar, mas pensar voltado para o Deus que sabe e pode todas as coisas. Ele vê o que não vemos. Ele conhece o que para nós é desconhecido. Ele tem as respostas que não temos. Ao sofrermos, tenhamos a disposição de refletir sobre a vida ou o porquê da vida, voltados para Deus, o autor da vida!

Jó é o primeiro dos livros sapienciais, sabedoria. Ele contém a mais pura e refinada filosofia já vista. Ele é extremamente profundo, com pensamentos que vão além de Platão e Aristóteles. Se Daniel e Apocalipse é difícil, quanto mais a sapiência divina na boca de um filósofo que descobriu que a verdadeira sabedoria é o temor do Senhor. Jó é sábio. Por isso, David S. Dockery, comentando o capítulo 3 de Jó escreve: “O dia do nascimento está para o indivíduo assim como a criação está para o mundo todo. Jó amaldiçoa o dia do seu próprio nascimento e, ao fazê-lo, inverte a linguagem de Gênesis 1. Ele conclama as trevas a encobrirem o dia, em contraste com ‘Haja luz’ de Gênesis 1:3. Ele conclama as estrelas e o sol se apagarem (Jó 3.9; compare com Gênesis 1:14-19). Jó chega a invocar o nome do Leviatã, monstro simbólico de destruição e caos (Jó 3.8...). .. Para ele, a ordem e a estrutura do universo já estão subvertidos, a vida já não faz sentido”. Com palavras sábias, poéticas e teológicas Jó busca sentido diante do Autor da vida. Num mundo inflamado pela injustiça, Jó 3 revela que por mais íntegro, justo, temente a Deus e distante do mal que uma pessoa anda será impossível viver feliz para sempre. Muitos conhecem três ou no máximo quatro capítulos dos 42 do livro de Jó, é preciso uma mente arguta para atingir o significado de todos os capítulos; enfim, ainda que você não compreenda tudo sobre o livro de Jó, te digo, por experiência própria, estudá-lo aguça a mente.

Você já desejou não ter nascido? Teu sofrimento já foi tão grande que você desejou nunca ter existido? A maioria das pessoas culpam algo, alguém e, quando não a Deus diante de seus sofrimentos. Jó não projetou sua dor a ninguém, nem em sua mãe, nem em seu pai, nem à sua esposa e muito menos a Deus. Ele só não desejou nunca ter nascido. Leia Jó 3. Aprendemos neste capítulo que:

1. O desespero de um verdadeiro servo de Deus pode levar ao desejo de nunca ter nascido: Jó amaldiçoou seu dia natalino, o dia de seu aniversário, desejando que ele fosse retirado da história (vs. 1-10).
2. O desespero de um servo fiel a Deus não deseja a vingança de ninguém, mas pode até desejar ter sido abortado do ventre de sua mãe: A segunda melhor opção para Jó depois de nunca ter nascido seria morrer antes ou durante o nascimento. Ele só lamente o fato de sua mãe tê-lo deixado viver.
Este mundo está marcado pelas obras de Satanás e seus agentes. Lendo Charles R. Swindoll, ele destaca três verdades que merecem nossa atenção neste capítulo:

1. Há dias escuros demais para que o sofredor possa ver a luz.
2. Há experiências de tal forma extremas que os atingidos não conseguem sentir esperança.
3. Há vales profundos demais para que os angustiados encontrem alívio.
Vamos nos aprofundar nesse mar de sabedoria divina. Vamos nos deliciar com a filosofia bíblica. Você topa?

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“Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Reavivados por Sua Palavra - Jó 3


Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica  - Jó 3
Comentários do Pr. Koot van Wyk

A partir deste capítulo, Jó começa a refletir sobre sua condição. Alguns estudiosos querem chamar essas seções de “discursos em forma poética” com Satanás, como se fossem parte de uma introdução artificial. Porém a falha em sua argumentação é que a atuação de Satanás se estende por todo o capítulo três até o capítulo quatro, com sua aparição a Elifaz de 4:12 em diante. Satanás utilizou os amigos de Jó para continuar seu ataque. Então, eles ficam em silêncio e Jó começa a falar. O Talmude judaico recomenda que os consoladores não deveriam dizer nada até que o enlutado iniciasse a conversação.

Jó começa, então, a reclamar do dia de seu nascimento, através de uma série de comparações: dia e noite (v. 3); escuridão e luz (v. 4); nuvens e sombra (v. 5); um dia não especial (v. 6), nenhuma manifestação de alegria (v. 7), amaldiçoem o dia e a noite(v. 8), as estrelas deviam ser obscurecidas e que não seja visto o amanhecer (v. 9). Tudo isso por causa do dia do seu nascimento. Ele pediu que Deus não desse valor para o dia do seu nascimento (v. 4).

 Jó quer que alguém lhe diga qual o propósito de sua existência e porque ele nasceu (v.11-12). Ele diz que, se tivesse morrido ao nascer, estaria dormindo e experimentando um verdadeiro descanso sabático (versículo 13). Um segundo significado de descanso sabático está no versículo 17, ou seja, “os maus cessam de perturbar”: os prisioneiros ficariam à vontade “e não ouvem a voz do feitor” e está “o servo livre de seu senhor”(v.18-19). Um terceiro significado de Sábado ou descanso está no versículo 26, que é estar à vontade, tranquilo e livre de confusão.

A compreensão judaica é que Jó estava incomodado por causa do relatório da perda de seu gado; não estava tranquilo por causa das notícias sobre o fogo; não estava em paz por causa do relatório dos camelos; e muito perturbado por causa dos problemas nos festejos de seus filhos. Porém, esta interpretação judaica não está correta. Perder entes queridos e bens é muito difícil para qualquer um. O que Jó está dizendo é que ele desejava nunca ter nascido e então não sofreria a privação da paz como a dos Sábados e das bênçãos em sua vida.

Embora não culpe a Deus, Jó se pergunta por que Ele não impediu o mal. Afinal, qual é o propósito de viver quando você ganha o mundo inteiro e, então, perde tudo? Por quê um Deus amoroso continuar a dar vida a uma alma amargurada (v.20)?

Na Grécia antiga, os palcos para peças eram construídos com três pisos de madeira em três níveis simbólicos: o superior para o céu, embaixo para o submundo e no meio para a vida cotidiana. O espectador tinha uma perspectiva completa do contexto, uma vez que podia ver as influências espirituais superiores e inferiores sobre o que se encenava e os resultados sobre a vida cotidiana.

 O livro de Jó foi escrito para que tivéssemos uma visão dos níveis superior e inferior sobre a vida cotidiana. A agonia de Jó era a sua falta de conhecimento sobre o plano do líder da rebelião no Céu. Mas nós, os leitores, estamos bem informados e podemos ver tudo.

Querido Deus,

Vivemos com tragédias diárias e turbulências nos rodeando e nos afetando. Te agradecemos pelo relato histórico que Moisés fez sobre a vida de Jó, nos informando como lidar com sofrimento e dor em nossas vidas.

Amém.
Koot van Wyk

Universidade Nacional Kyungpook

Sangju, Coreia do Sul

Trad JAQ/GASQ
Fonte: http://revivedbyhisword.org/en/bible/job/2/

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Lições de vida


Leia na Bíblia- Jó 2
Comentários do Pr. (Heber Toth Armí) #rpsp
Nem sempre sofrer significa pagar por um erro! Em que Jó pecou? Nem todos sofrem por causa de algum pecado pessoal. O livro de Jó é um exemplo claro que doenças, perdas, pobreza, crises e tragédias não são sinônimos de falta de compromisso, ou falta de fé ou resultado direto de um pecado pessoal. Na verdade, Jó é uma prova concreta de que, mesmo perdendo tudo o que se adquire na vida e até mesmo a saúde, é possível permanecer fiel e temente a Deus. Depois que Satanás fez horrores com Jó, apresentou-se novamente a Deus no Céu. Há um segundo confronto dele com Deus, o qual resultou numa nova séria de tragédias na vida de Jó. Primeiro Deus lembra a Satanás que Jó permaneceu fiel mesmo em meio às terríveis provações (Jó 2:1-3). Satanás reprovou a Deus dizendo: “Estende agora a mão, toca-lhe nos ossos e na carne, e ele certamente blasfemará de ti na tua face” (vs. 4-5). Então foi-lhe permitido tocar na saúde de Jó até certo ponto – não na vida (v. 6). Ainda hoje Satanás tenta fazer pessoas blasfemarem contra Deus. Ele age em três áreas básicas, toca nos aspectos 1) financeiro, 2) familiar e, 3) saúde. São as três áreas mais críticas no mundo moderno. Satanás ainda não aprendeu a lição, mas ele não desistiu de tentar porque tem feito muitos fieis abandonarem a fileira da fidelidade passando a blasfemar de Deus. E você, já aprendeu a lição de não blasfemar contra Deus? Tem permanecido fiel, perseverante nos princípios divinos mesmo diante do sofrimento?

Há um mundo espiritual, invisível, em que acontecem coisas que não entendemos. Como Jó, sem que saibamos, Satanás e seus agentes podem estar nos atacando. Sem o nosso conhecimento, às vezes Deus permite que aconteçam certas coisas que nunca imaginamos. Sabemos o que se passava nos bastidores ao lermos os dois primeiros capítulos do livro de Jó, mas o homem de Uz nada sabia. Satanás não é uma invenção da imaginação humana, mas uma entidade viva e atuante; não num lugar geográfico distante chamado inferno, mas rodeando a terra e perturbando seus moradores. Ele está a todo instante tentando interferir na vida dos seres humanos a fim de causar-lhes sofrimento e, por fim, destruí-los. A Bíblia não tenta provar a existência de Satanás, ela parte da premissa de que ele existe, é real e sua presença é percebida nas desgraças da vida humana. Ainda que Satanás tenha poder de fazer o mal, quem sempre tem a última palavra é Deus (Jó 2:4-6). Aleluia! Por isso, não se desespere! Deus está no comando de todas as coisas; de todas, inclusive dos atos de Satanás (v. 6). O Deus do Universo é Soberano! Ainda que hoje Satanás se levante contra você, apegue-se mais e mais a Deus. Creia que Ele é infinitamente mais poderoso que todo o poder de Satanás e seus demônios juntos. Deus sabe o que faz e pode fazer o que quiser – confie, seja fiel, perseverante e dedicado a Deus! É possível adorar a Deus como Jó, ainda que estejas sofrendo! Jó provou que Deus estava certo!

Você sabia que Satanás é muito esperto, sábio e calculista? Pergunto: Por que Satanás não destruiu a mulher de Jó juntamente com seus dez filhos? Simples, ele usaria essa mulher para tentar Jó, o marido! Mulheres têm um poder de persuasão quase que sobrenatural tanto para o bem quanto para o mal; Satanás sabe muito bem disso! Nos planos dele, ela seria muito mais útil viva do que morta. Mulheres, tomem cuidado, e, homens também: Satanás não é bobo, não! A esposa, olhando para a situação deplorável de Jó, seu marido, pobre, doente, cheio de tumores malignos, magro, malcheiroso e com coceiras por todo o corpo, ordenou-lhe enfaticamente: “Amaldiçoa a Deus e morra!” Ele, porém, a repreendeu; chamou-a de louca, mas “em tudo isso não pecou Jó com seus lábios” (Jó 2:8-10). Para piorar, vieram três amigos de Jó que podem ser classificados como filósofos, sábios ou mesmo teólogos, os quais ficaram estarrecidos, pasmos diante do que viram do que restou de Jó. Ficaram sem palavras por sete dias, afligiram-se, lamentaram e lançaram pó ao ar. São eles: Elifaz, Bildade e Zofar (vs. 11-13). A verdade até aqui é que Satanás não tem razão quando crê que alguém só serve a Deus por interesse ou pelas recompensas. A questão agora é, por que você serve a Deus? É por interesse ou não? Você tenta tirar vantagens da religião? Encerro te dizendo que, é melhor confiar em Deus e perder tudo, do que perder a fé nEle! Hoje, experimente confiar mais em Deus!

 (Heber Toth Armí) #rpsp
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“Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Reavivados por Sua Palavra - Jó 2


Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica  - Jó 2
Comentários do Pr. Koot van Wyk 
Neste capítulo, Satanás tem acesso ao céu, depois da queda de Adão e Eva, para conversar com Cristo (ver História da Redenção, p. 26). Se ele teve acesso ao céu, isso ocorreu na época de Abraão, época em que Jó viveu.

Desde que Satanás roubou este planeta, a Terra se tornou a única ovelha perdida, mas Deus está plenamente consciente do que vem acontecendo aqui. Ele conhecia Jó e o sofrimento e também a vitória dele sobre o sofrimento. Quando Deus, através de Cristo, perguntou a Satanás de onde ele viera, ele disse: "De andar de um lado para o outro e para cima e para baixo, na Terra." Ele estava muito ocupado projetando o mal e desastres, não apenas para Jó, mas para toda a humanidade.

Jó pertence a Deus, como nós também pertencemos a Ele. Deus estava orgulhoso de Jó e perguntou a Satanás se ele havia observado Jó, "homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desvia do mal" (verso 3). Coloque-se na situação de Jó e aprenda de sua experiência. Deus permite que Satanás atue contra Jó, mas não o abandona. De fato, Deus enviou o seu Filho para vir e morrer por Jó, para que Jó possa viver, o que Ele também fez por todos nós, para que possamos viver. Por causa disso, todos os filhos de Deus e os anjos não caídos verão o amor de Deus e exultarão de alegria.

Séculos mais tarde, quando os rabinos Rashi e Ibn Ezra buscaram interpretar o versículo 4 [“Então
Satanás respondeu ao Senhor: ‘Pele por pele, e tudo quanto o homem tem dará
pela sua vida.’ ” ARA] eles não sabiam o que fazer com ele. A palavra que Moisés usou aqui não foi “pele”, mas a palavra egípcia "pôr fim". Satanás quer dizer que se Jó pudesse ser trazido próximo da morte, as bênçãos dadas por Deus mostrariam um resultado diferente. Por essa razão, Satanás queria que Deus lhe permitisse tocar a pele de Jó com uma doença (verso 5). Deus permitiu a Satanás fazer isso e também deixou que trouxesse desastres sobre bens de Jó, o que Satanás fez (versículo 7).

Satanás obteve apoio da esposa de Jó, que lhe procurou fazer crer que ele estivesse tão próximo da morte que ele deveria amaldiçoar a Deus e morrer. Isso seria o que hoje é chamado de "eutanásia", ou seja, levar alguém à morte para evitar o sofrimento. Jó recusou a sugestão de eutanásia de sua esposa (verso 10). Em seguida, os amigos de Jó, Elifaz, Zofar e Bildade vieram vê-lo. Chocados com o que viram, eles esperaram sete dias para falar a Jó sobre a causa de seu sofrimento.

Querido Deus,

Muitas pessoas inocentes estão sofrendo e Tu sabes porquê elas sofrem. Mas Tu também sabes que nada se compara com as bênçãos e dádivas que Tu lhes darás quando da Volta de Jesus e após. Inclua-nos, portanto, em seu reino de Graça. Amen.

Koot van Wyk
Universidade Nacional Kyungpook
Sangju, Coreia do Sul
Trad JAQ/GASQ
Fonte: http://revivedbyhisword.org/en/bible/job/2/

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Lições de Vida


Lições de Vida
Leia na Bíblia- Jó 1
Comentários do Pr. (Heber Toth Armí) #rpsp

Ser pai de verdade neste mundo corrompido pelo pecado não é nada fácil. Adão, Abraão, Isaque, Jacó, Eli, Davi não são exemplos de bons pais. Onde encontrar um pai modelo? Onde encontrar um pai herói? Onde encontrar um pai que nos inspire? Onde encontrar uma referência para os pais que desejam ser bons pais? Os eventos que sucederam à vida de Jó ofuscam nossa visão de que ele foi um excelente pai, um pai exemplar, um verdadeiro herói que nos ensina e nos inspira a sermos pais aprovados por Deus. Veja Jó 1:1-5. Vejamos algumas verdades, alguns princípios e algumas lições para nossa vida:
1. O maior bem e a maior herança que um pai pode deixar a seus filhos são seu caráter honrado, sua vida pura, sua dignidade imaculada e seu exemplo irrepreensível (v. 1).
2. A maior riqueza que um homem possui não são fazendas, dinheiro, carros, casas, mas sim a sua família, a qual só não deve ser prezada acima de Deus (vs. 2-5).
3. O maior investimento que um pai faz em relação a seus filhos é consagrar-lhes ao Senhor preocupando-se mais com o sucesso espiritual deles do que qualquer outra coisa.
Pense: Jó não precisou levantar de madrugada para orar pela volta de um filho aos caminhos de Deus, porque ele já levantava de madrugada para orar para que eles nunca se desviassem do maravilhoso caminho de Deus.

Há um grande conflito real na vida de cada ser humano. Mesmo que Lúcifer, o causador do conflito, fosse expulso do Céu com seus anjos maus (Apocallipse 12:4, 7-9), até a morte de Cristo no Calvário ele tinha acesso ao Céu conforme se vê em Jó 1 e 2. O motivo do sofrimento de Jó nos é revelado, mas não a ele. Sabemos que o causador de todo e qualquer sofrimento destrutivo vem do inimigo do Criador. Dê atenção no texto de Jó 1 e saiba mais sobre o conflito que eu e você estamos envolvido. No Céu é onde se originou o confronto de Jó: 1. Houve uma reunião em que Satanás estava presente (vs. 6-7); 2. Houve uma avaliação da parte de Deus com relação à fidelidade de Jó (v. 8); 3. Deus recebeu uma crítica, uma acusação em que escarnece de Deus dizendo que a fidelidade de Jó é condicional por ele ter sido ricamente abençoado (vs. 9-11); e, por fim Deus propôs um acordo, permitiu que Satanás fizesse qualquer coisa com Jó em relação a tudo o que ele possuía, mas nenhum dano físico nele (v. 12). Perante o Universo inteiro Deus está sendo criticado, acusado e condenado por Satanás. Deus é acusado de manipular a fé e a fidelidade das pessoas, Deus permite que Satanás tente provar se suas críticas, acusações e escarnecimentos são corretos; e ele não brinca no trabalho. Satanás é cruel, no entanto, nesse texto se vê que ele não pode fazer absolutamente nada com aqueles que são de Deus sem a permissão divina. Então, busque a proteção de Deus, confie nEle hoje!

Ninguém gosta de provações, elas causam muita dor. Jó experimentou terríveis provações que nem todos suportam, devido a que Deus não permite uma provação maior do que a pessoa possa suportar; e, como nem todos os fieis são do calibre de fé igual ao de Jó, nem todos passarão por tal experiência. Outro ponto, tem dificuldades que não são oriundas de Satanás; às vezes é o próprio pecador irresponsável, desobediente a Deus, incrédulo, que anda na contra-mão dos princípios divinos da felicidade que causa sua própria desgraça. Ou seja, a culpa de todos os sofrimentos não pode ser atribuída exclusivamente a Satanás. No caso de Jó é o próprio Deus quem revela o caráter de Jó e por causa de sua fidelidade ele estará sendo provado. Então, num só dia Satanás faz um excelente trabalho do ponto de vista do inferno, provoca quatro tragédias na vida de Jó (Jó 1:13-19). Toda sua fazenda foi destruída, ele ficou sem nada e ainda teve de fazer o funeral de todos os seus dez filhos num único momento. Profundamente afligido, Jó escolhe louvar a Deus, em vez de amaldiçoá-lO (v. 20-22). E você, como reage às provas? Tem você agradado a Deus ou a Satanás? Ao ler este texto peço a Deus que não me deixe ter atitudes em que Satanás possa aplaudir ou dar a ele motivos para zombar de meu Deus. Reafirmo minha decisão de viver somente para a glória de Deus e não para minha glória ou para a glória dos homens. Quero sempre exaltar a meu Deus em tudo o que eu fizer; e você?
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Reavivados por Sua Palavra - Jó 1



Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica  - Jó 1
Comentários do Pr. Koot van Wyk

Jó foi, provavelmente, um contemporâneo de Abraão que nasceu por volta de 2.000 anos a.C. e também estava familiarizado com o sistema de sacrifícios ligados ao culto, com os conceitos da salvação e o papel da expiação. Jó é descrito por Moisés neste épico histórico como um grande fazendeiro. Ele tinha 7.000 ovelhas e 3.000 camelos, bem como 500 bois e 500 jumentas, o que era, realmente, um grande negócio.

Seus filhos e filhas estavam acostumados a jantar na casa uns dos outros. Sabemos que eles não estavam bebendo álcool ou comendo carne de porco nestes eventos, uma vez que Jó não estava ciente de que eles haviam pecado. No entanto, ele orou por eles no início da manhã (ulay hatheu), porque "talvez os meus filhos tenham, lá no íntimo, pecado " (v. 5 NVI). Observe que quando o "vinho" (v. 13) é usado no sentido bíblico negativo, isto inclui o álcool; mas quando não se fala dele negativamente se está referindo ao "fruto da videira" puro, suco de uva sem fermentação. 

Sabemos que todas as ações de Deus são dirigidas a partir do Santuário e é aí que os "filhos de Deus" e também Satanás iam falar com Deus (v. 6). Satanás tinha acesso a Deus até a cruz, mas não depois (ver História da Redenção, p. 26). No livro de Jó, o objetivo de Satanás era questionar o mérito e culpa das criaturas de Deus. Quando o Filho de Deus perguntou a Satanás se ele havia visto Jó e quão íntegro e reto ele era (v. 8), a resposta foi negativa.

Satanás não presta atenção às coisas boas. Ele acusou que Jó de ser fiel somente porque Deus o estava abençoando e exaltando (v. 10) e pediu uma chance para derrubá-lo. Satanás concluiu que Jó iria se voltar contra Deus se as coisas fossem na direção oposta. Estão grandes desastres feriram a Jó: os sabeus roubaram seus bois e jumentos, fogo queimou as ovelhas e os servos; os caldeus levou todos os seus camelos e um tornado matou seus filhos.

Em choque, Jó fez seis coisas: ele se levantou, rasgou as suas roupas, raspou a cabeça, caiu no chão, adorou a Deus, e discursou, louvando a Deus neste discurso. Deus se agradou disso, mas Satanás não. Jó não pecou e não culpou a Deus.

Querido Deus,Nos falaste para rezarmos "não nos deixeis cair em tentação" e agora sabemos o porquê. Dá-nos a força de Jó para dizer, tanto nos bons quanto nos maus momentos: "Bendito é o meu Deus porque todos os meus problemas estão nas Suas mãos. E eu também estou. Em nome de Jesus, amém. 

Koot van Wyk
Kyungpook National UniversitySangju, Coreia do Sul
Trad JAQ
Fonte: http://revivedbyhisword.org/en/bible/job/1/

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Lições de Vida


Leia na Bíblia- Ester 10
Comentários do Pr. (Heber Toth Armí) #rpsp
Hoje em dia é normal duvidar da Bíblia! Questioná-la é muito comum nos dias atuais. O livro de Ester tem recebido muitas críticas referente a sua autenticidade. Os críticos alegam ser este livro uma alegoria, parábola ou ficção; embora o criticismo se oponha à fé e questione o que é espiritual, a Bíblia não deixa nenhum fiel filho de Deus na incerteza quando a Seus escritos. É provável que tenha sido Mardoqueu (Mordecai) o escritor do livro de Ester. Sendo ele ou não o escritor, o autor certamente é Deus; o qual, “demonstrando que o livro deve ser considerado histórico... convida seus leitores a confirmar o relato consultando os registros persas, onde é possível encontrar os fatos dessa história e de outras (Ester 10:2)... A menos que haja algum forte indício do contrário, a fidedignidade do relato deve guiar o intérprete” (Manual Bíblico Vida Nova). Se você não acreditava que a história de Ester é verdadeira, ainda há tempo de arrepender-te. Aliás, é muito importante que te arrependas, pois admitir erros é o mesmo que dizer que hoje você é mais sábio do que ontem. Porém, é preciso que você saiba que errar pode ser humano, mas admiti-lo não é. Deixe Deus operar em você. Duvide de ti mesmo, mas nunca da Bíblia. Questione teus pensamentos, teus conceitos, tuas interpretações e suposições, mas nunca a revelação de Deus a você em Seu Livro Sagrado. Ore a Deus: “Dai-me hoje a Tua opinião, e perdoe-me as opiniões que tive ontem”.

Ester, livro da Bíblia que não menciona Deus? Sim, o livro de Ester é o único livro bíblico que não menciona Deus. Segundo David S. Dockery, quem escreveu o livro de Ester “acredita na soberania de Deus, mas essa intervenção de Deus se expressa na utilização de instrumentos humanos... ele apenas insinua a presença de Deus... A menção do jejum e do uso de pano de saco e cinzas (Ester 4:1-3, 16; 9:31) indica que os judeus prestavam culto, visto que a oração costumava ocorrer com o jejum no Antigo Testamento”. Além disso, Dockery destaca que os judeus que estavam na Pérsia “eram os que não se apresentaram para voltar para Jerusalém como parte dos remanescentes por meio dos quais Deus queria agir de novo. Embora a fé deles fosse frágil, Deus permaneceu fiel em Sua aliança, preservando-os”. Essa teologia revela que Deus é fiel mesmo quando Seu povo não o é totalmente. Há uma sutil providência na vida das pessoas, Ele concede bênçãos a fieis e infiéis; por isso existem muitos ateus vivos, saudáveis e prósperos. No entanto, o poder de Mordecai descrito em Ester 10:2, obtido pela lealdade ao rei, sobrepujou sobre seus inimigos persas. A lição é clara: Todo poder recebido na terra deve ser usado com objetivos honestos, não para satisfação pessoal. Hamã abusou do poder e perdeu a vida, enquanto que Mordecai usou a autoridade para ajudar seu povo e foi promovido (v. 3). O verdadeiro poder está nas virtudes da lealdade, honestidade e no jejum em adoração a Deus.

Leia hoje Ester 10, o último capítulo do livro de Ester, o qual contêm apenas três versículos. Para encerrar os comentário deste livro extraí as seguintes lições de vida que passo a compartilhar contigo:
1) Deus trabalha nos bastidores para realizar a libertação de Seu povo em todas as épocas;
2) Deus nem sempre traz libertação por meio de pragas espetaculares ou milagres impactantes;
3) Deus age por meio de homens e mulheres, jovens e velhos imperceptivelmente;
4) Deus nunca abandona a Seus filhos ainda que pareça que Ele esteja longe;
5) Deus espera que as pessoas que possuem algum poder no mundo exerça influência para propósitos nobres em prol de Seu povo e não para satisfação pessoal;
6) Deus preserva Israel para que todo o programa de teologia bíblica referente ao plano da salvação seja completado;
7) Deus revela a nós que Seus planos não podem ser contrariados por aqueles que odeiam Seu povo e Seu plano;
8) Deus ajuda Seu povo, não importa onde esteja, não importa onde tenha sido disperso.
9) Deus sem o pecador ainda é Deus; porém, o pecador sem Deus não é nada.
10) Deus revela que só aquele que consegue ver o invisível experimentará o impossível.
 (Heber Toth Armí) #rpsp
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“Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”
“Não lamente a sorte do passado, celebre a vitória do presente.”( Heber Toth Armí)

Reavivados por Sua Palavra - Ester 10

Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica  - Ester 10
Comentários do Pr. Jean Boonstra
O curto último capítulo do livro de Ester começa com um claro sinal de que, apesar da crise e da guerra posterior, algumas coisas na Pérsia continuavam as mesmas. O rei Assuero impôs aumentos de impostos sobre a terra e sobre as ilhas. Teria sido este um esforço para compensar os fundos que Hamã havia proposto ao planejar o decreto de morte dos judeus e expoliação de seus bens? Talvez, mas o mais provável é que isto mostrasse o rei simplesmente olhando para o seu personagem favorito: ele mesmo.


Mordecai é confirmado como primeiro ministro [ou grão vizir] e somos lembrados de que tudo foi registrado nas crônicas oficiais dos medos e persas. Mordecai não buscou poder e não permitiu que o poder ou posição envenenassem sua mente com orgulho, como aconteceu com Hamã, seu antecessor. Deus colocou um homem bom em uma posição de influência e abençoou não só o povo judeu através deste ato, mas também todo o Império Persa. Sua confirmação foi merecida.


O capítulo final não menciona o nome de Ester. Só nos resta supor que o resto de seu tempo como rainha foi muito parecido com os primeiros cinco anos. Após evitar uma crise terrível, ela continuava casada com o mesmo homem. Mordecai ainda cuidava dela, protegendo-a. Só que agora, ele poderia fazer isso de dentro da corte, em vez de a partir do pátio do palácio. Não sabemos se Ester teve filhos, envelheceu ou morreu feliz. Só conhecemos um momento de sua vida, talvez o de maior bravura e mais difícil e, quem sabe, o seu momento mais brilhante.

Que a nossa vida, também, possa ser reconhecida pela nossa fé. Que a nossa superação dos momentos de dificuldade possam revelar a atuação soberana de Deus em nossa vida, mesmo que o nome dele não seja mencionado, como no livro de Ester.

Jean Boonstra
Voz da Profecia
Trad/Adap JAQ

terça-feira, 25 de junho de 2013

Lições de Vida


Lições de Vida
Leia na Bíblia- Ester 9
Comentários do Pr. (Heber Toth Armí) #rpsp
Nesta vida muitas pessoas pagam pelo erro de um indivíduo perverso. Quantas famílias estão enlutadas porque um motorista bêbado saiu de sua pista e bateu em outro carro. Quantas pessoas estão feridas porque jovens sem coração entram para roubar e espancam os idosos. Quantas famílias sofrem por causa de filhos, sobrinhos ou mesmo netos viciados em cigarro, maconha e drogas que gastam tudo o que a família tem para satisfazer seu vício destruidor; e assim vai... Nesta vida muitos sofrem, ainda que uma pessoa seja a principal culpada. Hamã foi quem executou planos horrendos, porém 75.000 pessoas de seu próprio povo morreram por causa das atitudes dele. O pecado é maligníssimo. Ele não afeta apenas o agressor, afeta muita gente. Para se proteger, salvar a vida, os judeus precisaram matar mais de 75 mil agressores, inclusive os 10 filhos de Hamã (Ester 9:6-17). Quando é que o pecador vai perceber que o pecado só arruína a vida, a família e a sociedade? Apenas quando os princípios da vida, paz e harmonia da Bíblia reger o teu comportamento e daqueles que estão ao teu redor. A luz que revela os pecados é a luz que cura as mazelas da alma e do coração, essa luz é a Bíblia (Salmo 119:105). A Bíblia como luz só terá serventia se iluminar a nossa vida, revelar nossas falhas e nos fazer correr das trevas do pecado para a luz de Jesus, que está de braços abertos nos esperando para transformar nossa vida e restaurar nossos erros. A vida pode ser melhor, creia!

O ódio é uma maneira prolongada de suicídio. Todos aqueles que odiaram os judeus foram aniquilados (Ester 9:1-17). Defesa, vitória e comemoração caracterizaram a vida de quem viu a situação complicada se reverter trazendo libertação. Só depois de jejum e união o povo de Deus obteve vitórias em meio às lutas. Alguém escreveu as belas palavras a seguir:

“Nunca vi uma noite tão escura, cuja trilha a luz não conseguiu seguir.
Nunca vi uma tempestade tão cinzenta, em que o dia não conseguisse clarear.
Nunca vi um desespero tão desolado, em que não houvesse brecha em lugar algum.
Nunca vi uma hora tão melancólica que o amor não conseguisse alegrar”.

Só quem depende do Deus verdadeiro pode ver a tristeza se transformar em alegria, e, o luto em dia de festa (Ester 9:20-22). Portanto, se você for duvidar de alguma coisa, duvide de suas dúvidas, jamais de sua crença em Deus. Deus existe, é real, age na vida das pessoas, mesmo quando tudo parece perdido; mesmo quando não O percebemos. O que precisa ser feito é ir além da crença de que Ele existe; é preciso entregar-se plenamente e Ele e confiar que Ele está no controle mesmo quando tudo parece ter perdido o controle. O cristão não deve viver separado da alegria, pois Jesus morreu para libertar os pecadores da condenação do pecado. Jesus entrou neste mundo escuro para tirar você das trevas para a luz, para a vida e para a felicidade.

Ao ler a Bíblia o que conta não é o número de horas dedicadas à leitura, mas o quanto você se dedicou às horas que a leu. Quanto você assimilou? Você aprendeu? Vai mudar tua vida depois da leitura? Ao ler o livro de Ester, questione tua vida, não tua Bíblia. Reflita em Ester 9 e responda: Você vê dificuldade em toda oportunidade ou oportunidade em toda dificuldade? Saiba que você pode alterar o rumo de tua vida alterando tuas atitudes de acordo com a Bíblia. Reconheça que tens o necessário para viver e celebre a vida. Experimente confiar em Deus para que a tua alma seja tão cheia de alegria que as tempestades que definham a vida não te destruam. Os judeus criaram dois dias para celebrar, chamado de purim; cada ano lembrariam-se do episódio de Hamã (Ester 9:18-32). Não se deve esquecer o que Deus já fez, pois a pior falência do universo é a do ser humano que perdeu o ânimo, a alegria e o entusiasmo na vida. Você quer ser feliz? Comece de onde estás. Comece a ser feliz e a alegrar-se e você logo esquecerá que algum dia foi triste. Saiba também que a única forma de multiplicar a felicidade é compartilhá-la. Ir à igreja e viver feliz é a contribuição mais eficaz para a felicidade dos outros. Compartilhe alegria e felicidade e a tua vida será cada vez melhor. Celebre a vida dependendo de Seu Autor! Veja um sermão sobre a festa do Purim: http://portal-biblico.blogspot.com.br/2013/06/a-festa-do-purim-dois-dias-consagrados.html

 (Heber Toth Armí) #rpsp
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Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
“Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Reavivados por Sua Palavra - Ester 9


Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica  - Ester 9
Comentários do Pr. Jean Boonstra
Chegou o dia escolhido por Hamã, por meio de sortes, em que os judeus deveriam ser mortos. No entanto com o novo decreto, emitido agora pelo governo, os judeus tinham o direito de se defenderem. A guerra começou. Funcionários do governo, por todo o império, estavam ansiosos para agradar a Mordecai, o novo braço direito do rei. Sendo assim, prontamente ajudaram o povo judeu a derrotarem todos os seus inimigos.

Na capital 500 inimigos foram mortos, incluindo todos os dez filhos de Hamã. O decreto de Mordecai dizia que os judeus eram livres para tomar o despojo desta guerra. Mas os judeus não levaram nada, nem propriedade, nem dinheiro ou jóias de seus inimigos. O propósito deles nessa luta não era a guerra em si nem o lucro. Era apenas salvar suas vidas e as vidas de seus familiares.

O caos e a destruição na capital chamaram a atenção do normalmente indiferente rei. No final do dia, ele perguntou a Ester se ela tinha mais algum pedido. Ester, então, pede que o segundo decreto se estenda mais um dia em Susã, e que os corpos dos filhos de Hamã sejam pendurados na forca. Talvez ela estivesse preocupada que no segundo dia alguns dos familiares ou amigos de Hamã pudessem tentar sair da lei em busca de vingança. Então, os judeus estariam preparados para se defender. No segundo dia, mais 300 inimigos foram mortos e os corpos dos filhos de Hamã foram expostos na forca.

A guerra em todo o país terminou com 75.000 dos inimigos dos judeus mortos [NT: Teria sido aqui finalmente cumprido o mandado de Deus, originamente dado a Saul, de exterminar os amalequitas?]. O povo judeu saiu ileso e celebrou com gratidão. Eles espalharam a sua alegria através de pequenos presentes de uns para os outros e para os pobres.

Mordecai instituiu um feriado e estabeleceu uma festa. Em outras partes da Bíblia, foi Deus quem estabeleceu as festas nacionais. Mas aqui Mordecai parece ser a própria voz de Deus. Foi assim que a festa de Purim, em homenagem a pur (“pedrinha para lançar sortes”) foi estabelecida. Durante dois dias, a cada ano, o povo judeu deveria celebrar este grande livramento operado por Deus a favor dEles. A tristeza se transformou em alegria e o pranto em festa. Mordecai atuou como a voz oficial do povo judeu e Ester confirmou, endossando suas instruções.

Mordecai e Ester foram reverenciados e admirados em todo o império. Eles tinham, em essência, conseguido anular a lei dos medos e persas, cujas leis não podiam ser alteradas e muitas vidas do povo de Deus foram poupadas. Deus usou Ester e Mardoqueu como humildes vasos de Sua vontade.

A festa de Purim pode ser pouco conhecido hoje fora do ambiente do povo judeu , mas a história de Ester e a história da luta de seu povo, continua a ser muito cara para jovens e velhos. Ela nunca será esquecida.
Jean Boonstra

Voz da Profecia

Trad JAQ/JDS
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